segunda-feira, 29 de junho de 2026

Aposta de Miseráveis

 

Ciro: Se as pessoas apostam, é porque são enganadas com a ideia de conseguirem sair de situação desesperadora. 
 Então a frase correta seria “pessoas em situação de miséria foram enganadas”.

William: Enganadas por quem?
  O jogo é tão antigo quanto a humanidade.
  Qualquer um sabe que a probabilidade de perder é maior que ganhar.
  Se a pessoa tem dinheiro para jogar, falar que está na miséria é exagero.
  Me parece que boa parte da nossa sociedade “quer se enganar” que as pessoas do Bolsa Família tem só essa fonte de renda.
  Uma mulher que faz faxina e mantem essa atividade longe do radar da Receita pode ter o Bolsa Família só como um complemento de renda.
  O governo e qualquer um com o mínimo de senso da realidade sabe disso.
  Com o cruzamento de dados do PIX essa farra não vai durar muito.
  A Receita já até tem as informações, está buscando meio de fazer as taxações.
  Haddad estava preparando um meio, houve toda aquela pressão e desistiram, mas é questão de tempo para voltar a carga e conseguir...

Nota: Vemos muita gente dizer que perdeu 50 mil, 100 mil, 200 mil ... que miseráveis são esses gesuis...😂





  E se ele ganhasse?
  A empresa poderia recusar pagar o prêmio por excesso de apostas?
  Nosso judiciário ama o cidadão IRRESPONSÁVEL! 



  Não entendo a comoção tão grande com pessoas que perdem muito dinheiro nos jogos de qualquer tipo.

  Se perdeu é porque tinha.

  O vício em jogos (de azar) é conhecido há milênios na humanidade.

  Já deve estar em nosso DNA 😏 que as chances de ganhar são mínimas diante das chances de perder.

   Fora isso não sei de  nenhum pai, mãe, professor escolar ... incentivando crianças a jogar valendo dinheiro.

   Jogos fazem parte da nossa vida desde muito cedo, é uma forma de desenvolvermos nossas habilidades físicas e mentais.

  Quando a mãe brinca de se esconder da criança é um jogo.

  Montar quebra cabeça é um jogo.

  Pular amarelinha é um jogo.

  Futebol, vôlei, queimada, basquete ...


  Alguns humanos perdem o controle, fazer o que, proibir a diversão para todos!?

Desconfio que as matérias sobre viciados em "tigrinho" é manipulação para influenciar a sociedade a ser contra a regulamentação dos Cassinos.

  Porque alguns "filhos" perdem o controle o "Pai Estado" deve proibir o jogo para todos !?

  Essa é nossa triste cultura do "Estado Paizão" e o vitimismo de alguma minoria ...

  Se a pessoa por si só não entende o que está exposto no vídeo em destaque ... é muito burra, a burrice cobra seu preço.

  Se entende, mas prefere se entregar ao prazer do jogo:

 "A vida é sua, estrague como quiser".

Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é.




✧✧✧

 

 Resumo: 

1. Responsabilidade individual do apostador Quem aposta conhece as regras do jogo — as chances de perder sempre superam as de ganhar, e isso é sabido há milênios. Portanto, a narrativa de "enganado" não se sustenta: a pessoa escolhe apostar.

2. Contradição do discurso da miséria Se alguém tem dinheiro disponível para apostar — às vezes dezenas ou centenas de milhares de reais — afirmar que está em situação de miséria é um exagero ou uma inconsistência lógica.

3. O Bolsa Família como complemento, não única renda Boa parte da sociedade prefere ignorar que muitos beneficiários do Bolsa Família possuem outras fontes de renda informais, como serviços domésticos fora do radar da Receita. O governo e qualquer observador atento sabem disso.

4. O cruzamento de dados via PIX vai mudar esse cenário A Receita Federal já possui meios de rastrear rendas informais. A tentativa de Haddad de taxar essas movimentações foi suspensa por pressão política, mas você aponta que é questão de tempo até que isso seja retomado.

5. Suspeita de manipulação midiática As matérias sobre viciados em jogos como o "tigrinho" podem ser instrumento de pressão para moldar a opinião pública contra a regulamentação dos cassinos — usando casos extremos para justificar restrições para todos.

6. Crítica ao "Estado Paizão" e ao vitimismo Proibir jogos para toda a sociedade por causa de uma minoria que perde o controle é a manifestação de uma cultura paternalista e de vitimismo. O argumento de que o Estado deve proteger o adulto de si mesmo é, na sua visão, infantilizante.

7. Autonomia como princípio: "a vida é sua, estrague como quiser" Quem entende os riscos e ainda assim escolhe jogar está exercendo sua liberdade. Quem não entende o que está diante dos seus olhos arca com as consequências da própria imprudência. A responsabilidade é, em última análise, individual.


  

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