đ "Quero saber onde foi parar os 54 bilhĂ”es dos Fundos de PensĂ”es PRIVADOS.
Foi um excelente roubo, melhor do que aqueles das cadernetas de poupança Delfim, Haspa e outras (sem falar do confisco na Era Collor).
Pois desta vez foi roubado Muito de Poucos.
JĂĄ a caderneta o roubo foi Pouco de Muitos (considerando os valores da Ă©poca X nĂșmero de pessoas que foram lesadas).”
(Comentarista Junho 2020)
Os Fundos eram obrigados a investir nas
“apostas” do Governo.
Podia dar certo ou errado.
Em casos importantes deu errado.
Quem aplica em açÔes ou em alguma sociedade,
sabe que pode perder ou ganhar.
Eu investi tempo e dinheiro em um pequeno
restaurante e quebrei a cara legal.
Onde foi parar o dinheiro?
No meu caso fui pagando fornecedores e
empregados, o dinheiro ficou “distribuĂdo” na cadeia produtiva.
O lucro nĂŁo veio e desisti antes de ser
obrigado a dar calotes.
O Governo petista persistiu nas apostas até
ser impossĂvel continuar, vide o caso de Eike Batista.
Enfim, o dinheiro nĂŁo existe mais para ser
resgatado.
Em caso de fraude comprovada, dĂĄ pra prender
algumas pessoas, resgatar alguns valores, mas no geral os aplicadores terĂŁo que
arcar com os prejuĂzos.
Eu que nĂŁo fiz parte de nada disso, nĂŁo quero
ver o dinheiro dos impostos desviados para cobrir rombo da Petros.
“Os prejuĂzos tambĂ©m foram causados
por investimentos que eram considerados apostas nos governos Lula e Dilma, como
Sete Brasil, Invepar e Oi.
Na visĂŁo deles, os governos anteriores pressionaram as entidades a
dividir o risco desses projetos e deixaram aos participantes os prejuĂzos.”
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