quarta-feira, 6 de maio de 2026

Bíblia e Atitudes


 


Bem, vamos lá:

Eu tenho pé atrás com pastores de direita e de esquerda certo.

Acredito que esses caras, tem que estar bem longe de discussões políticas:

Estou vendo uns comentários aqui nas redes de uma pastora mulher Helena Raquel, falou algumas coisas sobre os homens violentos que se escondem atrás da bíblia.

Bem, eu em particular entendo que uma parte da bíblia é violenta:

Principalmente quando ela diz que a mulher "sabia" edifica o Lar " ali já coloca a mulher com mil responsabilidades e o homem nada.

Se der alguma coisa errada em casa , a culpa será da mulher.

Mais vamos lá e como tenho alguns colegas evangélicos ainda vou entra nesse mérito de falar uma linguagem que vocês entendem ok:

Eu particularmente estou surpreso com a quantidade de gente surpresa com a fala da pastora Helena Raquel, do que com o conteúdo.

Agora vamos ao contexto bíblico, a qual vocês deveriam sabem:

Meus colegas, honrar a mulher, ama-la, trata- la como o próprio corpo, se necessário morrer por ela é princípio bíblico não é verdade?

A relação do homem com a sua mulher é a representação na terra da relação de Deus com a sua igreja não é  isso?

Antes de ser crime, o marido maltratar a sua mulher é pecado né?

 Se o homem não tem respeito por Deus, por acaso vai temer a Lei ?

Agressão a mulher é motivo pra exclusão do rol de membros.

E a mulher tem que procurar a polícia sim.

 Eu me pergunto onde as mulheres dessas igrejas estão andando pra ter dúvidas a esse respeito?

 Autoridade eclesiástica que é conivente com isso também deve ser denunciada.

Mesmo não acreditando em nada que sai da bica desses pastores mais ao mesmo tempo lembrando da época que fui um membro da Assembleia de Deus, posso afirmar sem medo de errar.

  Tinha quer se uma mulher pra abrir a boca

e  deixar a razão falar as verdades que acontece dentro fora das igrejas todos conhecemos um caso de pedófila dentro de igreja ou homen que agride mulher dentro de casa dizendo ser homem de Deus.

  Mesmo a tal pastora sendo bolsonarista ou não,  sua pregação foi válida e necessária.

  Amém


  Texto Marcos Santos - Face



William:  O texto é grande, vou analisar só a parte que considero mais “filosofável”. 😉


  Marcos questiona o peso desigual que a Bíblia põe na mulher, mas lembra também que honrá-la é dever bíblico do homem.


  Eu lembro que cristãos não seguem a Bíblia ao pé da letra, seja para o bem ou para o mal.

 O exemplo que sempre dou é a orientação de oferecer a outra face diante de uma agressão.

  Quantos cristãos, mesmo os mais fervorosos, fazem isso?

  Logo, a orientação sobre o “peso desigual” não é algo que ocorre de fato ... a não ser que a mulher queira, isso é com ela.

  O útero está no corpo da mulher e certas coisas não tem como evitar.

  Mas dividir o trabalho doméstico depende exclusivamente do homem que a mulher escolhe para se relacionar.


  Tentando evitar ser chamado de machista ...😉

  Pedro começa a namorar a Maria que não trabalha ou trabalha, mas diz que assim que casar vai parar.

  A obrigação “bíblica” do homem é sustenta-la.

  Pedro é um cara pobre igual a maioria de nós que se quiser ter uma melhor qualidade de vida “financeira” é interessante que a Maria trabalhe.

  A DECISÃO É DO PEDRO.

  Casar com a Maria e seguir a Bíblia ao pé da letra faz décadas que não pode ser colocado na conta de alguma “Imposição Social”.


  Religiosos ou não, as pessoas deveriam assumir a responsabilidade pelas suas escolhas sem ficar culpando o Diabo, Capitalismo, Socialismo, Religião, "Sistema" ... 


