sábado, 11 de julho de 2026

Professores na Politica

 



 
Gideão: Quem toma a decisão das legislações não são os professores o ponto é só esse...
  O que um aluno decide legislar mais tarde como legislador não envolve o professor...

William: Não sei em Angola, mas aqui no Brasil professores tem total liberdade para se candidatar a qualquer cargo político.
  Inclusive os professores universitários tem a mesma vantagem dos pastores.
  Eles dão aula para muitos alunos que já votam.

  Quando cursei o pré vestibular no curso Objetivo um professor que se candidatou pelo Partido Verde ganhou principalmente com o voto dos seus alunos.

  Fernando Henrique, José Serra, Fernando Haddad, Maria do Rosário, Jean Wyllys ... enfim o que não faltam são professores na política.
  Mas enquanto categoria se acham deuses, tudo de bom é eles, nenhum problema no Brasil é responsabilidade deles... assim fica fácil né - Link




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sexta-feira, 10 de julho de 2026

Passado Importa?

 



Ricardo: O passado importa sim!
  Mas porquê só o passado da mulher é julgado?

William: Você faz isso?

Ricardo:  Eu considero o presente.

William: Sempre que alguma mulher se interessou por mim ela quis saber tudo a meu respeito.
  Principalmente se eu era compromissado, se tinha filhos.
  Considero perfeitamente aceitável.
  Eu também sempre fiz isso.
  Cada um tem o direito de escolher o melhor para própria vida de acordo com suas possibilidades.
  Eu não fumo e não bebo, se posso ter uma companheira com essa compatibilidade por que vou preferir uma beberrona!?
  É, tem a “paixão” que turba nossa razão ... mas faz parte.😉

  O que eu acho de mulher (ou homem) que fuma ou bebe?
  Cada um tem seu prazer, respeito, aconselho a todos evitar excessos em qualquer coisa.
  Vida que segue.

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quarta-feira, 8 de julho de 2026

Posse de Bola

 



Andrei: Os jogadores do tetra são fãs de Neymar.
 Os jogadores do penta são fãs de Neymar.
 Alguns dos maiores craques da França, da Inglaterra, da Holanda, da Alemanha etc etc etc são fãs de Neymar.
 Mas a imprensa esportiva brasileira e 18% dos brasileiros odeia Neymar como se fosse o maior criminoso que esse país já teve.
 Eu não acompanho futebol fora da Copa, mas vocês não acham que há algo de errado com essa situação?


William: Na verdade acho normal.
  O QI médio aqui é muito baixo. 😏

  Estão também culpando o técnico, mas ele levou o que tinha para levar.
  Quem “fabuloso” deveria ter ido no lugar de Neymar!?
  Queriam tanto que colocasse o Endrick, ele foi colocado, e em partida decisiva.

   O que observo é que o mundo evoluiu muito em questão de futebol.
  Não tem mais barbada para ninguém.
  Veja o caso da Argentina, o Messi realmente não temos o que falar.
   Tem algum outro argentino do nível dele chegando?
   Se não tiver, vai ficar bem parecida com o Brasil.
   A espera de um novo craque...

Andrei: Mas o técnico seria considerado um deus se o Brasil vencesse. 
 Ele pode e deve ser criticado por montar um esquema que transformou o Brasil numa seleção que teve 34% de posse de bola, menos do que o Iraque enfrentando a mesma Noruega; e por colocar como batedor de pênaltis o cara que só bateu pênaltis três vezes em jogos.

William: As pessoas valorizam muito esse tipo de coisa.
“Posse da bola”.
  O que define a partida é o gol.
  Sempre gostei dos ataques rápidos.
  A Argentina em 3 ataques rápidos marcou 3 gols.
  Messi perdeu um pênalti hoje. (7/07/26)

Andrei: Cara, você não entendeu. 34% não é “preferir gol a posse de bola”. 
  34% é não ter atitude para sequer disputar a bola, para ter o ataque rápido.

William: Eu observo que a posse de bola na maior parte do tempo é ficar com aquelas jogadas improdutivas no meio de campo ou ficar retornando a bola para o goleiro.
  Puxando para algo mais útil para nossas vidas …😉
  São como aquelas reuniões super improdutivas na empresa.
  O encarregado poderia falar diretamente com quem ele está descontente, mas reúne toda equipe e deixa a coisa no ar … 😉.

  Por favor, não sejamos radicais, não estou falando para atacar sem nenhum planejamento.
  Eu valorizo mais ataques efetivos que posse de bola.
  Daí a importância “pra mim” de pontas velozes e craque matador.

