sábado, 7 de fevereiro de 2026

Piti IA




Daniel: Quatro anos atrás, o discurso era que o gasto energético da rede bitcoin iria destruir o planeta Terra.
  Hoje, o gasto de energia dos sistemas de IA é na mesma grandeza que o gasto da rede bitcoin.
  Ninguém ainda começou a dar piti, avisando que vamos destruir DOIS planetas Terra. 
  Era só conversa mole.

William: O "piti" já começou faz tempo, tropeço bastante nesse tipo de comentário passeando pelas redes.

  Não sei bem porque tantos humanos optam por serem tão "dramáticos".
  Sou da "geração TV", na minha infância ouvia horrores sobre essa tecnologia.
  Sei que as TVs no inicio usavam válvulas.
  Válvulas a "grosso modo" são lâmpadas incandescentes com adaptações.
  Os televisores tinham varias.
  Imagine o consumo de eletricidade.
  As TVs modernas consomem muito menos que as antigas e com uma qualidade de imagem impossível no passado.


  Esse não é um caso isolado, vimos isso por séculos nas mais diferentes tecnologias.

  Já pensou se tivéssemos desistido da eletricidade já na primeira vez que alguém foi eletrocutado?

  As tecnologias começam gastonas e os custos vão sendo reduzidos.
  Isso já aconteceu tanto na história da humanidade.
  Confesso que tanto drama me entedia.
  Mas se eu não escrever esse tipo de coisa ... não vejo mais ninguém escrevendo.

  VIVA AS IAs !

  A tecnologia mais interessante (pra mim) que se popularizou nos últimos 5 anos.
  Minha expectativa é que traga mais LÓGICA para humanidade ser menos DRAMÁTICA (vitimista).

Viver Depressa - Link




 

  

Daniel: Mas eu me referia ao Banco Mundial e um monte de outras organizações internacionais publicando coisas oficiais dizendo que o gasto energético do bitcoin destruiria a natureza, para tentar convencer os investidores a não investir ou os governos a proibir ou a comunidade migrar de prova de trabalho para os mecanismos flexíveis e facilmente manipuláveis ​​da prova de participação.

  Sobre as IAs, as reclamações são outras.

 

William: Nesse caso minhas observações são ainda mais pertinentes.

  Não consigo imaginar esse “grande investidor” ouvir apenas o Banco Mundial e ignorar tudo que acontece a sua volta.

  Tanto que o Bitcoin se firmou apesar de muitas Instituições “oficiais” serem contra.

 

 

 





✧✧✧

 

 

Resumo:

 

1. O alarmismo ("piti") sobre o consumo energético da IA já existe há tempo, e você o observa frequentemente nas redes sociais — não é verdade que "ninguém começou a dar piti", como sugeriu Daniel; o drama já rola solto.

 

2. Os humanos tendem a ser excessivamente dramáticos em relação a novas tecnologias, optando por exageros e vitimismo em vez de uma visão equilibrada — você questiona por que tanta gente escolhe esse caminho.

 

3. Exemplo histórico das TVs antigas: na sua geração ("geração TV"), ouvia-se horrores sobre o consumo elevado das televisões a válvulas (comparáveis a lâmpadas incandescentes), mas as TVs modernas consomem muito menos energia e entregam qualidade superior — prova de que o consumo inicial alto não é permanente.

 

4. Padrão histórico recorrente: tecnologias em geral começam "gastonas" (altíssimo consumo de energia/recursos) e, ao longo do tempo, os custos são drasticamente reduzidos — isso se repete por séculos em diversas inovações, não sendo algo exclusivo da IA ou do Bitcoin.

 

5. Analogia poderosa com a eletricidade: se a humanidade tivesse abandonado a eletricidade na primeira eletrocussão fatal, nunca teríamos progredido — rejeitar tecnologias por riscos ou custos iniciais impede o avanço humano.

 

6. O drama atual é entediante e repetitivo ("conversa mole"), similar ao pânico passado com o Bitcoin que não destruiu o planeta — você se cansa desse vitimismo recorrente, mas sente a necessidade de contrapor porque poucos outros o fazem.

 

7. Visão otimista e entusiástica da IA: "VIVA AS IAs!" — para você, é a tecnologia mais interessante que se popularizou nos últimos 5 anos, com a expectativa de que ela traga mais LÓGICA à humanidade, ajudando a reduzir o drama, o vitimismo e a tendência a exageros emocionais.

 

  Seu texto é uma defesa clara e bem-humorada do progresso tecnológico, usando história e exemplos concretos para desmontar o alarmismo energético, e termina com um tom positivo e provocador sobre o potencial transformador da IA.


  



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