Cazuza e o Sistema - Link

  







 


 Marcos: Ela confronta ao "Machismo Religioso": A pastora denuncia a existência de homens que pregam com autoridade no altar, mas agridem suas esposas em casa.

Fim da Conivência:

  Ela convoca a igreja a parar de "jogar o travesseiro da conivência no lixo" e agir contra abusadores, em vez de apenas orar e esperar uma mudança que não vem sem atitude.

Orientação Prática: Helena Raquel dá um conselho direto para mulheres que sofrem agressão:

"Pare de orar por ele hoje e comece a orar por você.

Tenha coragem de denunciar."

Canais de Ajuda: Durante a pregação, ela faz questão de divulgar o Ligue 180 (Central de Atendimento à Mulher).

Proteção à Infância e Combate ao Abuso

Dados Alarmantes:

Ela cita estatísticas sobre a participação de brasileiros em grupos de conteúdo infantil ilícito e o histórico de abusos em instituições religiosas no exterior como um alerta para o Brasil.

Alerta às Crianças: Em um momento emocionante, ela fala diretamente com as crianças que podem estar assistindo, ensinando que o corpo delas é sagrado e que devem ligar para o Disque 100 se alguém tentar machucá-las ou tocá-las indevidamente.

A pregação é um chamado ao "Atos de Justiça". Helena Raquel defende que a igreja evangélica não pode apenas crescer em números, ela precisa refletir esse crescimento na diminuição dos índices de crimes contra mulheres e crianças.



William: Como antecipei, não tenho nada para falar sobre o discurso religioso, o que a pastora disse concordo e serve para os seus companheiros de religião.
  Eu ampliei a palavra para os "gentios" 😉 para que mais pessoas alcancem a graça da sabedoria...

   Cada povo (ou grupo) tem os lideres que fazem por merecer.


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 Resumo:

 

1.  A Seletividade no Cumprimento Literal: Você argumenta que os cristãos, na prática, não seguem a Bíblia ao pé da letra (citando o exemplo de "oferecer a outra face"). Por isso, defende que orientações bíblicas sobre pesos desiguais entre homens e mulheres não são imposições automáticas, mas dependem da adesão individual.


2.  Responsabilidade na Escolha do Parceiro: O texto enfatiza que a divisão do trabalho doméstico não é um destino religioso, mas uma consequência direta de com quem a mulher escolhe se relacionar e dos acordos feitos nesse relacionamento.


3.  Diferenciação entre Biologia e Convenção Social: Você distingue o que é inevitável (fatores biológicos) do que é negociável (divisão de tarefas), sugerindo que os problemas de sobrecarga no lar derivam mais das escolhas de convivência do que de imposições externas.


4.  O Provedor como Decisão Individual: No exemplo de "Pedro e Maria", você argumenta que a decisão de um homem assumir sozinho o sustento da casa para seguir um modelo bíblico é uma escolha deliberada dele, e não uma "imposição social" da qual ele seja vítima.


5.  Fim do Mito da Imposição do Sistema: Você sustenta que, na sociedade atual, não se pode mais colocar na conta do "sistema" ou da "sociedade" a decisão de seguir modelos de vida tradicionais ou bíblicos; tais caminhos são trilhados voluntariamente por quem os escolhe.


6.  Crítica à Terceirização da Culpa: Um ponto central do seu argumento é que as pessoas devem assumir a responsabilidade pelas suas escolhas de vida, em vez de culpar entidades abstratas ou ideologias como o Capitalismo, o Socialismo, a Religião ou o "Sistema".


7.  Análise Focada na Lógica e no Comportamento: Ao selecionar a parte "filosofável", você prioriza a análise do comportamento humano e da liberdade de escolha sobre o debate teológico, tratando a religião como um conjunto de opções que o indivíduo decide ou não validar em sua própria vida.


  


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