Barbie >> Vamos normalizar levar nossos filhos
para uma viagem no aniversário
deles em vez de alimentar pessoas
que nem sequer perguntam por eles.
William >> Vamos normalizar parar de fazer drama por coisas simples. 😉
Sei que o Brasil não vive seus melhores dias, mas a maioria não está tão morta de fome que precisa de uma festa infantil para se alimentar.
Vamos a festa por simpatia a mãe ou pai que convida.
Se a criança estivesse com algum problema sério os pais não estariam festejando.
Se prefere viajar ... viaje, sem drama.
Gil (angolano) >> Normalizar viagem me assustou.
Os brasileiros estão tão bem assim pra viajar no aniversário dos filhos?😁
William >> O Brasil é grande.
Próximo da cidade que moro tem muitos lugares turísticos, belas pousadas.
Você acha que é barato fazer festa?
Ela pelo jeito não está falando de reunião com poucos amigos e familiares.
Comida, bebida, enfeites, alugar algum espaço, todo trabalho que dá organizar...
Passar dois dias em uma pousada na maior mordomia sai até barato...😉
Vamos a um "drama" atual que tem mais peso em nossa vida em sociedade ... escala 6 por 1
"Eu" defendo 8 folgas por mês
previstas em contrato,
fim da escala 6 por 1.
O que não quero é que o Estado engesse como isso vai acontecer.
Se a pessoa quer fazer hora extra no seu dia de folga, deve ter esse direito.
Se está numa fase que precisa juntar grana e tem a oportunidade de fazer 5 horas extras diárias ... que assim seja.
Impedir as pessoas de trabalhar legalmente, quanto acharem que devem, é uma intromissão excessiva do Estado.
Não ter grana para realizar um sonho (ou necessidade) também afeta a “saúde mental”.
O que eu acho um tanto infantil é o catastrofismo. 😉
NÃO!
Fim da escala 6 por 1 não vai quebrar o Brasil.
Vai aumentar o custo, mas já vivemos nesse tipo de cenário há décadas.
Lembremos que quase metade das ocupações (nem vou falar empregos) são informais.
Dos empregos formais, a maioria já faz 5 por 2.
E houve grande crescimento dos PJ.
O triste para mim é proibir horas extras ou por um limite muito baixo.
De repente o jovem quer juntar grana para comprar uma moto elétrica (só um exemplo), a empresa que ele trabalha poderia disponibilizar horas extras, mas é proibida por lei.
Esse jovem depois do dia de trabalho vai precisar fazer um bico provavelmente informal.
Uma grana que poderia juntar de maneira mais tranquila, sem deslocamento, vai ter duplo desgaste ou não vai conseguir juntar dinheiro.
Quem não tem nenhuma ambição de melhorar financeiramente vai estar tudo bem.
Quem tem, vai ficar prejudicado, mais uma daquelas ações que mantém o pobre ... pobre com menos oportunidades de melhorar.
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Catastrofismo 6 por 1 - Link
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Resumo:
1. Pragmatismo em comemorações: Ir a festas infantis é uma questão de simpatia para com os pais que convidam, não uma necessidade de receber caridade.
2. Custo-benefício de viagens vs. festas: Organizar festas infantis envolve altos custos (comida, bebida, espaço e trabalho), muitas vezes saindo mais barato e vantajoso financeiramente passar um fim de semana em uma pousada turística próxima.
3. Fim da escala 6x1: Defesa firme pelo fim da escala 6x1 e pela garantia contratual de 8 folgas mensais, sem que isso signifique o colapso econômico do país ("catastrofismo").
4. Realidade do mercado de trabalho brasileiro: O fim da escala 6x1 não quebrará o Brasil, visto que uma grande fatia da economia é informal, a maioria dos empregos formais já opera em 5x2, e há forte expansão do regime PJ.
5. Autonomia sobre a jornada e horas extras: O Estado não deve engessar as relações de trabalho; o trabalhador deve ter o direito de realizar horas extras voluntárias quando precisar ou quiser juntar dinheiro para seus objetivos.
6. Prejuízos da proibição de horas extras: Impedir ou limitar excessivamente o trabalho extra legal força o trabalhador a buscar bicos informais e desgastantes, gerando duplo desgaste físico e mental.
7. Impacto na mobilidade social: Leis excessivamente paternalistas que limitam a oportunidade de ganho financeiro acabam prejudicando quem tem ambição de melhorar de vida, mantendo o trabalhador preso à escassez de oportunidades.
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