  Na minha fase de encarregado sempre fui mais objetivo.
  Menos reunião com a equipe e mais troca de ideias direta em busca de solução.


Andrei: Por exemplo: se a estratégia de ter 34% de posse de bola é para roubar a bola e fazer ataque rápido, então, o Brasil roubou a bola um monte de vezes, né? 
  Não. 
  A Noruega roubou a bola duas vezes mais do que o Brasil. 
  Cadê o ataque rápido se não tem nem posse nem tomada da bola?

William: "Se" gosta de números ... quantas saídas pela lateral, escanteios e tiro de meta tiveram?
  Eu não faço ideia, tenho coisa mais importante para fazer na vida 😉, mas já joguei muito futebol e de certo recuperar a bola vem mais dessas situações que de "roubadas".
  "Se" o pênalti  tivesse sido convertido em gol, a Noruega "poderia" ter se exposto mais e levado mais gols e nossa percepção do time seria outra.

  Veja que "entra em campo" uma porção de "se", "poderia".
  Vimos times super combativos como Paraguai e Costa do Marfim (entre outros) também serem eliminados.
  São 48 seleções e das que eu vi, todas foram de bom e ótimo nível.
  Lembremos que elas não estão ali por sorteio aleatório.
  Houve competição para decidir quem ia, me surpreendi em não ver a Itália entre as 48!!

  Enfim...
  Gostei muito dessa "Copa Democrática" no sentido de reunir tantas nações.
  Apreciei também a tecnologia diminuindo as injustiças.
  Não tem mais favoritos.
  Criticamos muito o Brasil contra Marrocos, mas estamos vendo que é uma seleção que "se" for campeã não da pra falar que foi por "pura sorte".
  Os caras estão jogando muito.
  Fico por aqui, fui!


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 Resumo: 


1. Defesa do elenco e do técnico: Você argumenta que as críticas ao treinador e às convocações são exageradas, pois ele "levou o que tinha para levar" e deu chances a jogadores pedidos pelo público, como o Endrick, em partidas decisivas.

2. Evolução do futebol mundial: Você aponta que o nível técnico global subiu e "não tem mais barbada para ninguém". Usa o exemplo de grandes seleções que foram eliminadas ou que nem se classificaram (como a Itália) para mostrar que todas as 48 equipes ali têm mérito.

3. Crítica à supervalorização da "posse de bola": Para você, reter a bola muitas vezes se traduz em jogadas improdutivas no meio de campo ou passes recuados para o goleiro. O foco principal deve ser a eficiência e o gol.

4. Preferência por ataques rápidos e objetivos: Você defende que ataques rápidos e verticais são mais perigosos e eficientes, destacando a importância de ter pontas velozes e um "craque matador" para decidir o jogo em poucos lances.

5. Paralelo com o ambiente corporativo: Você faz uma analogia entre a posse de bola improdutiva e reuniões de trabalho ineficazes. Argumenta que, tanto no futebol quanto na sua experiência como encarregado, a objetividade e a resolução direta de problemas trazem melhores resultados do que a burocracia.

6. Relativização de estatísticas através de hipóteses ("Se"): Você argumenta que o futebol é dinâmico e imprevisível, e que números isolados como "roubadas de bola" não contam a história toda, pois o resultado de uma partida pode mudar completamente a percepção do público caso um único lance (como um pênalti) tivesse sido convertido.

7. Visão positiva da Copa e da tecnologia: Apesar das críticas à seleção, você elogia o formato da "Copa Democrática" por reunir tantas nações e aprova o uso da tecnologia para diminuir as injustiças esportivas, reconhecendo também o mérito de seleções outrora vistas como zebras (ex: Marrocos).

  


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segunda-feira, 6 de julho de 2026

Privatizações Meia Boca

 





 William: SOCIAL DEMOCRACIA são partidos de esquerda que aplicam políticas econômicas de direita - Link
  Não querem dar o braço a torcer que Marx estava errado.
  Na pratica governam como Centro Direita, tipo Uruguai.
  Os Países Baixos (Holanda e Bélgica) estão em 2023 no oitavo lugar em índice de liberdade econômica (capitalismo).
  O Brasil está no lugar 127.
  Para vocês terem uma ideia, Portugal está na posição 30.
  O Brasil precisa ir muito à direita para se equiparar a países europeus desenvolvidos.

  Os militares foram altamente estatizantes, devolveram o Brasil quebrado aos civis.
  Pra nossa sorte, depois de muitos tropeços e hiperinflação, surgiu Fernando Henrique que colocou o país em um rumo satisfatório.
  Fernando Henrique entregou o Brasil a Lula muito melhor do que pegou.
  Como se não bastasse, de 2003 até 2008 o mundo passou por um crescimento acima da média, commodities como soja, minério de ferro, petróleo ... despejaram rios de dinheiro no Brasil, Venezuela, Rússia...

