sábado, 23 de maio de 2026

Música na Academia

 



Carlos: Não deveria ter música na academia!
  Acho que academias não deveriam tocar música nos alto-falantes.
  A maioria das pessoas já leva a própria música no fone mesmo.
  Além disso, quase sempre a música é ruim, alta demais e mais atrapalha do que ajuda a entrar no clima do treino.
 As pessoas precisam reaprender a ficar confortáveis no silêncio.
  Hoje em dia, todo lugar público parece precisar de barulho constante.

William: Concordo completamente.
  Comprei um fone caro na esperança de resolver esse problema, apenas amenizou.
  O cancelamento de ruído tem dificuldade em diferenciar a música que estamos ouvindo no fone e a que esta tocando na ambiente.
  "Imagino" que é uma limitação da atual tecnologia.
   Com outros dois fones que tive acontecia o mesmo.
   Quando o som da academia esta alto (quase sempre) mesmo com o cancelamento no máximo ainda fica a música ambiente irritante no fundo.

   Música que anima ou relaxa é a que a gente gosta.
   A que a gente não gosta é barulho.

  No passado era até compreensível, mas os fones evoluíram tanto que qualquer um consegue por preço razoável um de qualidade.

  Tem aquelas músicas que fizeram muito sucesso e eu até gostei no passado, mas já ouvi tanto, que gostaria de dar um tempo e a academia não deixa eu sentir saudades de ouvir o sucesso antigo.

  Curiosidade:
  No Brasil fazem de tudo para dificultar o funcionamento das empresas.
  As academias de musculação e ginástica são obrigadas por lei a pagar direitos autorais pelas músicas que tocam em seus estabelecimentos.
  A grana vai para o ECAD, com a supervisão do Ministério da Cultura.
  Não vou discutir o mérito da questão.
  Simplesmente prefiro que as academias abram mão de mais esse custo, isso seria do "meu" interesse. 😉




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 Resumo: 

1. Insuficiência da tecnologia de cancelamento de ruído: Você argumenta que, mesmo investindo em fones de ouvido caros e testando múltiplos modelos, a tecnologia atual ainda falha em isolar completamente o som externo quando a música ambiente está muito alta, deixando um ruído de fundo irritante.

2. Definição subjetiva de música versus barulho: Você estabelece o argumento de que o impacto da música depende exclusivamente do gosto pessoal — a música que anima ou relaxa é aquela de que gostamos, enquanto a que não gostamos é classificada puramente como barulho.

3. Anacronismo da música ambiente coletiva: Você ressalta que tocar música nos alto-falantes da academia era compreensível no passado, mas se tornou obsoleto hoje em dia, dado que os fones de ouvido evoluíram e se tornaram amplamente acessíveis por preços razoáveis.

4. Saturação de sucessos antigos: Você pontua que a repetição constante de músicas que já fizeram muito sucesso no passado impede o direito de "sentir saudades" dessas faixas, gerando cansaço auditivo devido à insistência da programação da academia.

5. Impacto do custo regulatório (ECAD): Você traz à tona o fato de que as academias no Brasil enfrentam barreiras burocráticas e financeiras extras, sendo obrigadas por lei a pagar direitos autorais ao ECAD sob supervisão do Ministério da Cultura.

6. Defesa do interesse do consumidor pela redução de custos: Focando na praticidade e no seu benefício direto como cliente, você argumenta que prefere que os estabelecimentos abram mão desse custo adicional com o ECAD (e consequentemente desliguem o som).

7. Alinhamento e validação à crítica inicial: Ao iniciar sua fala validando integralmente a opinião do Carlos, você reforça e expande o argumento de que o barulho constante nas academias é um problema real que atrapalha a experiência do treino individual.


  




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