Daniel: Quatro anos atrás, o discurso era que o gasto energético da rede bitcoin iria destruir o planeta Terra.
Hoje, o gasto de energia dos sistemas de IA é na mesma grandeza que o gasto da rede bitcoin.
Ninguém ainda começou a dar piti, avisando que vamos destruir DOIS planetas Terra.
William: O "piti" já começou faz tempo, tropeço bastante nesse tipo de comentário passeando pelas redes.
Esse não é um caso isolado, vimos isso por séculos nas mais diferentes tecnologias.
Já pensou se tivéssemos desistido da eletricidade já na primeira vez que alguém foi eletrocutado?
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Daniel: Mas eu me referia ao Banco Mundial e um monte de outras organizações internacionais publicando coisas oficiais dizendo que o gasto energético do bitcoin destruiria a natureza, para tentar convencer os investidores a não investir ou os governos a proibir ou a comunidade migrar de prova de trabalho para os mecanismos flexíveis e facilmente manipuláveis da prova de participação.
Sobre as IAs, as reclamações são outras.
William: Nesse caso minhas observações são ainda mais pertinentes.
Não consigo imaginar esse “grande investidor” ouvir apenas o Banco Mundial e ignorar tudo que acontece a sua volta.
Tanto que o Bitcoin se firmou apesar de muitas Instituições “oficiais” serem contra.
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Resumo:
1. O alarmismo ("piti") sobre o consumo energético da IA já existe há tempo, e você o observa frequentemente nas redes sociais — não é verdade que "ninguém começou a dar piti", como sugeriu Daniel; o drama já rola solto.
2. Os humanos tendem a ser excessivamente dramáticos em relação a novas tecnologias, optando por exageros e vitimismo em vez de uma visão equilibrada — você questiona por que tanta gente escolhe esse caminho.
3. Exemplo histórico das TVs antigas: na sua geração ("geração TV"), ouvia-se horrores sobre o consumo elevado das televisões a válvulas (comparáveis a lâmpadas incandescentes), mas as TVs modernas consomem muito menos energia e entregam qualidade superior — prova de que o consumo inicial alto não é permanente.
4. Padrão histórico recorrente: tecnologias em geral começam "gastonas" (altíssimo consumo de energia/recursos) e, ao longo do tempo, os custos são drasticamente reduzidos — isso se repete por séculos em diversas inovações, não sendo algo exclusivo da IA ou do Bitcoin.
5. Analogia poderosa com a eletricidade: se a humanidade tivesse abandonado a eletricidade na primeira eletrocussão fatal, nunca teríamos progredido — rejeitar tecnologias por riscos ou custos iniciais impede o avanço humano.
6. O drama atual é entediante e repetitivo ("conversa mole"), similar ao pânico passado com o Bitcoin que não destruiu o planeta — você se cansa desse vitimismo recorrente, mas sente a necessidade de contrapor porque poucos outros o fazem.
7. Visão otimista e entusiástica da IA: "VIVA AS IAs!" — para você, é a tecnologia mais interessante que se popularizou nos últimos 5 anos, com a expectativa de que ela traga mais LÓGICA à humanidade, ajudando a reduzir o drama, o vitimismo e a tendência a exageros emocionais.
Seu texto é uma defesa clara e bem-humorada do progresso tecnológico, usando história e exemplos concretos para desmontar o alarmismo energético, e termina com um tom positivo e provocador sobre o potencial transformador da IA.
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