que Flávio Bolsonaro perdeu condições de disputar a
Presidência.
Angelo: Nenhum tipo de crime, nenhuma acusação de supostos crimes, impediu o Lula de disputar nada ...
Mas, a direita unida, só aceita perder para o Lula!
Zema, Renan, e agora Calado.
O centrão é mãe ou pai do PT?
William >> Tanto a Secretaria de Fazenda de MG quanto o próprio governador e a empresa apresentaram os seguintes argumentos técnicos e legais:
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Benefício anterior à gestão: Os incentivos fiscais aplicados à empresa existem desde 2008, dez anos antes de Romeu Zema ser eleito governador de Minas Gerais em 2018.
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Critérios genéricos e previstos em lei: Trata-se de enquadramento em Regimes Especiais de Tributação (RET) voltados ao setor varejista e logístico, concedidos a diversas empresas do segmento que CUMPREM METAS DE INVESTIMENTOS, GERAÇÃO DE EMPREGOS E ARRECADAÇÃO CONTÍNUA NO ESTADO.
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Sem diferenciação societária: A concessão seguiu critérios puramente técnicos, sem tratamento de privilégio por conta da composição acionária da empresa.
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Enfim...
Sugerir que Zema "criou um perdão exclusivo ou uma lei sob medida" após assumir o cargo para repassar dinheiro diretamente ao próprio bolso.
É desinformação.
O mecanismo é um incentivo tributário geral e pré-existente.
1. A escolha estratégica e a união da direita: Você defende que a escolha de Tarcísio de Freitas teria o potencial de unir a direita em torno de uma candidatura mais forte, em vez de focar no projeto pessoal ou familiar.
2. "Lulismo vs. Bolsonarismo": Argumenta que, ao priorizar o "bolsonarismo" raiz (escolhendo o filho Flávio) em vez de uma candidatura mais ampla, Jair Bolsonaro assumiu os riscos e as consequências dessa polarização.
3. Visão pragmática e responsabilidade com a base: Apresenta-se como alguém pragmático, apontando que uma decisão política não deveria focar apenas em si mesmo, mas também no impacto e nas consequências para os seus apoiadores (mencionando o pessoal do 8 de Janeiro).
4. Visão de longo prazo para o capital político: Argumenta que apoiar Tarcísio à Presidência traria um enorme capital político à direita. Se vitorioso, isso facilitaria medidas (como a lei da dosimetria) e abriria caminhos para que a família Bolsonaro pudesse se reorganizar politicamente para o futuro.
5. Risco de enfraquecimento do Bolsonarismo: Alerta que uma eventual derrota de Flávio Bolsonaro na corrida presidencial pode levar o movimento bolsonarista ao declínio, comparando esse risco ao fim do PSDB no cenário nacional.
6. Decisão de voto prática (Realpolitik): Apesar de suas ressalvas sobre o cenário atual, decide adotar uma postura realista: votar em Romeu Zema no 1º turno (por considerar a opção mais lógica) e, num eventual 2º turno, apoiar Flávio Bolsonaro ("tapar o nariz e votar").
7. Sua autoavaliação política: Reconhece que sua lógica é guiada pelo pragmatismo e pela razão — características que você mesmo considera uma exceção no comportamento eleitoral brasileiro médio.
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