  Se o Brasil não tivesse gasto nenhum centavo em refinarias e preferisse gastar com saúde, educação ou segurança, tá, seria uma justificativa.

  Porém, entre 2003 e 2016 (Governos Lula e Dilma), os gastos "destinados" em refino superaram R$ 100 bilhões. 
  Nenhuma das novas refinarias planejadas foi entregue 100% concluída conforme o projeto original no período.

  Abreu e Lima (PE): Orçada em US$ 2,5 bi, custou cerca de US$ 20 bi. 
  Opera apenas parcialmente.

  Comperj (RJ): Consumiu mais de US$ 14 bi. 
  O projeto de refino foi abandonado e a área convertida no Polo Gaslub.

  Pasadena (EUA): Custou US$ 1,2 bi, com prejuízo de US$ 792 milhões apurado pelo TCU.

  Premium I e II (MA/CE): Canceladas em 2015 após gastos de R$ 2,7 bi apenas em terraplanagem.


Lucas: Fernando Henrique abriu a privatização.

William: De maneira geral, privatizações estão ligadas ao pensamento de "Direita". (Adam Smith)
  Estatizações estão ligadas ao pensamento de
"Esquerda". (Karl Marx)

  O que não quer dizer que um governante que se diz de direita "fanaticamente" se recuse a estatizar qualquer empresa.
   Ou o que se diz de esquerda se recuse "fanaticamente" a privatizar qualquer empresa.
   Fanatismos de todos os tipos devem ser evitados.
   O pragmatismo deve ser incentivado.

  Fernando Henrique é de esquerda, fez privatizações meia boca.
  O Governo além de ter grande poder de veto (isso acho aceitável) dominava os Fundos de Pensões que detinham a maioria das ações.(isso acho inaceitável)
  Assim possibilitou o Petrolão.
  Mas claro o Petrolão só aconteceu porque elegemos corruptos.
  Em uma "Noruega" onde o povo é mais ético, o Petrolão não aconteceria.
  Citei a Noruega porque com a descoberta do Pré Sal por volta de 2008 (Governo Lula) tínhamos a esperança de virar uma nação de primeiro mundo.
  Com tanta roubalheira, a reserva do Pré Sal já estabilizou, vai entrar em queda produtiva e ... continuamos na "fezes".
  Mas não tem povo inocente, escolhemos conscientemente votar no PT.
  As eleições de 2022 não deixaram duvidas.
  Eu também queria Bolsonaro fora ... desde que não acontecesse a volta do pessoal do Mensalão, Petrolão e dos desvios dos Fundos de Pensão - Link

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 Resumo: 

1. O Brasil está muito distante do nível de liberdade econômica dos países desenvolvidos.
Você argumenta que países frequentemente vistos como referência social-democrata, como Países Baixos e Portugal, possuem economias muito mais livres do que a brasileira. Por isso, sustenta que o Brasil precisaria avançar em direção a políticas mais pró-mercado para se aproximar do padrão europeu.

2. A social-democracia governa de forma pragmática, adotando políticas econômicas mais próximas do centro-direita.
Sua tese é que partidos social-democratas mantêm um discurso de esquerda, mas, na prática, utilizam mecanismos de mercado e políticas econômicas que você considera compatíveis com economias capitalistas.

3. O excesso de estatização trouxe resultados negativos para o Brasil.
Você afirma que tanto os governos militares quanto os governos do PT mantiveram forte presença estatal na economia, defendendo que esse modelo contribuiu para ineficiência econômica e problemas fiscais.

4. Os investimentos em refinarias durante os governos Lula e Dilma representaram desperdício de recursos públicos.
Seu principal exemplo é que mais de R$ 100 bilhões foram destinados ao setor de refino sem que os projetos fossem concluídos conforme o planejado. Você cita os casos de Abreu e Lima, Comperj, Pasadena e Premium I e II como evidências de sobrecustos, cancelamentos e prejuízos.

5. As privatizações de Fernando Henrique foram incompletas ("meia boca").
Embora reconheça que FHC promoveu privatizações, você argumenta que o governo manteve forte influência sobre empresas privatizadas por meio dos fundos de pensão, preservando mecanismos de controle estatal que considera inadequados.

6. O Petrolão decorreu tanto de falhas institucionais quanto da escolha de governantes corruptos.
Você sustenta que a estrutura criada nas privatizações parciais facilitou o esquema de corrupção, mas enfatiza que ele só ocorreu porque autoridades corruptas foram eleitas. Também afirma que uma sociedade com padrões éticos mais elevados teria menor probabilidade de produzir um escândalo semelhante.

