Jairo: Ele (Nikolas) só não falou que o programa que atendia 5 milhões agora vai atender 15 milhões
William: Ano eleitoral né ... para bom entendedor ...
Mas o fato não muda, com 5, 15 ou 20 milhões de beneficiados, usar o depósito financeiro é mais eficiente.
João: O Bolsonaro no governo dele poderia ter tomado essa ideia do FHC e colocado em prática no governo dele.
Afinal de contas boas ideias são para serem copiadas.
Foi isso que exatamente o Lula fez.
Já o Bolsonaro...😂😂😂
William: Foi exatamente o que Bolsonaro fez, aumentou o Bolsa Brasil para 600 reais em dinheiro.
Não lembro bem, mas estava em 400 reais.
Os 200 reais a mais “em dinheiro” pagava bem mais que o botijão de gás da época.
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Resumo:
1. Crítica central ao modelo atual de "Vale Gás" (distribuição física do botijão): Substituir o depósito em dinheiro pela retirada obrigatória do botijão em revendas credenciadas retira a autonomia e a liberdade de escolha da família pobre, que deixa de decidir onde comprar e como usar o recurso.
2. Defesa do modelo anterior (depósito em dinheiro): Você apoia explicitamente o formato anterior ("Gás dos Brasileiros") e o defendido por Nikolas, considerando-o mais eficiente, exatamente como foi feito no Bolsa Escola de Fernando Henrique Cardoso.
3. Referência histórica positiva a FHC e Ruth Cardoso: Políticas como o Bolsa Escola (condicionado à matrícula e frequência escolar) e o Comunidade Solidária (coordenado por Ruth Cardoso) são exemplos bem-sucedidos de combate à pobreza e exclusão social, com resultados concretos como a redução da mortalidade infantil no Nordeste.
4. Risco de "máfias" e corrupção no modelo de distribuição física: Entregar o produto em si facilita superfaturamento, licitações questionáveis e formação de esquemas corruptos, ao contrário do dinheiro na conta, que dispersa o poder de compra.
5. Vantagem econômica e de eficiência com dinheiro na conta: O beneficiário pobre busca naturalmente o fornecedor mais barato na região, gerando competição real no mercado e redução de custos, sem favorecimentos artificiais.
6. Preservação da dignidade e autonomia: Dar dinheiro direto mantém a liberdade de escolha e evita constrangimentos logísticos (como ter que ir a pontos específicos), o que pode dificultar o acesso e até encarecer o produto indiretamente.
7. Crítica ao Estado brasileiro por preferir complicar: O governo poderia (e deveria) usar cruzamento de dados para cancelar benefícios indevidos automaticamente se o recurso for mal utilizado, mas opta por sistemas ineficientes e complicados, perpetuando dependência e facilitando desvios.
Esses pontos capturam o cerne da sua argumentação: preferência por mecanismos que preservem autonomia, incentivem eficiência de mercado, combatam corrupção e sigam exemplos históricos bem-sucedidos de políticas sociais condicionadas e baseadas em transferência direta de renda.
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