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segunda-feira, 24 de agosto de 2026

Flávio Democrático




Roberto >> Flávio e a família dele não se enquadram em nada democrático.

William >> Não sei baseado em que alguém pode dizer isso, desafia qualquer lógica.
   Não acompanho muito essa família, mas até onde sei todos que ocuparam cargos políticos foram eleitos pelas regras da nossa legislação eleitoral. 
  Votei em Jair Bolsonaro duas vezes, mas porque do outro lado estava o pessoal do Petrolão.
  Em 2018 preferia o Geraldo, em 2022 preferia Sérgio Moro.
  Geraldo não chegou no segundo turno.
  Sérgio Moro se enrolou no meio do caminho.

  No Governo Jair não vi jornalistas tendo que fugir do país.
  Pelo contrário, Jair falava muita besteira, mas sempre falava com os jornalistas.
  Lula vive falando em censurar a Internet e junto com Moraes e Janja censurou bastante e quer mais.
  Pediu em público ajuda a China para enviar um de seus técnicos em censura pra cá.
  O que dizer do 8 de Janeiro?
  Lula já tinha tomado posse, era seu pessoal que fazia segurança dos prédios.
  14 anos de prisão porque uma mulher passou batom em uma estatua!?
  Não precisa dizer mais nada.

  Se é o Flávio que temos para tentar combater essa opressão do PT STF, é no Flávio que vou votar no segundo turno.
  Eu preferia Tarcísio de Freitas.


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Resumo:

1. A acusação de que Flávio Bolsonaro e sua família não seriam democráticos carece de fundamento lógico. Você questiona em que se baseia essa afirmação e lembra que os integrantes da família que ocuparam cargos políticos chegaram a eles por meio de eleições regidas pela legislação eleitoral.

2. Seu voto em Bolsonaro foi uma escolha eleitoral, não uma adesão incondicional. Você explica que votou em Jair Bolsonaro em 2018 e 2022 porque considerava o pessoal do Petrolão piores — inicialmente preferia Geraldo Alckmin e depois Sérgio Moro.

3. Você contrapõe os governos Bolsonaro e Lula em relação à liberdade de imprensa e à censura. Segundo seu argumento, durante o governo Jair você não viu jornalistas precisarem fugir do país, enquanto considera preocupante a defesa, por Lula, de medidas de censura da internet.

4. O 8 de Janeiro é apresentado como um questionamento sobre a atuação do governo Lula na segurança dos prédios públicos. Você destaca que Lula já havia tomado posse e que a segurança estava sob responsabilidade de seu governo, mencionando ainda as imagens do general Gonçalves Dias no Palácio do Planalto.

5. As condenações relacionadas ao 8 de Janeiro são usadas para questionar a proporcionalidade da resposta estatal. Você considera particularmente emblemático o caso da mulher condenada a 14 anos de prisão por passar batom em uma estátua, utilizando-o como argumento contra o que entende como opressão institucional.

6. Sua preferência política é pragmática e condicionada pelo cenário eleitoral. Você afirma que preferiria Tarcísio de Freitas, mas, caso Flávio seja a alternativa no segundo turno para enfrentar aquilo que chama de “opressão do PT STF”, votará em Flávio.

7. O eixo central do texto é a defesa da escolha eleitoral contra acusações genéricas de antidemocracia. Seu argumento é que, diante de candidatos eleitos democraticamente e de sua própria experiência com diferentes opções políticas, não basta rotular Flávio ou sua família como “não democráticos”; é necessário apresentar fundamentos concretos para essa acusação.



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É Para Casar

 




Comentarista: "Meu date acabou de me avisar que chegou. 
  Ao ir até a sacada para conferir com qual veículo ele havia vindo, percebi que estava dirigindo um Polo. 
  Diante do modelo do carro , fiquei chocada ,confesso que não estou com coragem de descer para encontrá-lo .
  A insatisfação e a decepção com o tipo de carro em que o rapaz chegou, me fez questionar se realmente valia a pena sair para o encontro."

