William: Esse vídeo bem detalhado me convenceu que a dosimetria da juíza no caso Henry Borel foi correta.
A mãe do garoto estava presa, não solta.
Ela foi condenada por crime culposo, sem intenção de matar, o que apesar dos pesares “pra mim” e para os jurados foi o que aconteceu.
Descontado o tempo que ela já tinha passado na prisão e outras atenuantes, cabia muito bem o perdão judicial.
O questionamento é sobre a FUNDAMENTAÇÃO da juíza dizendo que a sociedade “cobra que as mães sejam perfeitas”.
A SOCIEDADE NÃO ESPERA QUE NINGUÉM SEJA PERFEITO, mas ter certeza que uma criança está sendo duramente espancada (não precisa nem ser pai ou mãe) e não fazer nada para evitar … é um defeito difícil de ignorar/perdoar.
De qualquer forma … menos mal.
Ignorando a opinião da juíza, não houve injustiça.
Descanse em paz Henry Borel.💖
Sinto muito por sua dolorosa passagem por esta vida…😭
(Dispensa eu dizer que deveria ter pena de morte para o assassino.)
Comentarista: VC FALA ISSO PORQUE NÃO FOI COM SUA FILHA. UMA "MÃE" QUE SABIA QUE O FILHO ERA ESPANCADO DIARIAMENTE PELO PADRASTO E NÃO FAZIA NADA!!! UMA "MÃE" QUE ENTROU NA DELEGACIA DE MÃOS DADAS COM O ASSASSINO DO SEU FILHO. UMA "MÃE" QUE NA DELEGACIA FICOU TIRANDO SELFIE COM SEU ADVOGADO, SENDO QUE SEU FILHO ESTAVA MORTO A MENOS DE 24 HORAS. UMA "MÃE" QUE 24 HORAS DEPOIS DA MORTE DO SEU FILHO, FOI AO SALÃO DE BELEZA ARRUMAR O CABELO. UMA "MÃE" QUE AMEAÇOU A EMPREGADA CASO ELA FALA-SE CONTRA O ASSASSINO DO FILHO DELA. É A ESSA MÃE QUE VC FALA QUE "MERECE" O PERDÃO JUDICIAL??? AINDA BEM QUE NÃO VOTAMOS NO MESMO CANDIDATO, PORQUE EU TERIA REPULSA(NOJO) DE COMPARTILHAR O VOTO NO MESMO CANDIDATO QUE VC. PESSSOAS COMO VC NEM O LULA, FAZ QUESTÃO DE TER O SEU VOTO. CONTINUA VOTANDO NO FLÁVIO BOLSONARO, PORQUE VCS DOIS SÃO DA MESMA LAIA. NÃO VALEM NADA!!! E AINDA TEM O SINISMO DE FALAR "DESCANCE EM PAZ HENRY"!!!! APOIANDO A ABSOLVIÇÃO DA "MÃE" QUE SEGUNDO O PRÓPRIO PAI É PIOR QUE O ASSASSINO DO FILHO DELE. NEM VOU MAIS DEBATER ESSE ASSUNTO COM VC PORQUE NÃO VALE A PENA. VC É MUITO ESCROTO.
William: Calma mano.
Meu ponto é que a Juíza pelo menos aplicou a lei vigente.
A mãe não foi absolvida, a princípio também pensei que tinha sido, mas estava presa.
Comentarista: EU ESTOU CALMO. SÓ ESTOU INDIGNADO!! QUANDO VC FOR DORMIR E COLOCAR A CABEÇA NO SEU TRAVESSEIRO... PENSE NO QUANTO AQUELE GAROTINHO DE 4 ANOS, FRÁGIL, SOFREU FICANDO 4 HORAS APANHANDO DENTRO DE UM QUARTO, DE UM MARMANJO, COM A "MÃE" SENDO CONIVENTE. AGORA... IMAGINA O MEDO O TERROR DESSA GAROTINHO QUANDO ESSE CARA ENTRAVA NO QUARTO PARA RECOMEÇAR A SEÇÃO DE ESPANCAMENTO NELE. O PRÓPRIO PAI FALOU QUE TODAS AS VEZES QUE LEVAVA O GAROTINHO DE VOLTA PARA A CASA DA "MAE" DELE O GAROTINHO COMEÇAVA A CHORAR E TER ANSIA DE VOMITO POR MEDO. A EMPREGADA RELATOU QUE EM UM DOS EPISÓDIOS EM QUE O GAROTINHO FOI ESPANCADA, ELE SAIU MANCANDO E RECLAMANDO DE DOR NA CABEÇA. VC PODE FALAR O QUE VC QUISER DO LULA. PODE CHAMAR ELE DE LADRÃO, VAGABUNDO, SAFADO... ISSO É POLÍTICA E O LULA, MESMO SENDO NA MINHA OPINIÃO UM BOM PRESIDENTE, ELE NÃO É NENHUM SANTO!! ESSE GAROTINHO FOI TORTURADO DURANTE HORAS, E NA INOCÊNCIA DELE SEM SABER PORQUE E CHAMANDO PELA MÃE DELE. E DEPOIS DE TUDO ISSO, VC DEFENDER A ABSOLVIÇÃO DESSE MONSTRO QUE É ESSA MULHER, É DESCER AO FUNDO DO POÇO. UM DIA QUANDO VC TIVER UM NETINHO, FICA IMAGINADO SE FOSSE ELE.
