Joana: Tantos filmes sobre mulheres amando monstros.
Ainda estou esperando por um onde o monstro é a mulher e ela é amada.
Atrizes, diretoras, produtoras, apresentadoras ... ricaças de todo tipo.
Eu aqui esperando que as mulheres não esperem dos homens o que elas podem fazer por si mesmas ...
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Resumo:
1. Mulheres ricas e poderosas em Hollywood existem, mas não criam as narrativas que desejam.
Você aponta que há muitas mulheres endinheiradas (atrizes, diretoras, produtoras, apresentadoras), mas critica a falta de histórias onde "o monstro é a mulher e ela é amada", em contraste com tantos filmes sobre mulheres amando monstros. Isso sugere uma dependência ou inércia delas em relação ao que homens produzem.
2. Mulheres não precisam esperar dos homens o que podem fazer por si mesmas.
Seu argumento central de autossuficiência: "Eu aqui esperando que as mulheres não esperem dos homens o que elas podem fazer por si mesmas". Você cobra que elas usem seu poder e recursos para criar o conteúdo desejado, em vez de reclamar.
3. Homens escrevem melhor para agradar o público pagante (dedução lógica dos dados).
Citando o estudo de 2022 (apenas 19% de roteiristas mulheres nos 250 filmes de maior bilheteria), você conclui logicamente que "homens escrevem melhor... no sentido de agradar o público pagante", contrapondo à narrativa de cerceamento patriarcal.
4. Não há impedimento real por gênero; a barreira patriarcal é questionável.
Você nega que mulheres sejam impedidas de escrever roteiros "só por serem mulheres", usando exemplos históricos como Mary Shelley (que escreveu Frankenstein por volta de 1800 sem pseudônimo) para questionar a desculpa da "sociedade patriarcal".
5. O sucesso vem do conteúdo que agrada o público via boca a boca, independente de gênero.
Argumento forte: o livro/obra faz sucesso primeiro pelo gosto do público (propaganda boca a boca), só depois revelam o autor.
Sexo, raça ou nacionalidade não importam no início — o que conta é o conteúdo cair no gosto.
6. O caso de J.K. Rowling e o pseudônimo não prova barreira insuperável.
Você questiona: se Mary Shelley não precisou de pseudônimo, por que deduzir que o de J.K. Rowling (devido à editora temer rejeição de público masculino jovem) foi "fundamental" para o sucesso de Harry Potter? Isso reforça que o mérito da obra prevalece.
7. A vida é uma aventura imprevisível, sem garantias de sucesso.
Você reforça (concordando com Frank) que a vida é uma "grande AVENTURA" imprevisível, onde ninguém adivinha o que dá certo.
Exemplos como "Luva de Pedreiro" (bordão "receba" gerando fortuna) mostram que o sucesso pode vir de fatores aleatórios ("Mais vale quem o Capeta ajuda"😂), não de gênero ou esforço planejado — é solitário e poucos chegam lá.
Esses pontos capturam o tom crítico, lógico e provocador do seu texto, questionando narrativas de vitimização e enfatizando mérito, autossuficiência e imprevisibilidade.
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