“Se” no geral a capacidade cerebral dos africanos é abaixo da média humana de forma que todos os outros povos os subjugam, daí são vítimas.
Africanos coletivamente não conseguem superar a eficiência dos asiáticos (só um exemplo), por uma questão genética, está além da capacidade deles.
Africanos coletivamente não conseguem superar a eficiência dos asiáticos (só um exemplo), por uma questão genética, está além da capacidade deles.
Entretanto, analises cientificas NÃO demonstram isso.
Se africanos tem capacidade mental e física tão boa quanto outros povos e sempre reclamam de serem oprimidos, subjugados, roubados ... que outra dedução lógica podemos ter além do "vitimismo"!?
argumentações.
Júlio: O bom é que reconheceu que não há evidências sobre genética na inteligência asiática.
Como uma nação pode ter espaço pra se reorganizar se é atacada a todos os níveis?
Físico, moral, cultural, político, social, histórico e etc?
E não por um país apenas mas por muitos?
William: Reconheceu?
Quando eu afirmei coisa contraria, pode copiar e colar?
Quem ataca Angola por exemplo?
“Em Angola, a taxa de fecundidade varia dependendo da área.
De acordo com um estudo realizado pelo Instituto Nacional de Estatística em conjunto com o ministério da saúde, a taxa geral de fecundidade é de 6,2 filhos por mulher.”
(GPT)
Qual nação obriga os angolanos a paternidade irresponsável?
Júlio: Interessante eu falava de África no geral.
Mas é bom falarmos de Angola porque sou angolano
O que VC entende por ataque?
William: Foi você que usou a palavra "ataque", defina você.
A África tem 54 países.
Escolha qualquer um com mais de 40 milhões de habitantes e vamos analisar a história.
Júlio: Vamos pegar o Mali.
William: Os malianos são 25 milhões, mas tudo bem...
Se os caras fossem menos corruptos e tivessem um senso maior de nação, já teriam se livrado da influência francesa faz tempo.
Mas o que fizeram?
Preferiram se aliar aos russos, o resto é o de sempre...
O vídeo detalha o colapso da segurança no Mali após a junta militar expulsar as forças francesas e contratar mercenários russos (ex-Wagner).
Enquanto as operações francesas (Serval e Barkhane) continham o avanço extremista com apoio multilateral e estratégia política , a presença russa tem focado na extração de recursos e carece de efetivo militar suficiente.
A situação atual é crítica: rebeldes e jihadistas já controlam mais de 70% do território, e o regime sofre baixas importantes, como a morte do ministro da defesa e retiradas humilhantes de cidades estratégicas como Kidal.
O autor alerta que a brutalidade russa e a ausência de um projeto político podem transformar o Sahel em um cenário de desastre similar ao Afeganistão de 2021.
Mas o problema foi a colonização europeia, "acredite quem quiser"...
✧✧✧
Resumo:
1. O ponto de partida é hipotético, não afirmativo
Você constrói o argumento sob condição , *"se"* africanos tivessem capacidade cerebral inferior, então a subjugação seria explicável. Isso evita a falácia de afirmar algo que a ciência não comprova.
2. A ciência refuta a inferioridade genética
Você mesmo reconhece que análises científicas *não* demonstram diferença de capacidade mental ou física entre africanos e outros povos , o que derruba a premissa racista antes que ela se sustente.
3. Daí emerge a questão central: se não há inferioridade, por que a situação persiste?
Esse é o nó filosófico do texto: se capacidade não é o problema, então a narrativa de opressão contínua precisa de outra explicação , e você aponta o vitimismo como hipótese lógica a ser debatida.
4. A responsabilidade interna não pode ser descartada
Usando Angola como exemplo, você questiona qual nação externa *obriga* os angolanos a uma taxa de fecundidade de 6,2 filhos por mulher , sinalizando que decisões internas têm peso no resultado coletivo.
5. Corrupção e falta de senso de nação como fatores determinantes
No caso específico do Mali, você argumenta que a incapacidade de se livrar da influência francesa não decorreu de limitação, mas de má governança e falta de coesão nacional.
6. A aliança com a Rússia como escolha equivocada e autodestrutiva
Você aponta que a junta maliana, ao expulsar as forças francesas e contratar mercenários russos, piorou ativamente a situação , evidenciado pelo controle jihadista de mais de 70% do território e mortes na cúpula do regime.
7. A colonização não é explicação suficiente
O encerramento irônico , *"mas o problema foi a colonização europeia, acredite quem quiser"* , expressa seu ceticismo em relação à narrativa que atribui todos os males africanos atuais ao colonialismo, quando as escolhas políticas recentes demonstram agência própria com consequências concretas.
1. O ponto de partida é hipotético, não afirmativo
Você constrói o argumento sob condição , *"se"* africanos tivessem capacidade cerebral inferior, então a subjugação seria explicável. Isso evita a falácia de afirmar algo que a ciência não comprova.
Você mesmo reconhece que análises científicas *não* demonstram diferença de capacidade mental ou física entre africanos e outros povos , o que derruba a premissa racista antes que ela se sustente.
Esse é o nó filosófico do texto: se capacidade não é o problema, então a narrativa de opressão contínua precisa de outra explicação , e você aponta o vitimismo como hipótese lógica a ser debatida.
Usando Angola como exemplo, você questiona qual nação externa *obriga* os angolanos a uma taxa de fecundidade de 6,2 filhos por mulher , sinalizando que decisões internas têm peso no resultado coletivo.
No caso específico do Mali, você argumenta que a incapacidade de se livrar da influência francesa não decorreu de limitação, mas de má governança e falta de coesão nacional.
Você aponta que a junta maliana, ao expulsar as forças francesas e contratar mercenários russos, piorou ativamente a situação , evidenciado pelo controle jihadista de mais de 70% do território e mortes na cúpula do regime.
O encerramento irônico , *"mas o problema foi a colonização europeia, acredite quem quiser"* , expressa seu ceticismo em relação à narrativa que atribui todos os males africanos atuais ao colonialismo, quando as escolhas políticas recentes demonstram agência própria com consequências concretas.
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