Frank: Eu faço parte dos alunos da educação libertadora.
Hoje não sei quais são os países mais importantes do mundo nem que critério usar para definir isso.
Aprendi a detestar os “empresários opressores”, mas não faço ideia de como identificá-los.
William: A cultura não muda de um ano para outro.
O comportamento era uma "disciplina" avaliada com nota numérica ou conceitos (A, B, C, etc.), o aluno poderia inclusive ser reprovado por má conduta, conforme previam regimentos antigos como o das Escolas Normais de 1950.
Décadas de 70 e 80: Com a Lei de Diretrizes e Bases (LDB) de 1971, o foco começou a mudar para uma avaliação mais voltada ao desempenho acadêmico e à formação integral, embora muitos boletins ainda mantivessem um campo para "Conduta".
A nota de comportamento deixou de existir como item obrigatório de aprovação em São Paulo com a LDB de 1996 e o Regimento Comum de 1998.
A avaliação numérica de conduta foi substituída por registros de atitudes e observações pedagógicas.
O foco mudou da punição para o desempenho acadêmico e a frequência, tratando a indisciplina via conselhos de classe e medidas formativas, sem o poder de reprovação direta que possuía em décadas anteriores.
*Gemini*
Quem estudou até o final da década de 1980, encontrou uma escolarização já precária, mas ainda com alguma disciplina.
De 2 mil pra cá, pelo relato dos professores que leio na internet, foi ladeira abaixo com maior velocidade.
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