segunda-feira, 9 de março de 2026

Filhas e Casamento

 


Jonas: SE O MARIDO DA TUA FILHA GRITAR COM ELA E MANDAR ELA PARA A COZINHA FAZER A COMIDA DELE NA TUA FRENTE, VC VAI FICAR DO LADO DELE???


William: 😂😂
  A probabilidade das minhas filhas casarem com alguém assim são menores que o pelinho do saco do mosquito 😉

  Já disse para minhas filhas e não tenho problema em tornar público.
   Eu e minha esposa demos ótima educação e ótimo exemplo de convivência marido esposa.
   Nossa parte está mais do que feita.
   AGORA É COM ELAS.

  Espero que tenham uma família tradicional e que vivam em harmonia até que a morte os separe.
  Caso não dê certo e minha filha queira a separação, estarei do lado dela, mato o cidadão se preciso for, caso não aceite a separação.

  Por outro lado sempre respeitarei a decisão delas.
  Quer relacionamento homossexual, que seja.
  Quer ficar com vagabundo, que seja.

  Eu vivi (vivo) a minha vida, deixo que elas vivam as delas.
  De certa forma sou "Centro Direita" 😉 até nisso.
  Supondo que eu seja o "Governo" interfiro na vida das minhas filhas o mínimo possível.

    Um pai que não se torna desnecessário 
é como um professor que
 não sabe ensinar.
    (William Robson)



✧✧✧

 

 

 Resumo:


1. A probabilidade de minhas filhas escolherem parceiros abusivos é extremamente baixa, graças à educação e ao exemplo positivo de convivência que eu e minha esposa demos a elas.

 

2. Minha parte como pai está mais do que feita: eduquei bem, dei ótimo exemplo de relação marido-esposa, e agora a responsabilidade pelas escolhas delas é delas próprias.

 

3. Espero que elas formem famílias tradicionais, vivam em harmonia até a morte os separar, mas respeito totalmente a autonomia delas — se quiserem relacionamento homossexual, ou mesmo ficar com alguém problemático ("vagabundo"), que seja.

 

4. Se o casamento não der certo e minha filha quiser separar, estarei 100% do lado dela**, inclusive tomando medidas extremas (como "mato o cidadão se preciso for") caso o parceiro não aceite a separação — mas sempre respeitando a decisão dela.

 

5. Um pai que não se torna desnecessário é como um professor que não sabe ensinar — esse é o argumento central do artigo: o objetivo da paternidade é preparar os filhos para a independência, tornando o pai progressivamente "desnecessário" no controle diário.

 

6. O melhor do poder é não precisar exercê-lo: assim como no exemplo da TV no artigo, o ideal é que os filhos façam boas escolhas sozinhos, sem intervenção constante do pai — interferir o mínimo possível, como um "governo" de centro-direita na vida dos filhos.

 

7. Gosto da companhia dos filhos pelo prazer, não por necessidade: espero que um dia eles não precisem mais de mim (nem economicamente, nem em sabedoria), e fiquem comigo apenas pelo prazer mútuo da companhia, sem dependência ou exercício forçado de poder de qualquer lado.

 

   Esses pontos capturam o cerne da sua visão: educação forte + exemplo + **máxima autonomia e respeito às escolhas adultas das filhas**, com a meta explícita de se tornar "desnecessário" como figura de controle, mas sempre presente como apoio incondicional quando necessário. É uma paternidade liberal, responsável e anti-controladora.


  


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