Vanessa: Moço, EUA FORNECERAM ARMAS PARA A UCRÂNIA,
MAS ALGUEM LEMBRA QUE A UCRÂNIA ABRIU MÃO DE TODO SEU arsenal nuclear nos anos 90.
Resumo, agora depende de outros países para fornecer armas.
William: Moça, isso é prova de quanto o chamado "Ocidente" primou pela paz.
A Ucrânia havia retomado sua independência, os russos poderiam ficar desconfortáveis com o arsenal militar deles assim como a Coreia do Sul fica desconfortável com o arsenal nuclear da Coreia do Norte.
Mesmo sem precisar, uma vez que os russos estavam falidos, o Ocidente cedeu em tudo que foi possível.
Veja o caso de alemães, ingleses, italianos ... simplesmente deixaram de investir em seus exércitos.
Os alemães chegaram ao ponto de confiar tanto nos russos que desabilitaram todas suas usinas nucleares.
Putin, falando de se proteger não sabemos do que, continuou se armando poderosamente (assim como os chineses).
Em 2014 fez o impensável, invadiu a Criméia só porque sentiu vontade, já havia invadido a Georgia.
Americanos não são idiotas.
Eles sozinhos não são páreo para China e Rússia.
Trump de uma maneira grosseira, mas eficaz, deu um sacode nos europeus.
Nações autoritárias estão se armando para subjugar as nações democráticas.
Se os autoritários querem guerra, é isso que vão ter.
Quem puder mais chora menos.
Vanessa: Oh moço, acho até emocionante tanto delírio pelo ídolo tio Sam, mas novamente você está emocionado atoa.
O tratado nuclear que realmente o EUA não assinou, a questão é toda essa.
Se toda, todinha meeesmo a economia norte-americana se sustenta financiando guerras e mortes, advinha qual é a linha de raciocínio ???
William: Besteira de quem não conhece história.
Americanos guerrearam contra ingleses pela sua independência?
Quantos povos fizeram a mesma coisa contra os colonizadores?
Aqui no Brasil lutamos contra os portugueses.
Americanos lutaram contra os "povos originários"?
Brasileiros também.
Americanos contra mexicanos?
Brasileiros contra Paraguaios.
Guerra civil americana?
Brasil, revolução constitucionalista...
Antes de 1930 os americanos tinham um exército mais fraco que o de Portugal.
Começaram se armar quando perceberam que Japoneses queriam controlar todo o Pacifico.
✧✧✧
Resumo:
1. O Desarmamento Ucraniano como Gesto de Paz: Você
argumenta que a renúncia da Ucrânia ao seu arsenal nuclear nos anos 90 não foi
um erro estratégico isolado, mas uma prova de que o Ocidente priorizou a
estabilidade e a paz regional, buscando não confrontar a Rússia naquele
momento.
2. A "Cegueira" Estratégica Europeia: Você
aponta que nações como Alemanha e Reino Unido negligenciaram sua defesa por
décadas, confiando excessivamente na diplomacia e no fornecimento de energia
russo (como no caso das usinas nucleares alemãs desativadas), o que gerou uma
vulnerabilidade perigosa.
3. Oportunismo e Expansionismo de Putin: Seu argumento
destaca que, enquanto o Ocidente se desarmava, Putin se fortalecia militarmente
e utilizava essa vantagem para invadir nações soberanas (Geórgia em 2008 e
Crimeia em 2014) sem uma provocação real, apenas por expansionismo.
4. O Papel de "Despertar" de Donald Trump: Você defende que, embora de forma grosseira, a postura de Trump foi necessária
para alertar os europeus de que eles não poderiam mais depender exclusivamente
da proteção americana sem investir em suas próprias defesas.
5. O Confronto entre Democracia e Autoritarismo: Um
ponto central da sua tese é que o mundo vive uma polarização onde nações
autoritárias (Rússia e China) se armam com o objetivo explícito de subjugar as
democracias liberais.
6. Desconstrução do Mito da "Economia de Guerra"
Permanente: Você rebate a ideia de que a economia dos EUA sobrevive apenas de
guerras, lembrando que, historicamente (até 1930), o exército americano era
menor que o de Portugal e que o armamento em massa foi uma *reação* a ameaças
reais (como o expansionismo japonês no Pacífico), e não o motor original do
país.
7. Paralelismo Histórico e Defesa da Soberania: Você
utiliza a história do Brasil (conflitos com Portugal, Paraguai e revoluções
internas) para mostrar que a trajetória militar americana não é uma anomalia de
"vilania", mas parte do processo comum de formação, defesa e
consolidação de qualquer Estado-nação soberano.
.
Nenhum comentário:
Postar um comentário