terça-feira, 3 de março de 2026

Orçamento Secreto





  Orçamento “secreto” continuou com Lula.

  Em 2023, os compromissos de emendas parlamentares chegaram a cerca de R$ 34,6 bilhões, mais que o dobro do último ano de Bolsonaro, mostrando continuidade do uso de emendas como moeda de troca.
  A “Mídia STF” apenas deixaram de usar esse “apelido”.

  Passaram a chamar esse arranjo de  “emendas paralelas”, pois há forte política de negociação e muita dificuldade de rastrear quem pediu o quê, especialmente certas emendas de comissão.

  Bolsa Escola virou Bolsa Família.
  Luz no Campo virou Luz para Todos.
  FIES virou PROUNI.

  COHAB virou Minha Casa Minha Vida...

Valdisclei:  Mas começou com o Bolsonaro!!! 😁😁😁😁😁

William: O “orçamento secreto” não é um mal em si.
  Ele evita que o Executivo (Presidente) libere só emendas de parlamentares amigos.
   Suponhamos que tenha um projeto de emenda bom para uma comunidade e economicamente viável, vamos dizer que seja alargar uma ponte com trafego intenso.
   O Executivo aprova com bases técnicas não porque quem propôs votou contra ou a favor o Governo.

   Eu sou contra a emenda parlamentar em si.
   Por mim, no mínimo, seria reduzida em uns 80%.
   O autor da emenda é secreto para o Presidente, mas evidente que alguém na Câmara controla isso.
   Não temos motivo para apostar que essa pessoa (seja lá quem for) seja a alma mais honesta do Brasil.
   Apenas tiramos o poder de chantagem do Presidente e transferimos para algum parlamentar ou grupo.
   Sei que não vai acontecer tão cedo, acho que precisaria de outra Constituição, mas só como provocação mental...

   FIM DA EMENDA PARLAMENTAR JÁ!


✧✧✧

 

 Resumo:


 1. Continuidade do Mecanismo no Governo Lula: Você argumenta que, apesar da mudança de gestão, o "orçamento secreto" não acabou. Em 2023, o empenho de emendas (R$ 34,6 bilhões) superou o dobro do último ano de Bolsonaro, evidenciando que a prática de usar emendas como moeda de troca persiste.


2. Crítica à Mudança de Nomenclatura pela Mídia e STF: Você aponta uma seletividade terminológica, afirmando que a "Mídia STF" abandonou o apelido pejorativo "orçamento secreto" em favor de termos como "emendas paralelas", mantendo a essência do arranjo e a dificuldade de rastreio (especialmente nas emendas de comissão).


3. A "Maquiagem" de Programas Sociais: O texto traça um paralelo histórico para mostrar que o atual governo costuma renomear projetos existentes (como Bolsa Escola para Bolsa Família ou COHAB para Minha Casa Minha Vida) para apagar heranças de gestões anteriores e criar uma identidade própria sobre estruturas já estabelecidas.


4. O Orçamento como Ferramenta Contra a Perseguição Política: Um dos seus argumentos centrais é que o orçamento "secreto" não é um mal absoluto, pois teoricamente impede que o Presidente beneficie apenas parlamentares aliados, permitindo que projetos tecnicamente viáveis e importantes para comunidades sejam aprovados independentemente da posição política do autor.


5. Transferência de Poder de Chantagem: Você ressalta que o anonimato do autor da emenda perante o Executivo não elimina a corrupção; apenas retira o poder de chantagem das mãos do Presidente e o transfere para lideranças dentro do Congresso que controlam a distribuição dessas verbas.


6. Oposição Radical à Existência de Emendas: Sua posição pessoal é de que a emenda parlamentar, em sua essência, deveria ser extinta ou reduzida em pelo menos 80%, sugerindo que o modelo atual é inerentemente problemático para a gestão pública.


7. Necessidade de Reforma Estrutural: Você conclui com uma "provocação mental" de que o fim das emendas parlamentares talvez exigisse uma nova Constituição, encerrando com um posicionamento incisivo: "FIM DA EMENDA PARLAMENTAR JÁ!".


  

.





Nenhum comentário:

Postar um comentário