William >> Nesse tipo de postagem a primeira coisa que reparo nos comentários é a generalização.
   Parece que essa moça é a representante fiel do pensamento de pelo menos 80% das mulheres.😉

   Não vi o corpo da moça nem vou procurar, então falarei só do rosto.
   Não acho feia, mas também não é um rosto espetacular. 
   Lembrando que ela esta bem maquiada para o encontro e filtro na imagem é bem comum no celular das moças.
   Ao natural não deve ser melhor.
   Também não vou criticar a altíssima autoestima da moça.
   Se ela quer um parceiro que possa lhe proporcionar grande qualidade de vida econômica deve ir em busca do que acha melhor para sua vida.
   Do lado do homem também é bom.
   Um pobre ficar rico é bem difícil e para esse tipo de mulher, classe média não serve … por enquanto.
   Lá pelos 30 se não aparecer nenhum ricaço ela vai diminuindo o nível de exigência.
  Lembrei de uma frase que achei engraçada e um fato para muitos:


“Não estou mais atrás de vencer 
na vida, empatando já está bom.”



  Todos temos grandes sonhos na adolescência, o tempo passa …alguns vencem na vida a maioria se
contenta com o empate, outros aceitam a derrota.

  E o cara do Polo?

  O tempo que o "pobre" iria perder com essa moça pode conhecer outra com outros critérios.
  A palavra pobre esta entre aspas porque no Brasil só de ter um carro como o Polo já não é tão pobre.



  Quando conheci minha esposa eu tinha um Fiat 147.
  Carro bem simples já tinha até saído de linha, no lugar entrou o UNO.
  O antigo namorado da minha esposa não tinha carro e ela pretendia casar com ele.
  Uma mulher que valoriza mais a pessoa do que o que ela tem.
  Bom pra mim que não tinha grande expectativa de melhora.
  Teve um acontecimento que eu pensei, essa é para casar! 
  
  Um sábado a noite nós estávamos indo para um programa bem barato, comer Hot-dog na praça, o Fiat parou.
  Deu pane seca, eu era cuidadoso, mas o marcador de combustível não funcionava direito.
  Coloquei gasolina, nada de voltar a funcionar.
  Teria que dar um tranco, ela não sabia dirigir… teve que empurrar.
  Nenhuma expressão de desapontamento. 
  Ela realmente queria me ajudar naquela situação.
  Nisso de empurrar o carro passamos perto de uma pizzaria movimentada.
  Tinha 3 caras na porta eles poderiam ajudar, mas preferiram zoar.
 
  "Loirinha, você merece coisa melhor."

  😂
  Agora eu rio, mas foi fooood****
  Em situações extremas eu fico … apático.
  Ignorei tudo a minha volta, tinha que me concentrar em fazer o carro funcionar e … não consegui.
  Deixei o carro em uma rua menos movimentada.
  Dinheiro para guincho nem pensar.
  No outro dia pediria a um mecânico de oficinas próximas para dar uma olhada.
  Quase não falei mais nada.
  Levei a Mara até o ponto de ônibus com ela tentando me animar, mas é impossível.
  Para não ser grosseiro ou ficar reclamando prefiro o silêncio.

  Mesmo nos momentos mais difíceis procuro algo bom para buscar algum equilíbrio mental.

  
Fui para casa triste, aceitando a derrota e pensando … que mulher hein!? 
  Se ela ainda me quiser é para casar…💖



  A vida tem um roteiro que devemos "tentar" seguir, não somos "obrigados" a seguir.
  Pense menos no cinema e mais no teatro onde por vezes é preciso improvisar.
  Nascer ...brincar, estudar, trabalhar, constituir família, se aposentar ...morrer.
  Como você vai preencher esse espaço entre o nascer e morrer depende das condições sociais e biológicas que nasceu...





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Resumo:

1. Crítica à generalização precipitada: Você aponta como erro encarar a atitude da jovem do vídeo como uma representante do pensamento de 80% das mulheres, recusando-se a transformar um caso isolado em regra geral.

