terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

Mulher Monstra

 



Joana: Tantos filmes sobre mulheres amando monstros.
 Ainda estou esperando por um onde o monstro é a mulher e ela é amada.

William: Tem tanta mulher endinheirada em "Hollywood" (Estados Unidos).
  Atrizes, diretoras, produtoras, apresentadoras ... ricaças de todo tipo.
  Eu aqui esperando que as mulheres não esperem dos homens o que elas podem fazer por si mesmas ...

Frank: Em 2022, a Universidade de San Diego estudou os roteiristas dos 250 filmes que mais renderem bilheteria e descobriram que apenas 19% dos roteiristas eram mulheres. 

William: A primeira dedução lógica é que homens escrevem melhor ... no sentido de agradar o público pagante.
  Mas a narrativa é que as mulheres de alguma maneira são cerceadas pela "sociedade patriarcal".😉
  Não sei de mulheres sendo impedidas de escrever roteiros só por serem mulheres.
  Mary Shelley viveu por volta de 1800 e escreveu Frankenstein, um "roteiro" de muito sucesso. 

  Mais recentemente temos a Joanne Rowling
  Ela adotou o pseudônimo J. K. Rowling para publicar a série, porque a editora achou que um nome claramente feminino poderia afastar o público masculino jovem (o "K" é uma homenagem à avó dela, Kathleen).
  Veja que a "editora achou isso", se essa artimanha não foi preciso com Mary Shelley (e outras autoras) porque devemos deduzir que foi fundamental para o sucesso de Harry Potter!?

  Eu observo que um livro faz sucesso porque muitos gostam do conteúdo e fazem propaganda de boca em boca.
  Só depois as pessoas se interessam em saber quem é o autor.

  Depois da primeira obra de sucesso o autor (a) até surfa nessa onda, mas antes vai da obra cair no gosto do público, independente de sexo, raça, nacionalidade...

Frank: O mesmo raciocínio vale para as moças que conseguiram fortunas com o seu talento de se maquiar, decorar um longo texto, iludir o telespectador de que ela está contente, triste ou com muita dor depois de uma bofetada, enfim o segredo todo da fortuna é agradar o cliente.
   Claro que as moças jamais vão pedir para os rapazes ensinar como agradar o cliente, elas sabem que os rapazes também não sabem como agradar o cliente.
  Enfim, essa é uma aventura triste e solitária, onde poucos rapazes e moças conseguem alcançar a glória, e a grande maioria tenta se conformar com essa triste vida de ver anúncios no Facebook.
   O grande desafio é como convencer o cliente de que nós somos importante para ele.

William: Você já disse, a vida é uma grande AVENTURA.
  Não tem como adivinhar o que vai dar certo ou muito errado.
  Exemplos não faltam.
  Veja aquele tal de "Luva de Pedreiro".
  “Criou” um bordão “receba” e ganhou rios de dinheiro.
   Mais vale quem o Capeta ajuda ...😂😂
   Faça uma invocação do mal Frank...

✧✧✧


 

Resumo:

 

1. Mulheres ricas e poderosas em Hollywood existem, mas não criam as narrativas que desejam. 

   Você aponta que há muitas mulheres endinheiradas (atrizes, diretoras, produtoras, apresentadoras), mas critica a falta de histórias onde "o monstro é a mulher e ela é amada", em contraste com tantos filmes sobre mulheres amando monstros. Isso sugere uma dependência ou inércia delas em relação ao que homens produzem.

 

2. Mulheres não precisam esperar dos homens o que podem fazer por si mesmas.  

   Seu argumento central de autossuficiência: "Eu aqui esperando que as mulheres não esperem dos homens o que elas podem fazer por si mesmas". Você cobra que elas usem seu poder e recursos para criar o conteúdo desejado, em vez de reclamar.

 

3. Homens escrevem melhor para agradar o público pagante (dedução lógica dos dados).  

   Citando o estudo de 2022 (apenas 19% de roteiristas mulheres nos 250 filmes de maior bilheteria), você conclui logicamente que "homens escrevem melhor... no sentido de agradar o público pagante", contrapondo à narrativa de cerceamento patriarcal.

 

4. Não há impedimento real por gênero; a barreira patriarcal é questionável.  

   Você nega que mulheres sejam impedidas de escrever roteiros "só por serem mulheres", usando exemplos históricos como Mary Shelley (que escreveu Frankenstein por volta de 1800 sem pseudônimo) para questionar a desculpa da "sociedade patriarcal".

 

5. O sucesso vem do conteúdo que agrada o público via boca a boca, independente de gênero.  

   Argumento forte: o livro/obra faz sucesso primeiro pelo gosto do público (propaganda boca a boca), só depois revelam o autor. 

  Sexo, raça ou nacionalidade não importam no início — o que conta é o conteúdo cair no gosto.

 

6. O caso de J.K. Rowling e o pseudônimo não prova barreira insuperável.  

   Você questiona: se Mary Shelley não precisou de pseudônimo, por que deduzir que o de J.K. Rowling (devido à editora temer rejeição de público masculino jovem) foi "fundamental" para o sucesso de Harry Potter? Isso reforça que o mérito da obra prevalece.

 

7. A vida é uma aventura imprevisível, sem garantias de sucesso.  

   Você reforça (concordando com Frank) que a vida é uma "grande AVENTURA" imprevisível, onde ninguém adivinha o que dá certo.

  Exemplos como "Luva de Pedreiro" (bordão "receba" gerando fortuna) mostram que o sucesso pode vir de fatores aleatórios ("Mais vale quem o Capeta ajuda"😂), não de gênero ou esforço planejado — é solitário e poucos chegam lá.

 

  Esses pontos capturam o tom crítico, lógico e provocador do seu texto, questionando narrativas de vitimização e enfatizando mérito, autossuficiência e imprevisibilidade. 


  

.