terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Caso Uber

  “Justiça proíbe Prefeitura de SP de impedir trabalho do Uber.”
   [Globo]


  Certa vez me interessei em ser taxista, mas sem dinheiro para comprar a licença me inteirei de como eles viviam e fiquei horrorizado.

  Boa parte dos taxistas trabalham feito loucos porque a licença não é deles.
  Os donos da licença ficam no bem bom:

  “Para se tornar um taxista (condutor credenciado) o interessado em exercer a atividade irá precisar de um carro também licenciado.
  Como o número de interessados (condutores), em geral, é superior as licenças disponíveis (Permissões ou Alvarás como também são conhecidas), comumente, estas licenças adquirem um valor de mercado elevado em algumas cidades, podendo chegar a cerca de R$ 300 mil, dependendo do tipo (livre ou privativa) e do ponto de estacionamento, como é o caso das licenças privativas para estacionamento no Aeroporto de Congonhas localizado na cidade de São Paulo.

  Para aquelas pessoas que não puderem ou não quiserem gastar com uma licença, ela pode optar em trabalhar com um taxi de frota.
  Taxis de frotas são veículos de empresas de taxis que ficam disponíveis para taxistas em troca do pagamento de um valor diário, semanal ou mensal.
  Em São Paulo, esse valor diário pode variar entre 85 e 115 reais + combustível.
  Outras alternativas disponíveis em algumas cidades brasileiras é de alugar um taxi de uma Associação ou Cooperativa, ou mesmo alugar um carro de outro taxista (também chamado de preposto ou auxiliar).” [SEBRAE]

  Ao invés de impedir o Uber (Aplicativos semelhantes) nossas autoridades deveriam estar empenhadas em uma regulamentação eficiente.
  Os taxistas em trabalho “escravo” podem ser libertos e migrar para o Uber.
  Os donos das licenças que coloquem a mão na massa para ver como é trabalhar 12 horas por dia.
  Esses donos de licença de taxi são os próximos dinossauros que a tecnologia há de extinguir...

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