2. Critério estético x expectativa econômica: Ao avaliar o visual da moça (notando maquiagem e filtros de imagem), você defende que ela tem o direito de buscar parceiros com grande poder econômico devido à sua alta autoestima, mas observa que isso afunila suas opções imediatas.

3. O ajuste de exigências com o tempo: Você argumenta que o alinhamento com a realidade é inevitável. Com o passar dos anos (por volta dos 30 anos), caso não encontre o parceiro idealizado e "ricaço", a tendência natural é a redução do nível de exigência econômica.

4. Livramento e ganho de tempo para o motorista: Na sua visão, a recusa por parte da moça não é uma perda para o dono do Polo, mas uma oportunidade. Ele deixa de gastar tempo com alguém focado no status e ganha a chance de encontrar uma parceira com outros valores.

5. A visão de valorização pessoal através da experiência própria: Usando sua história de vida com sua esposa (Mara), você contrasta o comportamento superficial com o de uma mulher "para casar" — que valoriza o caráter do parceiro independentemente de possuir apenas um Fiat 147 e passar por imprevistos materiais.

6. Resiliência e equilíbrio mental nos percalços: Diante de situações difíceis ou humilhantes (como ter o carro quebrado e ser zombado por terceiros), você defende o silêncio e o autocontrole em vez de lamentações, buscando sempre extrair algo positivo até mesmo dos momentos mais adversos.

7. O "Teatro da Vida" e a capacidade de improviso: Você argumenta que a vida não segue um roteiro engessado de cinema. Embora existam etapas básicas entre o nascimento e a morte, o modo como preenchemos essa jornada depende de nossas condições biológicas, sociais e, acima de tudo, da nossa capacidade de improvisar.

 


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sexta-feira, 21 de agosto de 2026

Vida Indígena

 




Revista Veja : "Mortes no território ianomâmi disparam no governo Lula e superam a gestão Bolsonaro."

 Entre 2023 e 2025:
 Governo Jair Bolsonaro -   951 óbitos
 Governo Luís Inácio      - 1121 óbitos

William >>  Nessa meditação vai parecer que estou "passando pano" para os governantes, mas limpe sua mente.
  O que faço é pura análise lógica.

  Pesquisei as três principais causas das mortes.

a) Pneumonia Grave ou Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) (para infecções respiratórias);

b) Malária Falciparum / Infecção por Plasmodium (para a malária);

c) Desidratação Grave por Gastroenterite Aguda (para quadros de diarreia).

  Prestem atenção nesses dados:

   A expectativa de vida dos Yanomami é estimada em cerca de 45 a 50 anos, variando conforme a região e o grau de isolamento ou acesso à saúde. 
  Em períodos de crises sanitárias e surtos epidemiológicos severos, esse indicador sofre reduções drásticas.
   A expectativa de vida dos yanomamis é  menor que a média nacional brasileira, cerca de 75 a 76 anos), refletindo o alto impacto da mortalidade infantil, das doenças infectocontagiosas e da desnutrição aguda sobre a população.

  Em 1950, a expectativa de vida ao nascer no Brasil era de aproximadamente 48 anos (estando entre 45 e 48 anos, segundo dados do IBGE).
  O índice da época era  impactado pela alta taxa de mortalidade infantil e pela falta de saneamento básico, vacinas e acesso à medicina preventiva na maior parte do país.

   Perceberam?
   Os ianomâmis (enquanto povo indígena) querem permanecer vivendo de forma primitiva.
   Nós (enquanto povo urbano) queremos que eles continuem vivendo de forma primitiva, achamos lindo (não eu claro).

  Mas queremos a "magica" dos indígenas não arcarem com as consequências de viver de modo primitivo!?
  E dá-lhe colocar a culpa em garimpeiros, aquecimento global, "desgoverno" ...

  NÃO!
  Não estou dizendo que temos que ignorar essas outras variáveis.
  O que não entendo é ignorar a causa principal.

  Quer viver de maneira primitiva, vai morrer de causas primitivas... e provavelmente mais cedo.

  Essa lógica entra em vossas mentes?