7. O Pré-Sal representou uma oportunidade histórica desperdiçada.
Você argumenta que a descoberta do Pré-Sal gerou expectativa de que o Brasil pudesse alcançar o nível de desenvolvimento de países ricos em petróleo, como a Noruega, mas que corrupção, má gestão e desperdício de recursos impediram que essa oportunidade se transformasse em desenvolvimento sustentável.

  

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sábado, 4 de julho de 2026

Dica para Professores

 



Estela: Colocaram vidro na água da professora. 
  Ainda acham que o maior problema da escola é a "doutrinação"!!!

Vânia: Professor não consegue nem dar aula. 
  Não consegue nem ter silêncio. 
  Imagina conseguir “doutrinar” alguém. 
  Essa galera viaja!

William: Então o principal problema é a indisciplina?
  Será que isso tem a ver com a "educação libertadora" que tirou a autoridade do professor para ele não passar por "opressor"?

  Não acredito que a intenção de Paulo Freire fosse que o professor perdesse autoridade na sala de aula, mas visivelmente foi o que acabou acontecendo.
  O método de alfabetização dele (para adultos) é o que menos importa.
  O que pesa mais é sua influência como pensador na sua  obra PEDAGOGIA DO OPRIMIDO.
   Paulo Freire é tratado como educador e filósofo, embora sua formação tenha sido em Direito.
  Uma das suas postulações é a educação libertadora.
  Ao invés de uma relação "vertical" entre aluno e professor, ele propõe uma relação "horizontal".
  O professor deve evitar ao máximo qualquer atitude que possa ser interpretada como "autoritária" (opressora).
  O resultado previsível aconteceu INDISCIPLINA.

Isaura: E há, muitas vezes, uma série de omissões, né?! 
  Da família, da direção e coordenação, do sucateamento das escolas, do ataque sistemático à educação, e também do esgotamento familiar que não tem tempo (muitas vezes por estar se matando de trabalhar) de estar atento aos filhos, delegando a atenção a eles para as telas. 
  Esse é um problema muito mais profundo.
  Nós, professores, estamos num mato sem cachorro mesmo…

William: Tenho uma dica para os professores.
  Esqueçam a "educação libertadora".
  Crianças precisam de disciplina.
  Muitos pais pensam igual eu, mas os "especialistas em educação" dizem que estamos errados.
  Os especialistas são professores e pedagogos... os políticos seguem os conselhos desses técnicos.
  Qualquer um fora desse meio dizem que "não tem lugar de fala".


Estela: Compreendo sua crítica... 
  Mas as escolas, desde sua idealização, estão fadadas ao fracasso. 
  Ora, a educação compulsória surge para "disciplinar" os corpos dos trabalhadores. 
  As escolas estão imersas em um sistema muito mais complexo. 
  Então, será que singularizar em Paulo Freire o problema é o correto?

William: Não singularizei em Paulo Freire, não espero que ele faça nada até porque já não está entre nós.
  Minha parte de pai eu faço, minhas filhas são bem educadas, sempre elogiadas pelo corpo docente.
  Não tenho como obrigar outros pais disciplinarem seus filhos.
  A escola também não.
  Mas a escola enquanto instituição pode estabelecer normas mais rígidas e forçar uma adequação.
  Exemplo simples, defendo uniformes nas escolas.
  A criança precisa entender que até com a vestimenta se respeita uma instituição.
  Na minha caminhada matinal, passo por estudantes com  roupas extremamente sensuais ou extremamente despojadas ... chinelo Havaiana, short meio pijama...
  Tenho apoio dos professores para exigir uniforme?
  Até hoje nenhum me apoiou explicitamente.
  Tem algum por aqui que me apoia?

Estela: William, vou usar o exemplo dos uniformes que você trouxe.
  Eu sou uma professora que constantemente reforça o uso adequado do fardamento. 
  Na verdade, na minha instituição (graças a Deus), todos são assim.
  A governadora do estado libera o auxílio tênis, eles ganham fardas e bolsas...
  Agora veja: todos os dias está lá minha gestora mandando os meninos pra casa, porque estão de chinelo. 
  Alguns levam na bolsa, trocam escondido.
  Cadê a família? Como que eles deixam as filhas saírem com as fardas cortadas ou pintadas?
  Veja, eu frequentei escola pública, mas sai de casa educada.
  Espero que entenda meu ponto.

