William >> O Imposto de Renda no Brasil foi instituído em 31 de dezembro de 1922.
A cobrança efetiva começou em 1924.
O tributo surgiu com o objetivo de diversificar as receitas do Estado, até então dependentes dos impostos alfandegários.
Adotou-se um modelo progressivo e cedular (dividido por categorias de renda), isentando as faixas mais baixas para focar a tributação na parcela da população de maior poder aquisitivo da época.
Em 1924, a faixa de isenção do Imposto de Renda era fixa, só pagava quem ganhava mais de 10 contos de réis anuais.
Em valores de hoje (2026), considerando o Dólar a 5 reais, seria como ganhar por mês mais de R$8.500,00.
A alíquota começava em 0,5% e ia até 8%, para quem ganhava bem mais.
Hoje chega a 27%.
Em 1950, a carga tributária total do Brasil ficava entre 13% e 15% do PIB bem menor do que os cerca de 32% a 33% praticados atualmente.
Pesquisei tudo isso para mostrar que o discurso e a ação de tributar cada vez mais os ricos vem de longe.
Se fosse para dar certo já teria dado.
O Brasil não é uma nação desenvolvida (não tem qualidade de vida muito alta) por nossas escolhas ideológicas.
Uma carga tributária de no máximo 30%, combate sério a corrupção e medidas "centro direita", são atitudes que nos levariam naturalmente para grande desenvolvimento ... não de um ano para outro, o estrago tem sido grande.
Pelo menos estaríamos indo na direção certa, em duas gerações o Brasil ficaria irreconhecível para muito melhor.
Nos tornaremos pelo menos um Canadá de hoje, com um PIB muito maior devido ao tamanho da nossa população.
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Resumo:
1. O papel e o limite do Estado (Visão de Centro-Direita): O povo deve defender o pensamento de centro-direita, pois o Estado deve ser forte o suficiente para proteger a sociedade contra criminosos e conter abusos de quem tem alto poder aquisitivo, porém sem avançar para poderes ditatoriais.
2. Origem histórica do Imposto de Renda: O Imposto de Renda no Brasil foi instituído em 1922 (com cobrança em 1924) para diversificar as receitas estatais além das tarifas alfandegárias, adotando um modelo progressivo direcionado às maiores rendas da época.
3. Erosão da faixa de isenção e aumento das alíquotas: Em 1924, a isenção beneficiava quem recebia até o equivalente a mais de R$ 8.500,00 mensais em valores atuais, com alíquotas de 0,5% a 8%. Hoje, a alíquota máxima atinge 27%, evidenciando o pesadelo tributário sobre a renda ao longo do tempo.
4. Crescimento acelerado da carga tributária: Em 1950, a carga tributária brasileira representava entre 13% e 15% do PIB, enquanto atualmente saltou para o patamar de 32% a 33% do PIB.
5. Ineficácia da narrativa de "tributar os ricos": A ideia de aumentar impostos sobre os mais ricos é antiga; se a estratégia de elevar continuamente a arrecadação fosse a solução para o desenvolvimento, o país já teria alcançado o sucesso.
6. Escolhas ideológicas como obstáculo ao desenvolvimento: O atraso do Brasil em termos de qualidade de vida e desenvolvimento não é um acaso, mas consequência direta das escolhas ideológicas adotadas ao longo da história.
7. Caminho para o desenvolvimento (Meta de duas gerações): O caminho para a prosperidade exige limitar a carga tributária em no máximo 30%, combater rigorosamente a corrupção e aplicar políticas de centro-direita. Essa direção permitiria que, em duas gerações, o Brasil alcançasse um nível de desenvolvimento comparável ao do Canadá atual, potencializado pelo tamanho da população brasileira.
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