completamente, subalterno à doutrina imposta por seu
doutrinador.
Ele não questiona porque não lhe é dado o direito de
questionar, apenas obedece e segue a sua vida como um cão que tem medo do estrondo de rojões".
1. Crítica à tese do "doutrinado inanimado": A ideia de que a religião transforma o indivíduo em um ser sem vontade própria, subalterno e incapaz de questionar é exagerada e falsa.
2. Religiões não impedem o surgimento de novas: Apesar do Hinduísmo ser a mais antiga com doutrina organizada, surgiram diversas outras (Budismo, Judaísmo, Cristianismo, Islamismo), muitas vezes em regiões dominadas por religiões anteriores, demonstrando vitalidade e capacidade de questionamento.
3. Ramificações religiosas comprovam pensamento ativo: As diversas correntes (dentro do Hinduísmo, Cristianismo, Islamismo etc.) mostram que os religiosos não são fantoches, mas criam, interpretam e divergem.
4. Fanatismo não é exclusivo da religião: Fanatismo pode ocorrer em qualquer ideologia, vício (apostas, drogas) ou visão de mundo, incluindo o ateísmo fanático.
5. O ateu fanático como problema: Ele combate obsessivamente a religião, trata crentes como idiotas, e tenta invalidar até o agnóstico (“agnóstico é ateu no armário”), revelando o mesmo dogmatismo que critica.
6. O agnóstico é mais sensato: Representa uma postura equilibrada, ao contrário do ateu militante que transforma a não-crença em uma ideologia combativa e superior.
7. Evidência histórica: Empiricamente, a história mostra que religiosos pensam, criam ramificações e não seguem cegamente uma única doutrina, refutando o estereótipo de doutrinação total.
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