Comentarista: Eu defendo que a previdência no Brasil é, na essência, uma dívida pública e não apenas um benefício social.
Argumento que o regime de repartição enfrenta um colapso porque nossa produtividade não cresceu o suficiente para sustentar o envelhecimento populacional; como destaco, "ficamos velhos antes de ficarmos ricos" .
Critico a indexação ao salário mínimo , que torna o sistema financeiramente pesado ao exigir novos trabalhadores que o país não possui.
Para mim, as reformas constantes são, na prática, "calotes" sobre promessas políticas impagáveis.
Concluo que o Estado assumiu uma função que historicamente era das famílias, gerando um problema macroeconômico profundo que não possui soluções simples.
William: A solução é "simples" no sentido do que se tem que fazer.
Ir fazendo uma transição no sistema de forma que cada um fique responsável pela própria aposentadoria.
Isso começou em 2019 estabelecendo o teto do que a Previdência deve pagar.
O teto da Previdência (INSS) em 2026 é de R$ 8.475,55 por mês.
Nenhum benefício de aposentadoria pode ultrapassar esse valor, independentemente do cálculo.
Ele é reajustado anualmente pelo INPC e serve como limite máximo tanto para o pagamento de benefícios quanto para a base de contribuição.
Não vejo problema em ser indexado ao salário mínimo desde que esse seja estipulado com base na realidade econômica não em populismo politico.
A previdência do Estado seria um rede de proteção para os indivíduos mais irresponsáveis ou que tiveram algum azar na vida e perderam suas economias.
Quem ganha mais que o teto e quer manter o padrão de vida depois de aposentado, que faça uma reserva particular.
✧✧✧não arquivado
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