domingo, 1 de março de 2026

Putanesco

 



Murilo: Os aliados da Rússia nunca estiveram seguros.    Nos últimos anos, a Rússia assistiu ao enfraquecimento e, por vezes, ao colapso desses regimes aliados, sem lhes fornecer o apoio necessário para reverter a situação.
  De Mouammar kadhafi, Bashar al-Assad e Nicolás Maduro a Ali Khamenei, o chamado homem poderoso,   Vladimir Putin está sempre abandonando seus aliados?
  Vladimir Putin,  sempre abandonou seus aliados.

William: Eu vejo diferente, mais uma vez constatamos empiricamente que nações democráticas centro direita são mais eficientes.
  Veja o caso do Japão, ninguém precisa correr para socorrê-lo, eles mesmos vão resolvendo seus problemas democraticamente.
   Governos autoritários reprimem qualquer pensamento contrário isso impede alcançar soluções mais "refinadas".

  Veja o caso russo, quem era contra a invasão da Ucrânia foi assassinado ou preso pelo regime "Putanesco".😉
  A Rússia entrou em um buraco econômico tão grande que mesmo que volte atrás e comece com boas praticas democráticas e capitalistas, vai demorar décadas para se recuperar.
  Putin não socorre seus aliados, porque ele mesmo precisa de socorro.
  Será que chineses vão investir na Rússia a fundo perdido, só por caridade?
  Não é o estilo chinês, outro regime autoritário.







 

  

Jorge: Isso sim é um ponto!

  Já a China, focada em invasão comercial não precisa perder tempo nem dinheiro com beligerâncias mundo a fora.

 

William:  Espero que não cometam o desatino de invadir Taiwan.

   Seria a Ucrânia deles.

   A Ucrânia além de mais pobre, foi pega de surpresa na invasão da Criméia em 2014.

  Taiwan deve estar super preparada.

   Não tem como ganhar, mas vai lutar até não dar mais.

 

 

 


 

  

Marko: O Japão só abandonou o imperialismo brutal porque pirou e enfrentou China e EUA ao mesmo tempo algo que, no longo prazo, não tinha condições de sustentar contra nenhum dos dois (nem contra a URSS, como admitiram após Khalkhin Gol).

  Sem bater de frente com os EUA, talvez ainda dominasse o Pacífico ocidental hoje, possivelmente exterminando nativos, e só a duras penas sairia da China e Sudeste Asiático.

  No pós-guerra, foi obrigado a adotar democracia e fez reforma agrária sob baionetas americanas  que seguem lá até hoje, mesmo após o fim ‘oficial’ da ocupação (1949-52), ajudando a barrar a esquerda no poder.”

 

William: Citei o Japão por isso mesmo.

  A “cultura” dos povos pode mudar.

  Veja o caso do Brasil, ninguém nos obriga a votar em corruptos.

  Espero que a Geração Z corrija esse erro das gerações passadas.

   Se não corrigir ... continuaremos a fezes de sempre.

   Os russos já tem o maior território do planeta, querem mais porquê!?

  Agora eles estão divididos, mas no começo o apoio a Putin era generalizado, ainda mais depois da invasão da Geórgia e da Criméia.

  Os russos poderiam ter “evoluído” como os japoneses, mas soberanamente prefeririam o autoritarismo.



 

 


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 Resumo:


1. Nações democráticas centro-direita são empiricamente mais eficientes — Você argumenta que isso fica evidente novamente, usando o Japão como exemplo: um país que resolve seus próprios problemas de forma autônoma e democrática, sem precisar de socorro externo urgente.

 

2. Governos autoritários reprimem o pensamento contrário, o que bloqueia a busca por soluções mais refinadas e sofisticadas — Essa repressão impede o debate aberto e o refinamento de ideias, tornando esses regimes ineficientes a longo prazo.

 

3. No regime russo ("Putanesco"), opositores à invasão da Ucrânia foram assassinados ou presos — Isso exemplifica a repressão brutal, mostrando como o sistema de Putin elimina dissidência em vez de permitir correção de rumos.

 

4. A Rússia está em um buraco econômico profundo e de difícil recuperação — Mesmo se adotasse práticas democráticas e capitalistas no futuro, levaria décadas para sair da crise atual causada pelas políticas autoritárias e pela guerra.

 

5. Putin não socorre seus aliados porque ele mesmo precisa desesperadamente de socorro — A fraqueza interna da Rússia impede que ela apoie efetivamente regimes aliados (como Kadhafi, Assad, Maduro ou Khamenei), invertendo a narrativa de que Putin "abandona" por escolha — na verdade, é por incapacidade.

 

6. Os chineses não vão investir na Rússia a fundo perdido, apenas por "caridade" — Regimes autoritários como o da China não agem por solidariedade ideológica genuína; seu estilo pragmático e egoísta impede apoio desinteressado, reforçando a fragilidade do eixo autoritário.

 

7. A superioridade democrática se reflete na autossuficiência e resiliência, ao contrário da dependência e colapso dos aliados autoritários — Enquanto democracias como o Japão se sustentam sozinhas, os aliados da Rússia enfraquecem ou colapsam sem apoio real, destacando a ineficiência estrutural do modelo putinista.

 

   Esses pontos capturam sua linha principal de raciocínio: contraste entre eficiência democrática (aberta, refinada, autônoma) e falência autoritária (repressiva, ineficiente, mutuamente dependente e condenada ao fracasso). O termo "Putanesco" serve como crítica irônica e forte ao regime de Putin, reforçando todos esses argumentos.


  

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