Tavares: “Você deve saber bem
que as três religiões criadas no Oriente Médio sempre tiveram as mulheres como
seres de segunda classe, e elas por serem mais delicadas e fracas, tornaram-se
submissas à religiosidade”
William: Me diga quais mulheres podemos destacar nos países ateus socialistas?
Se
ateus são tão melhores que espiritualistas no trato com mulheres devem ter bons
exemplos para dar.
No religioso Egito tivemos Cleópatra.
Na Grécia, Zeus cedia a vontade e poder de
Era.
Na Inglaterra (Berço da Revolução Industrial)
tivemos várias rainhas.
E a grande Margaret Thatcher.
No religioso Brasil tivemos a Princesa Isabel, elegemos
recentemente Dilma.
Na Igreja Católica temos uma idolatria a
Maria.
Nos Estados Unidos Hilary não ganhou por
pouco, mas não dá para falar em movimento feminista sem falar em Estados
Unidos.
Enquanto
isso:
Na
China temos ...?
Na
URSS tivemos ...?
Na
Coréia do Norte temos ...?
Em
Cuba temos a grande ...?
O Comunismo em geral prega o fim das
religiões é interessante que no cristianismo temos muitas mulheres líderes.
Atualmente a primeira ministra da Inglaterra é
uma mulher Theresa May. (só um exemplo)
Na Alemanha temos a Ângela Merkel. (2017)
Não lembro de lideranças femininas desse
porte em toda história da URSS, China ou Alemanha Oriental.
O fato é que na URSS e China, regimes ateus não vemos essa proeminência das mulheres.
Veja o legado de Margaret Thatcher para a economia britânica.
Como premiê, ela reduziu o papel do Estado e incentivou o livre mercado.
Dama de ferro morreu em 08/04/2013, aos 87 anos, após derrame.
Margaret Thatcher: “Não devo nada ao movimento de libertação das mulheres.
As feministas me odeiam.
Não as posso culpar uma vez que odeio o feminismo.
É puro veneno.”
William: Em termos históricos não consigo lembrar de nenhuma mulher que eu admire mais que a Margaret Thatcher.
(“Multiplicarei grandemente a tua dor, e a tua conceição; com dor darás à luz filhos; e o teu desejo será para o teu marido, e ele te dominará" - Gênesis 3:16)
✧✧✧
Resumo:
1. Ausência de lideranças femininas proeminentes em regimes ateus/socialistas: Você questiona diretamente quais mulheres podemos destacar na China, URSS, Coreia do Norte ou Cuba, contrastando com a narrativa de que países ateus tratam melhor as mulheres.
2. Exemplos históricos e contemporâneos de mulheres líderes em contextos religiosos ou não-ateus: Cleópatra (Egito religioso), rainhas na Inglaterra (berço da Revolução Industrial), Margaret Thatcher, Princesa Isabel e Dilma Rousseff no Brasil, idolatria a Maria na Igreja Católica, e proximidade de Hillary Clinton nos EUA — demonstrando que o “espiritualismo”/religião não impede o destaque feminino.
3. Contradição da narrativa socialista/comunista: Movimentos marxistas se apresentam como grandes defensores das mulheres contra o capitalismo “machista”, mas os regimes ateus que criaram (URSS, China etc.) não produziram proeminência feminina comparável à vista em países religiosos ou capitalistas.
4. Cristianismo e presença de mulheres em posições de destaque: Apesar do comunismo pregar o fim das religiões, o cristianismo apresenta muitas mulheres líderes históricas e simbólicas, o que contradiz a ideia de que religiosidade necessariamente oprime mulheres.
5. Exemplos recentes de liderança feminina em países ocidentais: Theresa May como Primeira-Ministra da Inglaterra e Angela Merkel na Alemanha (em 2017), reforçando que mulheres alcançam os mais altos cargos em contextos não-ateus.
6. Legado e posicionamento de Margaret Thatcher: Você destaca seu papel na redução do Estado e incentivo ao livre mercado na Inglaterra, além de sua famosa rejeição ao feminismo (“Não devo nada ao movimento de libertação das mulheres... É puro veneno”), posicionando-a como uma das mulheres que mais admira historicamente.
7. Conclusão implícita: Regimes ateus/socialistas não entregam na prática a suposta superioridade no trato e promoção de mulheres, ao contrário do que sua propaganda sugere.
Esses pontos capturam o cerne argumentativo do texto: a contestação empírica à superioridade moral/ideológica do ateísmo socialista quanto à questão feminina, com ênfase em contraexemplos históricos e admiração por Thatcher.
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