                                      

    

 “As reservas indígenas brasileiras ocupam 12,5% do território nacional, segundo a Fundação Nacional do Índio (Funai).
 O número equivale a 1.069.424,34 quilômetros quadrados de terra distribuídos em 503 terras indígenas já reconhecidas.
  Com exceção do Rio Grande do Norte e do Piauí, todos os outros estados brasileiros possuem áreas de reservas indígenas.
  O Amazonas é o estado que mais possui áreas indígenas.
  A população que vive em aldeias é de 512 mil pessoas, distribuídas em 225 etnias com 180 línguas diferentes.
 
  O Brasil ainda tem outras 112 terras indígenas que estão sendo analisadas e ainda não têm superfície definida.”
 (Globo)
 

 



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quarta-feira, 19 de agosto de 2026

República Weimar

 



Paulo >>  “Pesquise quais eram as políticas defendidas pela extrema-direita na Europa durante a República Weimar, que antecedeu o nazismo.”

  
William >> O pensamento de direita tendo como obra principal "A Riqueza das Nações", defende na pratica a "Centro Direita".
  Uma direita mais radical defende estado mínimo.
  Pela lógica, uma extrema direita defende ausência de estado.
  Hitler e sua galera em algum momento defenderam isso!?
  Não faz sentido classificar de extrema direita qualquer estado totalitário, é mais narrativa enganosa da esquerda, essa sim defende um Estado máximo na sua vertente socialista.

  A República de Weimar foi o regime democrático representativo e parlamentar estabelecido na Alemanha após a derrota na Primeira Guerra Mundial e a queda da monarquia.  
  Foi marcada por grave crise socioeconômica hiperinflação e impacto da Crise de 1929 e por profunda instabilidade politica.
  Durou de 1919 a 1933, foi encerrada com a ascensão de Adolf Hitler ao poder.
   
  (Pense no Brasil quando Jânio Quadros renunciou e aconteceu toda aquela agitação politica, até 1964 quando os militares assumiram.)


  Paralelo a isso não pode ser esquecida a Revolução Russa ocorrida em 1917 e a ascensão da URSS querendo dominar toda a Europa.
  A URSS começou oficialmente em 1922 cooptando três nações, até 1930 já eram sete.

  Josef Stalin (Stalinismo) assumiu o poder de forma gradual entre 1924 e 1929.

1922: Torna-se Secretário-Geral do Partido Comunista, posição burocrática que usou para consolidar influência.

1924: Com a morte de Lênin, integra o triunvirato governante e inicia a eliminação política de rivais (como Leon Trotsky).

1929: Exila Trotsky e derrota a oposição, tornando-se o líder absoluto e ditador incontestável da URSS.

  Na Alemanha tinha muita gente simpática a Stalin, assim como hoje tem muita gente simpática a Putin.
  Hitler era da ala contra Stalin.
  Stalinismo era "metáfora" para comunismo e domínio russo por toda Europa.

  Na República Weimar havia grupos políticos (NSDAP e DNVP) que defendiam algumas pautas, vamos às 3 principais.

1 - Revisão do Tratado de Versalhes: Rejeição do pagamento de reparações e das perdas territoriais.

2 - Nacionalismo étnico e eugenia: Defesa do antissemitismo e da superioridade racial.

3 - Para militarismo: Uso de violência política para desestabilizar o regime.

  Tanto o NSDAP (Partido Nazista) quanto o DNVP (Partido Popular Nacional Alemão) viam o avanço e a influência soviética como uma ameaça existencial e mortal à Alemanha.

 NSDAP: Enxergava a URSS sob a ótica da eugenia e do antissemitismo, criando a teoria do "judeu-bolchevismo". 
  Para Hitler, o comunismo soviético era um complô judaico global para destruir as nações europeias.

 DNVP: Conservador, aristocrático e monarquista, encarava a URSS como a destruição da ordem social tradicional, da propriedade privada, da religião e dos valores prussianos.

  O que esses posicionamentos tem a ver com a obra de Adam Smith?
  O que esses posicionamentos tem a ver com a Escola Austríaca? 
  (Referências históricas do pensamento de direita.)