William: É o mesmo ponto que o meu.
  O que a criança ou adolescente faz fora da escola é problema deles e dos familiares.
  Dentro da escola é disciplina.
  Aquelas escolas cívico - militares tem essa proposta e tem atraído o interesse de muitos pais.
  Eu apoio esse tipo de escola?
  "Pra mim" todas as escolas deveriam ter meios legais de impor disciplina.
   Pode ser o melhor método de ensino do mundo, sem disciplina não tem efeito.
   Se a escola é Católica, Protestante, Ateia, Umbandista ... vai da escolha e possiblidades dos pais.
  Família Educa, escola ESCOLARIZA.

Vânia: Não sou pedagoga. 
   A única coisa que sei é que professor nenhum tem capacidade de doutrinação, pois não consegue ser ouvido por ninguém dentro de sala de aula. 
   Foi isso que escrevi.

William: Para entender certas coisas você tem que ter uma visão holística, não olhar só para o hoje.
   As crianças pós popularização da Internet (por volta de 2014) não tem como serem doutrinadas na escola.
  A indisciplina delas vem da doutrinação nas décadas de 1960, 1970, 1980.
   Pais e avós que se convenceram que quem educa é a escola e a escola por sua vez priorizou "formar cidadãos".
   Essa foi uma decisão cultural do nosso povo.
   O problema ao meu ver é que os professores que estão sendo formados continuam com a mesma visão cultural.
   A cultura de um povo pode mudar ... se a maioria quiser mudar...




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 Resumo: 


1. A indisciplina pode ser um problema mais grave do que a doutrinação.
o Você desloca o foco do debate ao argumentar que, se professores sequer conseguem manter a ordem em sala, a indisciplina merece atenção central.

2. A perda de autoridade do professor estaria ligada à influência da "educação libertadora".
o Sua principal tese é que a valorização de uma relação mais horizontal entre professor e aluno enfraqueceu a autoridade docente e contribuiu para o aumento da indisciplina.

3. A principal influência de Paulo Freire não seria seu método de alfabetização, mas sua filosofia educacional.
o Você sustenta que o impacto mais relevante de Paulo Freire está na obra Pedagogia do Oprimido e em sua concepção de educação, mais do que em seu método de alfabetização de adultos.

4. A rejeição de práticas consideradas "autoritárias" teria produzido um efeito contrário ao desejado.
o Segundo seu argumento, ao evitar qualquer postura que pudesse ser vista como opressora, muitos professores perderam instrumentos para manter a disciplina, gerando um resultado previsível: salas de aula mais indisciplinadas.

5. Paulo Freire não teria pretendido esse resultado, mas sua influência teria levado a ele.
o Você faz uma distinção entre intenção e consequência, afirmando que não acredita que Freire desejasse enfraquecer a autoridade docente, porém considera que esse foi o efeito prático de suas ideias.

6. Crianças precisam de disciplina, e os professores deveriam abandonar a "educação libertadora".
o Essa é sua proposta prática: recuperar modelos educacionais que enfatizem disciplina e autoridade do professor como condições para o aprendizado.

7. O debate educacional estaria excessivamente concentrado nos especialistas.
o Você critica o fato de pedagogos e professores influenciarem as políticas públicas enquanto pais e pessoas de fora da área seriam frequentemente desqualificados por supostamente não terem "lugar de fala", apesar de muitos defenderem uma educação mais disciplinada.


  


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quinta-feira, 2 de julho de 2026

Gosta de Escrever?

  



Nanda: Vamos ser sinceros amores…90% dos usuários do Substack não leem newsletters
  9% só lê rapidamente o conteúdo sensacionalista que gosta para poder fazer restack de notas sensacionalistas, para gerar engajamento.
 0,5% lê porque gosta de aproveitar o tempo e adquirir conhecimento independente do conteúdo.
 0,5% (e às vezes nem isso) realmente lê, reflete, e através do senso crítico, filtra o que pode ser aplicado ou não ao dia a dia.

William: Se o tema de um filme me chama atenção, assisto por 15 minutos, daí decido se vou gastar quase 2 horas nele ou não.

  Com textos grandes é um processo semelhante.
  Se for muito grande leio os primeiros 10 parágrafos.
  Decido se continuo lendo ou não.

  A maioria tem no máximo 10 parágrafos, leio e decido se vale a pena comentar ou não.
  99% prefiro não, os motivos são vários, cada caso é um caso.

  Aceito que usem o mesmo processo comigo.
  Introduzo o tema e minha linha de pensamento.
  Geralmente disponibilizo um link para o texto relacionado.
  Clica quem quer.
  Escrevo mais para minha própria distração, preencher o tempo.
  Se acontece alguma interação, gosto, dialogar também me distrai.
  Se não acontece, já me distraí escrevendo.
  Sou pragmático.

