Lourenço: Com a PEC do Flávio Bolsonaro, você será explorado pelo patrão! 😡
William: Para os mais à esquerda ainda estamos na década de 1960.
A média de filhos por mulher era meia dúzia, desde 2000 não chega a 2.
Analfabetismo:
1960: 40% da população adulta
2024: 6%
Televisores nos lares:
1960: 5% dos domicílios
2024: 97%
Mal ou bem, a TV aberta democratizou bastante a informação.
Filmes, novelas, humorísticos, documentários, jornais … expunham ao cidadão comum os mais diferentes cenários reais e imaginários.
Em 2000 já tínhamos Internet acessível e só fez se alastrar como fogo em pólvora.
Dito isso...
A preocupação de muitos pensadores em proteger os “ignorantes” dos “letrados mal intencionados”, fazia algum sentido.
(Óbvio que letrado não é sinônimo de mal intencionado.)
Hoje em dia tratar os nascidos depois de 1990 como “amebas mentais” não faz mais sentido.
A figura daqueles irmãos mais velhos (meu caso) que tinham que aceitar qualquer coisa para ajudar os pais a alimentarem os irmãos menores … são raríssimas exceções.
Com 1 ou 2 filhos, mais programas sociais, mesmo os mais pobres não precisam se sujeitar a qualquer coisa.
O letrado que for mal intencionado tem enorme dificuldade para conseguir funcionário, e sempre cabe algum processo em caso de abuso.
Não precisamos mais do Estado tratando pelo menos 90% da mão de obra como amebas mentais.
Falando em “amebas mentais” … por favor, avisem os esquerdistas que estamos em 2026!
😂😂
Falando em “amebas mentais” … por favor, avisem os esquerdistas que estamos em 2026!
😂😂
Resumo:
1. A esquerda vive no passado — debate trabalhista como se ainda fosse 1960, ignorando transformações sociais profundas.
2. O Brasil mudou radicalmente — fecundidade, analfabetismo e acesso à informação mostram um país completamente diferente.
3. A TV democratizou informação — expôs o cidadão comum a realidades diversas por décadas.
4. A Internet aprofundou isso — desde 2000, o acesso ao conhecimento se expandiu exponencialmente.
5. A tutela do "ignorante" perdeu sentido — a preocupação histórica de proteger os pobres dos "letrados mal-intencionados" era compreensível, mas está superada.
6. Famílias menores + programas sociais = mais autonomia — com 1 ou 2 filhos, o trabalhador não precisa aceitar qualquer condição de trabalho por desespero.
7. O mercado já pune o mau patrão — empregadores abusivos enfrentam dificuldade para contratar e respondem juridicamente por abusos.
Tese central: tratar a mão de obra adulta contemporânea como incapaz de se defender sozinha é um anacronismo paternalista.
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