  No caso do DNPV tem a defesa da propriedade privada, fora isso tem a defesa da "religiosidade" ... o pensamento de direita defende liberdades e liberdade religiosa faz parte.

  O importante é perceber que esses dois partidos tinham em comum a ojeriza ao Stalinismo.
  Como a URSS era reconhecida como "Esquerda", fez essa propaganda pela Europa e mundo a fora que seus opositores eram de "Extrema Direita".
  Mas basta análise lógica básica para perceber que Stalin, Hitler e Mussolini defendiam e promoveram estados TOTALITARIOS.

  "TUDO DENTRO DO ESTADO, NADA CONTRA O ESTADO, NADA FORA DO ESTADO."
   (Benito Mussolini)

  Tem algo mais esquerdista que isso!?

  Onde tem algo parecido na obra de Adam Smith ou nos pensadores da Escola Austríaca!?
  Karl Marx também pregava fim do Estado, mas antes tinha que ocorrer o Socialismo que pregava ESTADO MÁXIMO.

Nota: Não existem dois governos exatamente iguais em cada detalhe.
  Não tenho problemas com os que hesitam em classificar a Alemanha nazista como sendo de esquerda.
  O problema é terem  a certeza que foi de direita ou pior "extrema direita".

  O grupo que poderia ser classificado de extrema direita são os anarquistas que defendem propriedade privada, Libertarianismo.

  Os anarquistas que defendem propriedade coletiva são de extrema esquerda, Comunistas

  Tudo mais são narrativas tendenciosas.






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Resumo:


1. Incoerência na classificação de "Extrema-Direita" para Estados Totalitários:
Se o pensamento de direita tem como pilar econômico o livre mercado (A Riqueza das Nações, de Adam Smith) e o libertarianismo/Escola Austríaca busca a redução do Estado, pela lógica, a "extrema-direita" defenderia o Estado mínimo ou a ausência do Estado (como no anarcocapitalismo). Portanto, classificar regimes de Estado máximo/totalitário como "extrema-direita" seria uma contradição conceitual.

2. A República de Weimar e o contexto de instabilidade:
A República de Weimar (1919–1933) foi um regime democrático e parlamentar enfraquecido pela crise econômica, pela hiperinflação e pela agitação política, criando um cenário propício para a ascensão do autoritarismo, em um processo comparável às instabilidades institucionais da história brasileira (como o período entre a renúncia de Jânio Quadros e 1964).

3. A ameaça e expansão do Stalinismo/URSS:
O surgimento da URSS em 1922 e a consolidação do poder de Stalin (1924–1929) representavam uma forte pressão expansionista sobre a Europa. O stalinismo passou a ser o grande símbolo do comunismo e do domínio soviético, gerando um ambiente de forte oposição interna na Alemanha.

4. A motivação anti-stalinista de NSDAP e DNVP:
Apesar de defenderem pautas como a revisão do Tratado de Versalhes e o nacionalismo, o principal elemento de convergência entre o Partido Nazista (NSDAP) e os conservadores (DNVP) era a ojeriza ao stalinismo e a rejeição do avanço soviético, visto por eles como uma ameaça existencial.

5. A origem da narrativa "Direita vs. Extrema-Direita":
Sendo a URSS reconhecida globalmente como o polo da "esquerda", o regime soviético utilizou essa posição para rotular todos os seus opositores e inimigos políticos como de "extrema-direita", criando uma narrativa propaganda que se espalhou pela Europa.

6. Totalitarismo como essência do Estado Máximo (Esquerda):
O projeto de poder nazifascista, exemplificado pela frase de Mussolini ("Tudo dentro do Estado, nada contra o Estado, nada fora do Estado"), alinha-se à lógica do Estado máximo (a fase socialista descrita por Marx), o que diverge frontalmente do liberalismo econômico e do pensamento clássico de direita.