   Gostaria de ser um autor famoso mundialmente?
   Claro que sim.
   Qual a porcentagem de humanos de todas as épocas que conseguiram isso?
   Uma fração mínima.
   Ser famoso no Brasil já seria satisfatório

   Porém, o próprio Substack já mostra o quanto a competição é difícil.
   Eu me acho melhor que qualquer um aqui.😂
   Mas o número de pessoas que me adicionaram mostra cabalmente minha impopularidade.
   Para ficar famoso o que conta é isso, quantas pessoas vão gostar do que você produz.

   Eu não curto muito contos e poesias, prefiro análises filosóficas.
   Da mesma forma, a maioria pode não gostar de análises filosóficas e preferir outros conteúdos.
   Ainda tem as pessoas que gostam de filosofia, mas não gostam da que eu pratico.

  Veja que para ser popular depende do gosto dos outros, não do dá gente.
   Provavelmente, pelo menos 50% dos que escrevem são inseguros, intimamente não tem certeza da qualidade do que produz.
   Mas "aposto" que ao menos uns 20% são tão seguros da qualidade do que escrevem quanto eu.
   Acontece que esses 20% do qual eu faço parte, produzem no estilo que gostam.
   Escrevem para seu próprio prazer.
   Não tem fórmula mágica para fazer com que multidões tenham  o mesmo gosto que a gente e nos prestigiem a ponto de até pagar pelo nosso conteúdo.

  Quem gosta de escrever ... escreva.
  Torne seu conteúdo público, esteja aberto a troca de ideias.

  É aquele pensamento que podemos adaptar ao futebol:

  Gosta de jogar, jogue, se divirta.
  Se não joga, se priva até de alguma diversão.
  Se joga, chute a gol, ele pode acontecer.
  Se não chuta ... o que já era difícil fica impossível.
  



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 Resumo: 


1. O leitor deve escolher se continua ou não a leitura.
 Assim como você assiste aos primeiros minutos de um filme antes de decidir se vale a pena, faz o mesmo com textos longos. Você considera natural que os leitores ajam da mesma forma com seus escritos.

2. Você escreve principalmente por satisfação pessoal, não por validação externa.
O ato de escrever já cumpre seu objetivo de distração e reflexão. Se houver diálogo, ótimo; se não houver, o tempo escrevendo já foi bem aproveitado.

3. O sucesso de um autor depende muito mais do gosto do público do que da qualidade do texto.
Você argumenta que popularidade não é um indicador absoluto de mérito, mas do quanto o estilo e o tema agradam às pessoas.

4. Reconhecer a dificuldade de se tornar um autor famoso é uma postura pragmática.
Embora deseje reconhecimento, você admite que alcançar fama é algo raro e que a baixa popularidade no Substack demonstra o tamanho da competição.

5. Cada autor escreve no estilo que lhe dá prazer.
Você defende que muitos escritores confiantes produzem aquilo de que realmente gostam, mesmo sabendo que isso pode não atrair grandes públicos.

6. Não existe fórmula para conquistar multidões.
Mesmo um conteúdo considerado de qualidade pode não alcançar grande audiência, porque preferências pessoais não podem ser controladas nem padronizadas.

7. Quem gosta de escrever deve escrever e publicar.
Sua conclusão é um incentivo à ação: publicar, trocar ideias e "chutar a gol". A analogia com o futebol resume seu argumento central: quem não tenta elimina qualquer possibilidade de alcançar leitores ou reconhecimento.


  


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quarta-feira, 1 de julho de 2026

Iluminismo e Protestantismo

 



Alex: O atraso histórico não se deve ao catolicismo, mas sim ao protestantismo (especialmente o calvinismo e o anglicanismo), que introduziu o pensamento dinheirista, imediatista e liberal no Ocidente.
  Essa mentalidade originou o Iluminismo e mudou o foco colonial da cristianização para a exploração pura. 
  Com isso, os valores tradicionais se perderam e o papel da educação foi delegado ao Estado por conveniência iluminista. 
   Você (William) precisa ler mais, lhe a falta base teórica e historiográfica. 

William: Não sou cristão, mas é comum eu sair em defesa do cristianismo quando seus críticos o atacam demasiadamente.
  Esse comentário corrobora bastante com meus argumentos.
  A igreja Católica foi de extrema importância para nossa "sociedade judaico-cristã", foi uma maneira do Império Romano se perpetuar mantendo uma certa coesão europeia em nome de Jesus Cristo, muito disso graças a conversão de Constantino.
  Se isso não tivesse acontecido os muçulmanos provavelmente tomariam toda a Europa; o Islamismo seria a maior religião do planeta.
  "Pra mim" os resultados em termos de qualidade de vida são bem melhores do lado cristão que do lado islâmico.

