Leonardo: Percebo que o valor das coisas é pura invenção; o dinheiro é só uma fé coletiva.
Questiono minha arrogância: por que um endereço me faria melhor que o outro?
Sinto a culpa de quem ignora a dor alheia enquanto sustenta o sistema.
Se no fim da vida o que conta são os momentos, e não os bens, por que focar na "casca"?
Decidi criar minha própria realidade ajudando sem segundas intenções.
Posso ser ingênuo, mas prefiro encarar minha insignificância e viver com transparência.
O convite é este: faça as pazes com quem você é, para além do que você possui.
William: O valor das coisas é pura invenção!?
O valor das coisas vem da necessidade ou gosto, que gera, oferta e demanda.
Veja o caso da água, é algo sem valor?
Temos necessidade de água, não é invenção, é uma necessidade biológica.
Qual o valor da água? Se tem abundância é baixo, se tem escassez é alto.
Ao estabelecer o valor precisamos de um meio eficiente de troca.
Ai entra o dinheiro que substituiu o escambo (troca de mercadorias).
"faça as pazes com quem você é, para além do que você possui."
Eu estou de bem comigo mesmo, isso não se opõe a valorizar coisas que eu possuo, muitas foram duras CONQUISTAS.
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FAÇA AS PAZES COM O QUE POSSUI.
Seja por conquista ou “sorte”.
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https://williamrobsonfilosofia.blogspot.com/2026/05/valor-das-coisas.html
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