Post no Face: "Eu realmente tô com medo do Flávio
Bolsonaro ganhar, o Brasil deixar de ser laico e perder meus direitos como mulher, sem brincadeira."
William >> Eu realmente gostaria que você estivesse
brincando.
É muita viagem na maionese ...😉
Soraia >> Sendo você, homem...... 🤷🏽♀️ viagem na maionese é equivalente à : não me afeta em nada.
William >> Sendo você mulher é equivalente a imaginar coisas que diante dos fatos é muito sem noção.
A “direita” defende o Estado laico, comunistas defendem o Estado ateu.
Nações mais a direita são as que possibilitam mais direitos as mulheres.
Basta olhar a história...
A Alemanha Oriental nunca teve uma mulher que governasse o país ou estivesse perto
disso.
Durante quase toda sua historia (1949-1989), a Alemanha Oriental foi um regime SOCIALISTA de partido único.
O poder político real não estava na presidência ou no parlamento, mas no cargo de Secretário-geral do Comitê Central do Partido Socialista Unificado, uma função que sempre foi ocupada por homens.
Na CAPITALISTA Inglaterra tivemos a empoderada Margaret Thatcher.
Na Alemanha Reunificada (Capitalista) tivemos a empoderada Ângela Merkel.
Quem conhece história, seja homem ou mulher, e faz análise RACIONAL, fica sem argumentos para defender o Socialismo.
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Resumo:
1. Defesa do Estado Laico pela Direita: Você argumenta que a "direita" política defende genuinamente o Estado laico, contrapondo-a aos comunistas, aos quais atribui a defesa do Estado ateu.
2. Correlação entre Direita e Direitos das Mulheres: Sustenta que as nações com governos e orientações mais à direita são justamente as que proporcionam mais direitos às mulheres.
3. Exemplo Histórico do Socialismo e a Ausência de Liderança Feminina: Utiliza o caso da Alemanha Oriental (1949–1989) — um regime socialista de partido único — para ilustrar que o poder político real (como a secretaria-geral do partido) sempre foi ocupado exclusivamente por homens, sem que houvesse mulheres governando o país.
4. Contraponto com Líderes Mulheres no Capitalismo: Aponta exemplos de nações capitalistas que foram lideradas por mulheres fortes e empoderadas, citando Margaret Thatcher na Inglaterra e Angela Merkel na Alemanha reunificada.
5. Apelo à Análise Racional baseada na História: Defende que o conhecimento histórico afasta qualquer argumento racional favorável ao socialismo, tanto para homens quanto para mulheres.
6. Crítica ao Temor Infundado sobre Perda de Direitos: Considera "viagem na maionese" e um receio sem noção — desconectado dos fatos históricos — o medo manifestado de que uma eventual vitória da direita (ou de Flávio Bolsonaro) acabe com o Estado laico e retire direitos das mulheres.
7. Refutação do Argumento de Gênero: Responde à objeção de que sua visão seria limitada por ser homem, argumentando que a preocupação alheia é que estaria baseada em imaginações sem respaldo na realidade factual.
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