7. A verdadeira Extrema-Direita e a falácia da certeza histórica:
Para você, a verdadeira extrema-direita seria composta pelos libertários/anarquistas que defendem a propriedade privada e a ausência do Estado. Por fim, você argumenta que classificar categoricamente a Alemanha nazista como "extrema-direita" ignora a lógica das ideias de liberdade e resulta de uma narrativa politicamente tendenciosa.




  

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segunda-feira, 17 de agosto de 2026

Sítio 2026

 

Emerson >>  “Não adianta mais falar em sítio, prédio, nem o maior inimigo de Lula se lembra mais...”


William>>  Prefiro seguir a lógica.
  A geração Z nasceu por volta de 2000.
  Crianças e adolescentes vivem em um mundo à parte na questão de interesses, geralmente são coisas ligadas a escola, iniciação a romances, músicas ou séries da moda.
  Notícias que impactaram bastante as gerações anteriores, eram só “assunto dos velhos” 😉.

  Com os petistas fazendo denúncias (fundadas ou infundadas) sobre o Flávio e aquele eleitor que fez 18 anos em 2018 não tendo boa referência histórica, vai considerar só as máfias petistas que agiram depois de 2023.

  Nas propagandas petistas parece que Lula assumiu em 2023 pela primeira vez.
  Os brasileiros das gerações anteriores que ainda votam no PT, "pra mim" são caso perdido.

   Acredito que é mais útil levar meus conhecimentos para Geração Z.
   Além de serem eleitores, formarão outros eleitores ... seus filhos.


 

 No dia 13 de março de 2014 (data da nota fiscal), a OAS adquiriu, na Kitchens, utensílios no valor total de R$ 130.034,04 (centro e trinta mil, 34 reais e 4 centavos), incluindo:
 
Cozinha planejada: R$ 28.284,14
Geladeira: R$ 9.740,00
Máquina de lavar louça: R$ 9.100,00
Forno elétrico: R$ 10.180,00
Bancada: R$ 43.462,90.
 
  A Kitchens entregou os utensílios no sítio Santa Bárbara, em Atibaia, onde Lula passou um em cada dois fins de semana desde 2012.
  A nota foi emitida em nome de Fernando Bittar, um dos sócios do filho de Lula, Fábio Luiz, em nome de quem está metade do sítio – mas a conta foi paga pela OAS.
 
  Por que a OAS pagaria essa conta para Fernando Bittar, desconhecido e sem poder?
 
  Lula pode dizer que o sítio não é seu; mas não é essa a opinião da OAS; nem da Odebrecht, que gastou R$ 500 mil, pelo menos, na reforma do sítio.
 
  No dia 12 de novembro de 2014 (também data da nota fiscal), a OAS, na mesma loja Kitchens, adquiriu uma cozinha planejada por R$ 78.800, incluindo:
 
Geladeira: R$ 10 mil;
Micro-ondas: R$ 5 mil;
Tampo de pia de resina Americana: R$ 50 mil;
Forno elétrico: R$ 9 mil.
 
  A loja entregou esta segunda série de utensílios no tríplex 164 da torre A do edifício Solaris, na Praia de Astúrias, em Guarujá – o apartamento que Lula diz que não é dele.
 
  Ao todo, a OAS gastou, na mesma loja, R$ 312 mil com as duas cozinhas – a do sítio e a do tríplex.
 
  Com a mobília de quarto do tríplex, também comprada pela OAS, esse gasto chegou a R$ 380 mil.
  Além disso, a OAS adquiriu, para o tríplex, outros itens, por exemplo, uma escada em caracol (R$ 23.817,85), outra escada até a cobertura (R$ 19.352,00), o porcelanato para as salas de estar, jantar, TV e dormitórios (R$ 28.204,65), o rodapé em porcelanato (R$ 14.764,71), o deck da piscina (R$ 9.290,08) e um elevador interno por R$ 62.500,00.
 
Hora do Povo  (Fev/2016)
 



 





  Os mais adaptados espalham seus genes.
  O futuro é promissor para os conservadores.
  

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Resumo:




1. Foco estratégico na Geração Z: Você argumenta que tentar mudar a opinião de gerações anteriores que já votam no PT é ineficiente ("caso perdido"). Por isso, o caminho mais útil é levar informação histórica e política para a Geração Z, que, além de votar, formará os futuros eleitores.

