quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

Vale Gás

 

João: Nikolas votou contra o projeto que distribui gás gratuito para famílias pobres.😡

William: "O parlamentar justificou sua posição com os seguintes argumentos:

Perda de autonomia: Segundo ele, o novo formato — que substitui o depósito em dinheiro pela retirada física do botijão em revendas credenciadas — retira a liberdade da família de escolher onde comprar e como usar o recurso.

Crítica ao modelo: Nikolas afirmou que DEFENDE O PROGRAMA ANTERIOR ("Gás dos Brasileiros")

Preço e Logística: Ele argumentou que a obrigatoriedade de buscar o gás em pontos específicos pode dificultar o acesso e até encarecer o produto para as famílias."
 *Grok*

Leonardo: E você comprou a justificativa?

William: Quem preferiu depositar dinheiro na conta que dar o produto em si foi Fernando Henrique com o Bolsa Escola.
  Tinha também o Vale Gás.
  Sim, acho mais eficiente.
 
   Durante o governo de Fernando Henrique, RUTH CARDOSO coordenou o Comunidade Solidária, articulava ações contra a pobreza e a exclusão social. 
  Entre os resultados mais marcantes estão a redução da mortalidade infantil no Nordeste.
  Em 2001, ajudou a implementar o BOLSA ESCOLA, que condicionava auxílio financeiro à matrícula e frequência escolar das crianças. 
  Essa política se tornou a base para o futuro Bolsa Família.


Nota: Distribuir o produto em si tem favorecido a formação de "máfias" com superfaturamento e licitações "questionáveis".
  Com o dinheiro na conta o pobre decide de quem comprar, deduzimos que sempre vai procurar o que estiver mais barato em sua região sem favorecimentos.
  Vamos supor que no cruzamento de dados (hoje isso é muito fácil) o pobre deu outra destinação ao recurso?
  O beneficio é cancelado automaticamente, outra coisa fácil de fazer hoje em dia, mas se pode complicar é isso que o Estado brasileiro faz ... infelizmente...


 

  

Jairo: Ele (Nikolas) só não falou que o programa que atendia 5 milhões agora vai atender 15 milhões

 

William: Ano eleitoral né ... para bom entendedor ...

  Mas o fato não muda, com 5, 15 ou 20 milhões de beneficiados, usar o depósito financeiro é mais eficiente. 


 

 

 

  

João: O Bolsonaro no governo dele poderia ter tomado essa ideia do FHC e colocado em prática no governo dele.

  Afinal de contas boas ideias são para serem copiadas.

  Foi isso que exatamente o Lula fez.

  Já o Bolsonaro...😂😂😂

 

William: Foi exatamente o que Bolsonaro fez, aumentou o Bolsa Brasil para 600 reais em dinheiro.

  Não lembro bem, mas estava em 400 reais.

  Os 200 reais a mais “em dinheiro” pagava bem mais que o botijão de gás da época.

 

 

 


✧✧✧

 

 Resumo:

 

1. Crítica central ao modelo atual de "Vale Gás" (distribuição física do botijão): Substituir o depósito em dinheiro pela retirada obrigatória do botijão em revendas credenciadas retira a autonomia e a liberdade de escolha da família pobre, que deixa de decidir onde comprar e como usar o recurso.

 

2. Defesa do modelo anterior (depósito em dinheiro): Você apoia explicitamente o formato anterior ("Gás dos Brasileiros") e o defendido por Nikolas, considerando-o mais eficiente, exatamente como foi feito no Bolsa Escola de Fernando Henrique Cardoso.

 

3. Referência histórica positiva a FHC e Ruth Cardoso: Políticas como o Bolsa Escola (condicionado à matrícula e frequência escolar) e o Comunidade Solidária (coordenado por Ruth Cardoso) são exemplos bem-sucedidos de combate à pobreza e exclusão social, com resultados concretos como a redução da mortalidade infantil no Nordeste.

 

4. Risco de "máfias" e corrupção no modelo de distribuição física: Entregar o produto em si facilita superfaturamento, licitações questionáveis e formação de esquemas corruptos, ao contrário do dinheiro na conta, que dispersa o poder de compra.

 

5. Vantagem econômica e de eficiência com dinheiro na conta: O beneficiário pobre busca naturalmente o fornecedor mais barato na região, gerando competição real no mercado e redução de custos, sem favorecimentos artificiais.

 

6. Preservação da dignidade e autonomia: Dar dinheiro direto mantém a liberdade de escolha e evita constrangimentos logísticos (como ter que ir a pontos específicos), o que pode dificultar o acesso e até encarecer o produto indiretamente.

 

7. Crítica ao Estado brasileiro por preferir complicar: O governo poderia (e deveria) usar cruzamento de dados para cancelar benefícios indevidos automaticamente se o recurso for mal utilizado, mas opta por sistemas ineficientes e complicados, perpetuando dependência e facilitando desvios.

 

Esses pontos capturam o cerne da sua argumentação: preferência por mecanismos que preservem autonomia, incentivem eficiência de mercado, combatam corrupção e sigam exemplos históricos bem-sucedidos de políticas sociais condicionadas e baseadas em transferência direta de renda.


  


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