quarta-feira, 29 de abril de 2026

Adolf e Blondi

 


  
  Adolf Hitler teve vários cães de estimação ao longo de sua vida.
  Preferia Pastores Alemães. 
  Admirava a raça por sua obediência e semelhança com o lobo, animal pelo qual tinha fascínio. 

   Blondi, era uma fêmea de Pastor Alemão que vivia constantemente com Hitler, inclusive no bunker subterrâneo em Berlim durante os dias finais da guerra. 
  Blondi teve uma ninhada de cinco filhotes, um dos quais Hitler chamou de Wulf.
   Fuchsl, Um pequeno Fox Terrier que Hitler adotou durante a Primeira Guerra Mundial, quando servia no exército.
   Prinz, Muckl, Bella e Blonda; outros Pastores Alemães que o ditador possuiu em diferentes períodos entre a década de 1920 e o fim do regime nazista.

  A imagem de Hitler com seus cães era frequentemente utilizada pela propaganda nazista, liderada por Joseph Goebbels, para humanizar o ditador e retratá-lo como um homem gentil e amante da natureza.

   Em 29 de abril de 1945, um dia antes de cometer suicídio, Hitler ordenou que Blondi fosse morta com cápsulas de cianeto. 
  Ele queria testar a eficácia do veneno e também evitar que o animal caísse nas mãos das tropas soviéticas.
  Eva Braun (esposa) não gostava de Blondi, preferia seus próprios cães, dois Scottish Terriers chamados Negus e Stasi. 





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