2. O "desinteresse" histórico das novas gerações: Você aponta que a Geração Z, por ter nascido após o ano 2000, possui um "mundo à parte" focado em interesses cotidianos (escola, romances, cultura pop), o que cria um hiato de conhecimento sobre fatos políticos que impactaram o Brasil nas décadas passadas.

3. A construção da narrativa petista para jovens: Você observa que as denúncias sobre o passado do PT não chegam com peso a esse público. Como consequência, o eleitor jovem que votou pela primeira vez em 2018 ou 2022 acaba tendo como única referência histórica as máfias petistas recentes, ignorando o histórico prévio.

4. A "reinvenção" do início de mandato: Você critica a propaganda petista atual que, ao ignorar o histórico, dá a entender que Lula assumiu o governo em 2023 pela primeira vez, tentando apagar da memória coletiva os mandatos anteriores.

5. A materialidade das evidências (Sítio e Tríplex): Você utiliza dados concretos (notas fiscais, valores gastos pela OAS em cozinhas, elevadores e reformas) para sustentar que a realidade dos fatos contraria a narrativa de que os imóveis não pertenciam ao ex-presidente. O questionamento central é lógico: por que empreiteiras gastariam centenas de milhares de reais em imóveis para terceiros sem poder?

6. Responsabilidade compartilhada do eleitorado: Diferente da visão de que o Brasil foi apenas uma "vítima" do petismo, você argumenta que o eleitor teve um papel ativo. Na sua visão, o povo foi conivente com o aumento da máquina pública, Copa e Olimpíadas enquanto a economia das commodities permitia, assumindo sua parcela de responsabilidade pelo que foi votado.

7. Despersonalização da crítica: Você deixa claro que seu posicionamento não é movido por "ódio" a Lula, mas por uma análise sistêmica. Ao utilizar o termo "Pessoal do Petrolão", você enfatiza que as irregularidades foram um esforço coletivo e institucional, e não um ato isolado de uma única pessoa.


 


  

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domingo, 16 de agosto de 2026

Dedução Capenga

 




 Postagem no Face: " Segundo a ONU, o casamento gay é permitido em somente 38 países, enquanto o casamento infantil é legal em aproximadamente 117 países. 
   Diz muito sobre as prioridades da sociedade".

William >> Essa postagem tem uma pegadinha que em filosofia chamamos de "sofisma".
  Não tem nenhuma mentira no sentido de informação falsa, mas é narrada (contextualizada) de um jeito que leva a pessoa a uma dedução "capenga".

  Primeiro entendam que a ONU não é uma entidade pessoal, isso é óbvio, mas muitos parecem não entender.
  Pessoas se reúnem e chegam a um consenso.
  Aquele grupo que se reuniu representa o entendimento de toda a humanidade?
   Claro que não.
   Outro grupo poderia chegar a um consenso diferente.

   Esse grupo de estudo que se reuniu na ONU decidiu classificar como "casamento infantil" sempre que pelo menos um dos cônjuges tiver menos de 18 anos.

  Vou falar só do Brasil que conheço melhor a legislação.
  No Brasil é terminantemente proibido alguém menor de 16 anos casar, dos 16 aos 18 só é permitido casar com o consentimento do pai e da mãe.

  Juridicamente a infância vai até os 12 anos, mas vamos licenciosamente "nessa meditação" elevar para 14 anos.

  Observem que usando o BOM SENSO, no Brasil é terminantemente proibido casamento infantil.
  Mas no CONSENSO da ONU, estamos nessa lista dos 117.

   A ONU tem muito disso, o importante é que os dados choquem e levem a humanidade a deduções capengas.
   Isso diz muito sobre as prioridades da ONU?
   (De repente a ONU consegue mais contribui$ões para lutar contra o casamento de "crianças".)

  A humanidade prefere o casamento infantil que o casamento gay?
  É mentira, é verdade?

