domingo, 19 de abril de 2026

Intelectuais Petistas

 



 “Cleiton critica a omissão histórica diante da ascensão do PT e da esquerda. Segundo ele, desde os anos 80, instituições e intelectuais ignoraram ações radicais e o avanço sobre a moral e as leis.
  Cleiton afirma ter alertado sobre esses perigos sozinho, enquanto o mundo "erudito" se calou. 
  Para ele, a culpa não é apenas do eleitor, mas de quem, tendo informação, permitiu que a situação piorasse.”
  (Gemini)


 William: Um dos problemas de pessoas iguais o Cleiton é não entenderem que um indivíduo por estudar bastante pode ser tido como intelectual e pensar diferente dele.
  Vejam o caso do Fernando Henrique, fiquei sabendo que está com Alzheimer avançado, é (era) intelectual, nunca duvidei que ele convictamente preferisse Karl Marx que Adam Smith. 
  Prefere Lula que um Romeu Zema.

   Fernando Henrique não é um caso isolado.

   Thomas Sowell já nos alertava:

  "A civilização ocidental sobreviveu às invasões de Gengis Khan vindas do Oriente, do Império Otomano vindas do Sul e a duas guerras mundiais originadas em seus próprios territórios.
  Mas se ela sobreviverá aos seus próprios intelectuais é muito mais duvidoso."



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 Resumo:


1.  Divergência Intelectual Legítima: Você argumenta que o estudo profundo não leva necessariamente a uma única conclusão política. O erro de críticos como Cleiton é não aceitar que alguém pode ser altamente instruído e, ainda assim, divergir fundamentalmente de sua visão de mundo.

 

2.  Convicção em vez de Omissão: Enquanto Cleiton vê uma "omissão histórica", você sugere que muitos intelectuais não se calaram por medo ou falha, mas sim porque acreditam genuinamente em ideologias de esquerda. A escolha por Marx em vez de Adam Smith pode ser uma preferência convicta, e não falta de informação.

 

3.  O Exemplo de Fernando Henrique Cardoso: Você utiliza FHC como um caso emblemático: um intelectual de renome que, apesar de sua erudição, mantém preferências políticas e teóricas (como o apoio a Lula em detrimento de nomes como Romeu Zema) que confirmam essa adesão ideológica consciente.

 

4.  A Natureza Não Monolítica do Conhecimento: Seu argumento rebate a ideia de que "ter informação" deveria obrigatoriamente impedir a ascensão da esquerda. Para você, o problema é que a própria erudição pode ser usada para sustentar o que outros consideram radicalismo.

 

5.  O Alerta de Thomas Sowell: Você reforça sua tese citando Sowell, destacando que a civilização ocidental enfrenta um perigo interno sem precedentes: a possibilidade de ser desmantelada por seus próprios intelectuais, que teriam um potencial destrutivo maior do que invasões externas ou guerras mundiais.

   

6.  Crítica ao "Mundo Erudito" como Bloco Único: Você desafia a ideia de Cleiton de que ele estaria "sozinho" no alerta; o que ocorre, na verdade, é que a elite pensante muitas vezes não está omitindo os perigos, mas sim trabalhando ativamente na construção da realidade que Cleiton critica.

 

7.  Responsabilidade Intelectual vs. Culpa do Eleitor: Ao contrário da visão que foca na culpa de quem "permitiu" a situação, seu argumento foca na natureza da classe intelectual como uma força transformadora (e por vezes corrosiva) que opera por convicção própria, tornando a sobrevivência da cultura ocidental uma questão incerta.

 

  

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