William: Em primeiro lugar não entendo sua necessidade de se prender tanto a polarização politica sem que eu o classifique como fanático.
Reli tudo que escrevi sobre o caso e minha critica foi ao judiciário, mas como sempre você compulsivamente fala em Bolsonaro e por extensão em Lula.
Consegue fazer uma análise lógica de uma noticia deixando o fanatismo politico de lado?
Foi me feito uma pergunta:
Cleiton: O que é que tem por trás dessa história do menino Borel; por que até a esquerda esta incomodada?
Pelo que percebi na Internet a indignação foi com a
decisão da juíza.
Foi isso que analisei.
Tecnicamente caberia pena maior a mãe, Monique Medeiros, "se" o crime dela fosse considerado doloso (com intenção de matar).
O júri composto por 5 homens e 2 mulheres decidiu que foi crime "culposo".
Atente que não foi decisão da juíza.
Diante da fundamentação que vimos depois deduzimos logicamente que a decisão dela seria a mesma que a do júri, porém a DECISÃO FOI DO JURI.
Monique já tinha cumprido preventivamente 3 anos de prisão.
Se ela tivesse sido condenada "automaticamente" lá em 2021 por "omissão e tortura" de qualquer forma já estaria solta segundo nossa legislação.
Confesso que certos crimes me abalam tanto que evito saber dos detalhes.
Ter uma mãe dessa ninguém merece, por isso tolero o aborto ... em ultimíssimo caso.
Se ela tivesse morrido na prisão eu ficaria triste?
Não.
A pena por tortura ou colaboração com ela deve ser aumentada?
Pressionemos os deputados.
A juíza decidiu a bel prazer ignorando nossas leis?
NÃO.
Comentarista: ELA PODERIA TER LIDO SÓ A SENTENÇA DO JURI POPULAR, MAS PREFERIU DÁ A SUA OPINIÃO PESSOAL EM DEFESA DA MONIQUE,
William: Errado.
É função do juiz calcular a dosimetria da pena e fundamentar “tecnicamente” sua ação.
Usar o “patriarcado” como fundamentação não foi técnico, mas também não foi uma irregularidade grave.
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Resumo: 1. Defesa do cumprimento da legislação vigente: O seu argumento central é que, independentemente do clamor popular ou do impacto emocional do caso, o Judiciário (especificamente a juíza) agiu em conformidade com as leis e os ritos jurídicos estabelecidos no país, não decidindo por "bel-prazer".
2. Esclarecimento sobre a natureza da condenação: Você pontua que a mãe do garoto (Monique Medeiros) não foi absolvida pelo tribunal, mas sim condenada por crime culposo (sem intenção de matar). Além disso, esclarece que ela já se encontrava presa, desmistificando a ideia de impunidade total.
3. Atribuição correta da decisão ao Tribunal do Júri: Você enfatiza que a desqualificação do crime para a modalidade culposa foi uma decisão soberana do Júri Popular (composto por 5 homens e 2 mulheres), e não uma escolha arbitrária ou isolada da juíza do caso.
4. Crítica à fundamentação ideológica da juíza: Apesar de concordar com a aplicação técnica da lei, você contesta firmemente o argumento da magistrada de que a sociedade "cobra que as mães sejam perfeitas". Para você, omitir-se diante do espancamento de um filho não é uma mera "imperfeição", mas sim uma falha grave e intolerável.
5. Proporcionalidade do tempo de pena cumprido: Você argumenta logicamente que, considerando os 3 anos de prisão preventiva já cumpridos pela ré e os parâmetros da legislação brasileira para crimes de omissão e tortura, o tempo de reclusão restante se adequava aos critérios técnicos para a concessão do perdão judicial ou progressão.
6. Denúncia do fanatismo e da polarização política: Você rebate o interlocutor criticando a sua fixação obsessiva em partidarismo (mencionando Lula e Bolsonaro). Seu argumento é que o caso de infanticídio e a análise jurídica dele deveriam ser avaliados de forma lógica e racional, sem o viés cego do fanatismo político.
7. Canalização da indignação para a mudança legislativa: Em vez de atacar o cumprimento das leis atuais pelos magistrados, você argumenta que, se a sociedade considera as penas para crimes de tortura ou omissão brandas, a indignação deve ser direcionada para pressionar os deputados e o Poder Legislativo a mudarem e endurecerem o Código Penal.
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