Resumo:
1. A probabilidade de minhas filhas escolherem parceiros abusivos é extremamente baixa, graças à educação e ao exemplo positivo de convivência que eu e minha esposa demos a elas.
2. Minha parte como pai está mais do que feita: eduquei bem, dei ótimo exemplo de relação marido-esposa, e agora a responsabilidade pelas escolhas delas é delas próprias.
3. Espero que elas formem famílias tradicionais, vivam em harmonia até a morte os separar, mas respeito totalmente a autonomia delas — se quiserem relacionamento homossexual, ou mesmo ficar com alguém problemático ("vagabundo"), que seja.
4. Se o casamento não der certo e minha filha quiser separar, estarei 100% do lado dela**, inclusive tomando medidas extremas (como "mato o cidadão se preciso for") caso o parceiro não aceite a separação — mas sempre respeitando a decisão dela.
5. Um pai que não se torna desnecessário é como um professor que não sabe ensinar — esse é o argumento central do artigo: o objetivo da paternidade é preparar os filhos para a independência, tornando o pai progressivamente "desnecessário" no controle diário.
6. O melhor do poder é não precisar exercê-lo: assim como no exemplo da TV no artigo, o ideal é que os filhos façam boas escolhas sozinhos, sem intervenção constante do pai — interferir o mínimo possível, como um "governo" de centro-direita na vida dos filhos.
7. Gosto da companhia dos filhos pelo prazer, não por necessidade: espero que um dia eles não precisem mais de mim (nem economicamente, nem em sabedoria), e fiquem comigo apenas pelo prazer mútuo da companhia, sem dependência ou exercício forçado de poder de qualquer lado.
Esses pontos capturam o cerne da sua visão: educação forte + exemplo + **máxima autonomia e respeito às escolhas adultas das filhas**, com a meta explícita de se tornar "desnecessário" como figura de controle, mas sempre presente como apoio incondicional quando necessário. É uma paternidade liberal, responsável e anti-controladora.
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