   Depois de consolidada, a Igreja Católica seria nossa ruina.
   Ela ficou muito parecida com o fanatismo islâmico.
   O período que vigorou a "Santa Inquisição" é a prova mais cabal disso.
   O que falar da venda de indulgências!?

   Nesse ponto surgiu o protestantismo.
   Não tem porque "idolatrá-los", também fizeram coisas terríveis (no passado todos nós enquanto humanos éramos mais "selvagens").
   Entretanto foi um ponto de ruptura que trouxe questionamentos profundos, uma revisão de rota.
   Exemplo.
   A Igreja Católica praticamente proibia cobrar juros pelo empréstimo do dinheiro, tal qual o Islã. 😉
   Mas tal qual o Islã acumulava fortunas incalculáveis.
   O protestantismo trouxe uma flexibilização nesse aspecto econômico.
   Sem juros, sem sistema bancário.
   Se bancos fossem algo tão nefasto seria a ruina do Ocidente, não foi.
   Qualquer Banco cobra juros bem mais baixos que os agiotas.
   O problema são pessoas que pegam dinheiro emprestado e não querem ter a obrigação de pagar!!

   No comportamental o Protestantismo deu abertura para questionar a "Ditadura do Catolicismo", contribuindo para o surgimento do Iluminismo. 
   O tempo mostrou de forma cabal o que deu mais certo.
   A cultura europeia ficou tão mais eficiente que predominou no mundo.
   O que faltou "de bom" no Islamismo foi um movimento semelhante ao Iluminismo europeu.
   Lá também houve uma cisão depois da morte de Maomé, Xiitas contra Sunitas.
   Os sunitas são no geral menos radicais, mas não a ponto de termos a liberdade democrática que temos no Ocidente.
   Valeu Cristãos!
   Católicos e Protestantes (apesar dos pesares) estão de parabéns!

Nota: Ateus tiveram a chance de mostrar seu valor (eficiência) na URSS, foi patético.
  Prefiro a sociedade judaico- cristã (Centro Direita), é a que apresenta melhores resultados.


Alex: Estava boa a argumentação até chegar no ponto de que a Igreja seria a ruína do Ocidente, usando a Santa Inquisição.😁

William: Eu usei apenas para evidenciar o radicalismo religioso.
  Ponto.
  Tudo mais é ilação da sua cabeça.
   Sou responsável pelo que escrevo não pelo que “você quer” entender.😉



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 Resumo: 


Papel histórico da Igreja Católica: Você argumenta que a conversão de Constantino e a atuação da Igreja Católica foram fundamentais para manter a coesão europeia e preservar a sociedade judaico-cristã, impedindo que os muçulmanos dominassem toda a Europa.

Superioridade na qualidade de vida: Sob a sua perspectiva, os resultados práticos em termos de qualidade de vida e desenvolvimento social são visivelmente superiores nas sociedades de matriz cristã quando comparadas às de matriz islâmica.

A decadência e o fanatismo católico: Você aponta que, após se consolidar, a Igreja Católica flertou com a própria ruína ao adotar posturas semelhantes ao fanatismo islâmico, citando a Santa Inquisição e a venda de indulgências como provas cabais dessa degradação.

O protestantismo como ruptura necessária: Sem a necessidade de idolatrar os protestantes (reconhecendo que também cometeram erros no passado), você defende que o movimento funcionou como uma revisão de rota indispensável para quebrar a hegemonia e os dogmas católicos.

Flexibilização econômica e importância dos juros: Você ressalta o impacto econômico do protestantismo ao permitir a cobrança de juros (prática proibida pelo Catolicismo e pelo Islã). Para você, essa mudança viabilizou o sistema bancário moderno, que se provou essencial para a eficiência e o avanço do Ocidente.

Contribuição para o Iluminismo e a liberdade: No aspecto comportamental, você defende que a abertura gerada pelos questionamentos protestantes contra a "ditadura do catolicismo" pavimentou o caminho para o surgimento do Iluminismo e para as liberdades democráticas ocidentais — algo que faltou ao Islã.

Preferência pelo modelo judaico-cristão: Ao traçar um paralelo com o ateísmo estatal (exemplificado pelo desempenho que você classifica como "patético" na URSS), você conclui que o modelo de sociedade judaico-cristã (alinhado à centro-direita) é o que apresenta os melhores resultados práticos.


  

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segunda-feira, 29 de junho de 2026

Aposta de Miseráveis

 

Ciro: Se as pessoas apostam, é porque são enganadas com a ideia de conseguirem sair de situação desesperadora. 
 Então a frase correta seria “pessoas em situação de miséria foram enganadas”.

