"O que inspira respeito pela mulher, e muitas vezes até medo, é a sua natureza... a genuína e astuta flexibilidade de uma fera, a garra do tigre sob a luva".
(Friedrich Nietzsche)
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Felipe: Para entender o conceito de feminicídio você precisa tirar o foco do ciúme.
William: Se não é “passional” então é homicídio “normal”.
Se o cara odeia mulheres não namoraria uma, seria assexuado ou homossexual.
Resumo:
1. Não há idolatria às mulheres — Você as vê simplesmente como humanos do outro sexo, sem romantização ou superioridade inerente.
2. Os homens são responsabilizados por todo o mal do mundo, enquanto há uma fantasia recorrente de que mulheres no poder trariam honestidade e amor, por serem "só coração" — crença que você rejeita explicitamente com ironia e descrença.
3. Mulheres desonestas e bandidas existem na mesma proporção que homens — Não há diferença moral intrínseca; a desonestidade e o banditismo não são exclusivos do sexo masculino.
4. Menor número de presidiárias não prova maior honestidade feminina — É resultado de uma posição mais confortável: desfrutar dos frutos do crime sem praticá-lo diretamente.
5. A mulher evita o risco do crime porque o parceiro assume isso por ela — Em relacionamentos longos, é impossível não saber da origem ilícita da renda; ela opta pela cumplicidade passiva, que é mais segura e conveniente.
6. A posição de cúmplice é vantajosa — Permite alegar "não sabia de nada" para escapar de punição, gastar reservas escondidas (se o crime for eficiente) ou receber benefícios como auxílio-reclusão (se ineficiente), sem correr riscos como sair de madrugada, fugir da polícia ou ser baleada.
7. O mesmo padrão se aplica à política e corrupção — Mulheres em cargos altos, como funcionárias fantasmas, ou esposas de políticos com rendas e gastos incompatíveis (exemplo clássico do Inácio, onde a esposa desfrutou de tudo sem risco de prisão), sabem das irregularidades, mas não se arriscam diretamente — reforçando que a mulher não é a "salvação da ordem social" apenas por ser mulher.
Esses pontos capturam o cerne da sua crítica: desmontar a narrativa de superioridade moral feminina, mostrando que diferenças observadas (como menor encarceramento) derivam de escolhas estratégicas e posições confortáveis, não de virtude inerente.
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