sábado, 25 de julho de 2026

Eu Jair

 





@tribunadopovobr: Caiado endurece o tom e diz
que Flávio Bolsonaro perdeu condições de disputar a
Presidência.

Angelo: Nenhum tipo de crime, nenhuma acusação de supostos crimes, impediu o Lula de disputar nada ...
 Mas, a direita unida, só aceita perder para o Lula!
  Zema, Renan, e agora Calado.
  Todos puxadinhos do PT, e todos de cócoras para o Centrão!
 O centrão é mãe ou pai do PT?

William: Se Bolsonaro tivesse escolhido Tarcísio uniria a direita.
  Jair preferiu o “bolsonarismo” agora é segurar o rojão.
  Lulismo vs Bolsonarismo.


Angelo:  Uma vez, discutimos esse fator, patrimônio político.
  Você daria os seu patrimônio de votos, para uma prima de suas filhas, ou escolheria a filha mais velha para essa comenda?
   Então também, citei o caso de Lula, que não tem um parente que confie o seu patrimônio politico! 
  Então ele escolhe o vice mais medíocre, pois jamais escolheria um vice com vontade própria!
  Então, o se não valem muito nessa hora não...  
  Tarcísio, não é um Bolsonarista, Tarcísio não era nem político.
  O meio, não falha, no Brasil de norte a sul de leste a oeste, o hereditário ainda é um mentor natural!
  O exemplo dos cartórios, se apregoa a quase todos os seguimentos sociais!
  A maioria são cartoriais, de pai pra filhos e sucessivamente!

William: Sou pragmático.
  Tem muita gente do 8 de Janeiro presa.
  Não pensaria só em mim.
  Se eu fosse o Jair nem as eleições eu teria perdido.
  De certo não falaria tanta besteira quanto ele falou.

  Mas vamos imaginar que eu já estivesse preso e tivesse feito todas as “gafes” que ele fez, vamos partir daí...

  Ninguém melhor que ele conhece os filhos.
  Ninguém melhor do que ele sabe que quando você concorre a presidência (com chances) sua vida é revirada de cabo a rabo.
  Ele escolhendo Tarcísio e o sucesso na corrida presidencial ocorrendo, o capital político seria enorme.
  É quase certo que a lei da dosimetria já estivesse efetivada.
  Toda família Bolsonaro poderia se candidatar e ser eleita.
  O Eduardo Bolsonaro teria tudo para voltar ao Brasil em 2027.

  Se o Flávio ganhar, concordo que a situação “dos Bolsonaros” fica melhor.
  Mas se ele perder ... daí o bolsonarismo vai caminhar para o mesmo fim do PSDB.

  “Eu”, William Robson, preferia a segurança de indicar Tarcísio.

  Mas como já disse, não gosto de ficar divagando pelo que poderia ter sido.
   Agora é tapar o nariz, fingir que não ouvimos certas coisas e votar no Flávio.
   Claro, no primeiro turno vou de Romeu Zema, pela lógica é a melhor opção.


   Mas brasileiros não são lógicos, reconheço que sou uma aberração nessas terras.


✧✧✧

 

 Resumo: 

1. A escolha estratégica e a união da direita: Você defende que a escolha de Tarcísio de Freitas teria o potencial de unir a direita em torno de uma candidatura mais forte, em vez de focar no projeto pessoal ou familiar.

2. "Lulismo vs. Bolsonarismo": Argumenta que, ao priorizar o "bolsonarismo" raiz (escolhendo o filho Flávio) em vez de uma candidatura mais ampla, Jair Bolsonaro assumiu os riscos e as consequências dessa polarização.

3. Visão pragmática e responsabilidade com a base: Apresenta-se como alguém pragmático, apontando que uma decisão política não deveria focar apenas em si mesmo, mas também no impacto e nas consequências para os seus apoiadores (mencionando o pessoal do 8 de Janeiro).

4. Visão de longo prazo para o capital político: Argumenta que apoiar Tarcísio à Presidência traria um enorme capital político à direita. Se vitorioso, isso facilitaria medidas (como a lei da dosimetria) e abriria caminhos para que a família Bolsonaro pudesse se reorganizar politicamente para o futuro.

5. Risco de enfraquecimento do Bolsonarismo: Alerta que uma eventual derrota de Flávio Bolsonaro na corrida presidencial pode levar o movimento bolsonarista ao declínio, comparando esse risco ao fim do PSDB no cenário nacional.

6. Decisão de voto prática (Realpolitik): Apesar de suas ressalvas sobre o cenário atual, decide adotar uma postura realista: votar em Romeu Zema no 1º turno (por considerar a opção mais lógica) e, num eventual 2º turno, apoiar Flávio Bolsonaro ("tapar o nariz e votar").

7. Sua autoavaliação política: Reconhece que sua lógica é guiada pelo pragmatismo e pela razão — características que você mesmo considera uma exceção no comportamento eleitoral brasileiro médio.

  


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