Emerson >> “Não adianta mais falar em sítio, prédio, nem o maior inimigo de Lula se lembra mais...”
William>> Prefiro seguir a lógica.
A geração Z nasceu por volta de 2000.
Crianças e adolescentes vivem em um mundo à parte na questão de interesses, geralmente são coisas ligadas a escola, iniciação a romances, músicas ou séries da moda.
Notícias que impactaram bastante as gerações anteriores, eram só “assunto dos velhos” 😉.
Com os petistas fazendo denúncias (fundadas ou infundadas) sobre o Flávio e aquele eleitor que fez 18 anos em 2018 não tendo boa referência histórica, vai considerar só as máfias petistas que agiram depois de 2023.
Nas propagandas petistas parece que Lula assumiu em 2023 pela primeira vez.
Os brasileiros das gerações anteriores que ainda votam no PT, "pra mim" são caso perdido.
Acredito que é mais útil levar meus conhecimentos para Geração Z.
Além de serem eleitores, formarão outros eleitores ... seus filhos.
No dia 13 de março de 2014 (data da nota fiscal), a OAS adquiriu, na Kitchens, utensílios no valor total de R$ 130.034,04 (centro e trinta mil, 34 reais e 4 centavos), incluindo:
●Cozinha planejada: R$ 28.284,14
●Geladeira: R$ 9.740,00
● Máquina de lavar louça: R$ 9.100,00
●Forno elétrico: R$ 10.180,00
● Bancada: R$ 43.462,90.
A Kitchens entregou os utensílios no sítio Santa Bárbara, em Atibaia, onde Lula passou um em cada dois fins de semana desde 2012.
A nota foi emitida em nome de Fernando Bittar, um dos sócios do filho de Lula, Fábio Luiz, em nome de quem está metade do sítio – mas a conta foi paga pela OAS.
Por que a OAS pagaria essa conta para Fernando Bittar, desconhecido e sem poder?
Lula pode dizer que o sítio não é seu; mas não é essa a opinião da OAS; nem da Odebrecht, que gastou R$ 500 mil, pelo menos, na reforma do sítio.
No dia 12 de novembro de 2014 (também data da nota fiscal), a OAS, na mesma loja Kitchens, adquiriu uma cozinha planejada por R$ 78.800, incluindo:
●Geladeira: R$ 10 mil;
●Micro-ondas: R$ 5 mil;
●Tampo de pia de resina Americana: R$ 50 mil;
●Forno elétrico: R$ 9 mil.
A loja entregou esta segunda série de utensílios no tríplex 164 da torre A do edifício Solaris, na Praia de Astúrias, em Guarujá – o apartamento que Lula diz que não é dele.
Ao todo, a OAS gastou, na mesma loja, R$ 312 mil com as duas cozinhas – a do sítio e a do tríplex.
Com a mobília de quarto do tríplex, também comprada pela OAS, esse gasto chegou a R$ 380 mil.
Além disso, a OAS adquiriu, para o tríplex, outros itens, por exemplo, uma escada em caracol (R$ 23.817,85), outra escada até a cobertura (R$ 19.352,00), o porcelanato para as salas de estar, jantar, TV e dormitórios (R$ 28.204,65), o rodapé em porcelanato (R$ 14.764,71), o deck da piscina (R$ 9.290,08) e um elevador interno por R$ 62.500,00.
➽Hora do Povo (Fev/2016)
●Cozinha planejada: R$ 28.284,14
●Geladeira: R$ 9.740,00
● Máquina de lavar louça: R$ 9.100,00
●Forno elétrico: R$ 10.180,00
● Bancada: R$ 43.462,90.
A Kitchens entregou os utensílios no sítio Santa Bárbara, em Atibaia, onde Lula passou um em cada dois fins de semana desde 2012.
A nota foi emitida em nome de Fernando Bittar, um dos sócios do filho de Lula, Fábio Luiz, em nome de quem está metade do sítio – mas a conta foi paga pela OAS.
