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segunda-feira, 24 de agosto de 2026

Flávio Democrático




Roberto >> Flávio e a família dele não se enquadram em nada democrático.

William >> Não sei baseado em que alguém pode dizer isso, desafia qualquer lógica.
   Não acompanho muito essa família, mas até onde sei todos que ocuparam cargos políticos foram eleitos pelas regras da nossa legislação eleitoral. 
  Votei em Jair Bolsonaro duas vezes, mas porque do outro lado estava o pessoal do Petrolão.
  Em 2018 preferia o Geraldo, em 2022 preferia Sérgio Moro.
  Geraldo não chegou no segundo turno.
  Sérgio Moro se enrolou no meio do caminho.

  No Governo Jair não vi jornalistas tendo que fugir do país.
  Pelo contrário, Jair falava muita besteira, mas sempre falava com os jornalistas.
  Lula vive falando em censurar a Internet e junto com Moraes e Janja censurou bastante e quer mais.
  Pediu em público ajuda a China para enviar um de seus técnicos em censura pra cá.
  O que dizer do 8 de Janeiro?
  Lula já tinha tomado posse, era seu pessoal que fazia segurança dos prédios.
  14 anos de prisão porque uma mulher passou batom em uma estatua!?
  Não precisa dizer mais nada.

  Se é o Flávio que temos para tentar combater essa opressão do PT STF, é no Flávio que vou votar no segundo turno.
  Eu preferia Tarcísio de Freitas.


✧✧✧



Resumo:

1. A acusação de que Flávio Bolsonaro e sua família não seriam democráticos carece de fundamento lógico. Você questiona em que se baseia essa afirmação e lembra que os integrantes da família que ocuparam cargos políticos chegaram a eles por meio de eleições regidas pela legislação eleitoral.

2. Seu voto em Bolsonaro foi uma escolha eleitoral, não uma adesão incondicional. Você explica que votou em Jair Bolsonaro em 2018 e 2022 porque considerava o pessoal do Petrolão piores — inicialmente preferia Geraldo Alckmin e depois Sérgio Moro.

3. Você contrapõe os governos Bolsonaro e Lula em relação à liberdade de imprensa e à censura. Segundo seu argumento, durante o governo Jair você não viu jornalistas precisarem fugir do país, enquanto considera preocupante a defesa, por Lula, de medidas de censura da internet.

4. O 8 de Janeiro é apresentado como um questionamento sobre a atuação do governo Lula na segurança dos prédios públicos. Você destaca que Lula já havia tomado posse e que a segurança estava sob responsabilidade de seu governo, mencionando ainda as imagens do general Gonçalves Dias no Palácio do Planalto.

5. As condenações relacionadas ao 8 de Janeiro são usadas para questionar a proporcionalidade da resposta estatal. Você considera particularmente emblemático o caso da mulher condenada a 14 anos de prisão por passar batom em uma estátua, utilizando-o como argumento contra o que entende como opressão institucional.

6. Sua preferência política é pragmática e condicionada pelo cenário eleitoral. Você afirma que preferiria Tarcísio de Freitas, mas, caso Flávio seja a alternativa no segundo turno para enfrentar aquilo que chama de “opressão do PT STF”, votará em Flávio.

7. O eixo central do texto é a defesa da escolha eleitoral contra acusações genéricas de antidemocracia. Seu argumento é que, diante de candidatos eleitos democraticamente e de sua própria experiência com diferentes opções políticas, não basta rotular Flávio ou sua família como “não democráticos”; é necessário apresentar fundamentos concretos para essa acusação.



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