William: Enganadas por quem?
  O jogo é tão antigo quanto a humanidade.
  Qualquer um sabe que a probabilidade de perder é maior que ganhar.
  Se a pessoa tem dinheiro para jogar, falar que está na miséria é exagero.
  Me parece que boa parte da nossa sociedade “quer se enganar” que as pessoas do Bolsa Família tem só essa fonte de renda.
  Uma mulher que faz faxina e mantem essa atividade longe do radar da Receita pode ter o Bolsa Família só como um complemento de renda.
  O governo e qualquer um com o mínimo de senso da realidade sabe disso.
  Com o cruzamento de dados do PIX essa farra não vai durar muito.
  A Receita já até tem as informações, está buscando meio de fazer as taxações.
  Haddad estava preparando um meio, houve toda aquela pressão e desistiram, mas é questão de tempo para voltar a carga e conseguir...

Nota: Vemos muita gente dizer que perdeu 50 mil, 100 mil, 200 mil ... que miseráveis são esses gesuis...😂





  E se ele ganhasse?
  A empresa poderia recusar pagar o prêmio por excesso de apostas?
  Nosso judiciário ama o cidadão IRRESPONSÁVEL! 



  Não entendo a comoção tão grande com pessoas que perdem muito dinheiro nos jogos de qualquer tipo.

  Se perdeu é porque tinha.

  O vício em jogos (de azar) é conhecido há milênios na humanidade.

  Já deve estar em nosso DNA 😏 que as chances de ganhar são mínimas diante das chances de perder.

   Fora isso não sei de  nenhum pai, mãe, professor escolar ... incentivando crianças a jogar valendo dinheiro.

   Jogos fazem parte da nossa vida desde muito cedo, é uma forma de desenvolvermos nossas habilidades físicas e mentais.

  Quando a mãe brinca de se esconder da criança é um jogo.

  Montar quebra cabeça é um jogo.

  Pular amarelinha é um jogo.

  Futebol, vôlei, queimada, basquete ...


  Alguns humanos perdem o controle, fazer o que, proibir a diversão para todos!?

Desconfio que as matérias sobre viciados em "tigrinho" é manipulação para influenciar a sociedade a ser contra a regulamentação dos Cassinos.

  Porque alguns "filhos" perdem o controle o "Pai Estado" deve proibir o jogo para todos !?

  Essa é nossa triste cultura do "Estado Paizão" e o vitimismo de alguma minoria ...

  Se a pessoa por si só não entende o que está exposto no vídeo em destaque ... é muito burra, a burrice cobra seu preço.

  Se entende, mas prefere se entregar ao prazer do jogo:

 "A vida é sua, estrague como quiser".

Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é.




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 Resumo: 

1. Responsabilidade individual do apostador Quem aposta conhece as regras do jogo — as chances de perder sempre superam as de ganhar, e isso é sabido há milênios. Portanto, a narrativa de "enganado" não se sustenta: a pessoa escolhe apostar.

2. Contradição do discurso da miséria Se alguém tem dinheiro disponível para apostar — às vezes dezenas ou centenas de milhares de reais — afirmar que está em situação de miséria é um exagero ou uma inconsistência lógica.

3. O Bolsa Família como complemento, não única renda Boa parte da sociedade prefere ignorar que muitos beneficiários do Bolsa Família possuem outras fontes de renda informais, como serviços domésticos fora do radar da Receita. O governo e qualquer observador atento sabem disso.

4. O cruzamento de dados via PIX vai mudar esse cenário A Receita Federal já possui meios de rastrear rendas informais. A tentativa de Haddad de taxar essas movimentações foi suspensa por pressão política, mas você aponta que é questão de tempo até que isso seja retomado.

5. Suspeita de manipulação midiática As matérias sobre viciados em jogos como o "tigrinho" podem ser instrumento de pressão para moldar a opinião pública contra a regulamentação dos cassinos — usando casos extremos para justificar restrições para todos.

6. Crítica ao "Estado Paizão" e ao vitimismo Proibir jogos para toda a sociedade por causa de uma minoria que perde o controle é a manifestação de uma cultura paternalista e de vitimismo. O argumento de que o Estado deve proteger o adulto de si mesmo é, na sua visão, infantilizante.

7. Autonomia como princípio: "a vida é sua, estrague como quiser" Quem entende os riscos e ainda assim escolhe jogar está exercendo sua liberdade. Quem não entende o que está diante dos seus olhos arca com as consequências da própria imprudência. A responsabilidade é, em última análise, individual.


  

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