Por que a OAS pagaria essa conta para Fernando Bittar, desconhecido e sem poder?
Lula pode dizer que o sítio não é seu; mas não é essa a opinião da OAS; nem da Odebrecht, que gastou R$ 500 mil, pelo menos, na reforma do sítio.
No dia 12 de novembro de 2014 (também data da nota fiscal), a OAS, na mesma loja Kitchens, adquiriu uma cozinha planejada por R$ 78.800, incluindo:
●Geladeira: R$ 10 mil;
●Micro-ondas: R$ 5 mil;
●Tampo de pia de resina Americana: R$ 50 mil;
●Forno elétrico: R$ 9 mil.
A loja entregou esta segunda série de utensílios no tríplex 164 da torre A do edifício Solaris, na Praia de Astúrias, em Guarujá – o apartamento que Lula diz que não é dele.
Ao todo, a OAS gastou, na mesma loja, R$ 312 mil com as duas cozinhas – a do sítio e a do tríplex.
Com a mobília de quarto do tríplex, também comprada pela OAS, esse gasto chegou a R$ 380 mil.
Além disso, a OAS adquiriu, para o tríplex, outros itens, por exemplo, uma escada em caracol (R$ 23.817,85), outra escada até a cobertura (R$ 19.352,00), o porcelanato para as salas de estar, jantar, TV e dormitórios (R$ 28.204,65), o rodapé em porcelanato (R$ 14.764,71), o deck da piscina (R$ 9.290,08) e um elevador interno por R$ 62.500,00.
➽Hora do Povo (Fev/2016)
Os mais adaptados espalham seus genes.
O futuro é promissor para os conservadores.
✧✧✧
Resumo:
1. Foco estratégico na Geração Z: Você argumenta que tentar mudar a opinião de gerações anteriores que já votam no PT é ineficiente ("caso perdido"). Por isso, o caminho mais útil é levar informação histórica e política para a Geração Z, que, além de votar, formará os futuros eleitores.
2. O "desinteresse" histórico das novas gerações: Você aponta que a Geração Z, por ter nascido após o ano 2000, possui um "mundo à parte" focado em interesses cotidianos (escola, romances, cultura pop), o que cria um hiato de conhecimento sobre fatos políticos que impactaram o Brasil nas décadas passadas.
3. A construção da narrativa petista para jovens: Você observa que as denúncias sobre o passado do PT não chegam com peso a esse público. Como consequência, o eleitor jovem que votou pela primeira vez em 2018 ou 2022 acaba tendo como única referência histórica as máfias petistas recentes, ignorando o histórico prévio.
4. A "reinvenção" do início de mandato: Você critica a propaganda petista atual que, ao ignorar o histórico, dá a entender que Lula assumiu o governo em 2023 pela primeira vez, tentando apagar da memória coletiva os mandatos anteriores.
5. A materialidade das evidências (Sítio e Tríplex): Você utiliza dados concretos (notas fiscais, valores gastos pela OAS em cozinhas, elevadores e reformas) para sustentar que a realidade dos fatos contraria a narrativa de que os imóveis não pertenciam ao ex-presidente. O questionamento central é lógico: por que empreiteiras gastariam centenas de milhares de reais em imóveis para terceiros sem poder?
6. Responsabilidade compartilhada do eleitorado: Diferente da visão de que o Brasil foi apenas uma "vítima" do petismo, você argumenta que o eleitor teve um papel ativo. Na sua visão, o povo foi conivente com o aumento da máquina pública, Copa e Olimpíadas enquanto a economia das commodities permitia, assumindo sua parcela de responsabilidade pelo que foi votado.
7. Despersonalização da crítica: Você deixa claro que seu posicionamento não é movido por "ódio" a Lula, mas por uma análise sistêmica. Ao utilizar o termo "Pessoal do Petrolão", você enfatiza que as irregularidades foram um esforço coletivo e institucional, e não um ato isolado de uma única pessoa.
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