  Não sei, só sei que com o consenso usado  pela ONU "eu" não chego a uma dedução satisfatória.

  Indo além ...

  No papel tudo é muito bonito, mas na vida real...
  Se sua filha de 16 anos esta decidida a casar, o que de fato você pode fazer?
  Tá, você pode impedir que ela case no civil, mas segundo nossas leis a união estável vale a mesma coisa.
  Você vai prende-la em casa?
  Cárcere privado é crime, mesmo você sendo o pai.

  Tudo vai depender da adolescente ter um respeito tão grande por você, de modo a respeitar sua decisão.
   Um grande complicador é se ela estiver gravida.
   Uma coisa é esperar até os 18 anos de boa.
   Outra é uma criança sendo criada pelos avós sendo que o pai quer assumi-la em uma união estável.

Ludmila >> Sabe porque a ONU, definiu como casamento infantil, idade até 18 anos?

Prejuízos à saúde: Meninas adolescentes não possuem o corpo totalmente desenvolvido para a gestação, elevando taxas de mortalidade materna e complicações no parto.

2 Evasão escolar: A entrada no casamento costuma forçar a saída imediata da escola, interrompendo a educação formal de meninas.

3 Dependência econômica: A interrupção dos estudos reduz drasticamente a qualificação profissional, perpetuando ciclos de pobreza e falta de autonomia financeira.

4 Violência doméstica: Noivas menores de 18 anos frequentemente enfrentam maior assimetria de poder e vulnerabilidade a abusos físicos e psicológicos por parceiros mais velhos.

William >> Nada disso justifica usar o termo infantil. 
  O correto seria “infanto juvenil”, mas claro que não teria o mesmo apelo emocional na quantidade de contribuições financeiras.



   Chega de pedir desculpas pelo sucesso da Democracia e do Capitalismo.
   (William Robson)





  
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Resumo:


1. Uso de sofisma e narrativa indutora: A postagem analisada constrói um sofisma. Embora utilize dados verídicos, a forma como são contextualizados induz o leitor a uma dedução “capenga” e distorcida sobre as prioridades reais da sociedade em relação ao casamento gay e ao casamento infantil.

2. Relativização dos consensos da ONU: A ONU é formada por grupos de pessoas que chegam a consensos específicos, os quais não representam de forma exclusiva o entendimento de toda a humanidade. As resoluções da entidade servem apenas como ponto de partida para o debate público, e não como uma verdade incontestável ou linha de chegada.

3. Divergência entre o conceito da ONU e a legislação brasileira: O critério amplo da ONU (que define como "infantil" qualquer união com pelo menos um cônjuge menor de 18 anos) coloca o Brasil na lista dos 117 países permissivos. No entanto, aplicando o bom senso e a lei brasileira — que proíbe o casamento abaixo dos 16 anos e exige autorização dos pais até os 18 —, o Brasil não permite o casamento verdadeiramente infantil.

4. Apelo emocional e interesses institucionais: A escolha do termo "infantil" em vez do mais preciso "infanto-juvenil" visa causar um efeito chocante no público. Esse apelo emocional pode atender a interesses de captação de recursos e contribuições financeiras para as pautas da própria entidade.

5. Limitações da lei diante da realidade social: No plano prático, a proibição civil tem alcance limitado. Caso uma adolescente de 16 ou 17 anos decida morar com o parceiro, o ordenamento jurídico reconhece a união estável de forma análoga, e a autoridade parental não pode recorrer ao cárcere privado para impedi-la.

6. Complexidade de cenários práticos (como a gravidez): As normas rígidas enfrentam dilemas práticos em situações reais, como no caso de uma gestação na adolescência, em que o pai deseja assumir a família e formar um lar, tornando insustentável a imposição de esperar até os 18 anos.

7. Incapacidade da justificativa social de alterar o conceito estrito de infância: Mesmo diante dos argumentos apresentados por Ludmila (prejuízos à saúde, evasão escolar e vulnerabilidade), as consequências sociais e econômicas da união na adolescência não justificam estender o rótulo de "infantil" a indivíduos que já deixaram a infância.



  


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