A China (ATEIA) impacta mais mundialmente por sua grande população, mas não resta dúvida que os chineses que deram certo enquanto nação, com boa qualidade de vida estão em Taiwan (RELIGIOSOS).
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1. A escolha estratégica e a união da direita: Você defende que a escolha de Tarcísio de Freitas teria o potencial de unir a direita em torno de uma candidatura mais forte, em vez de focar no projeto pessoal ou familiar.
2. "Lulismo vs. Bolsonarismo": Argumenta que, ao priorizar o "bolsonarismo" raiz (escolhendo o filho Flávio) em vez de uma candidatura mais ampla, Jair Bolsonaro assumiu os riscos e as consequências dessa polarização.
3. Visão pragmática e responsabilidade com a base: Apresenta-se como alguém pragmático, apontando que uma decisão política não deveria focar apenas em si mesmo, mas também no impacto e nas consequências para os seus apoiadores (mencionando o pessoal do 8 de Janeiro).
4. Visão de longo prazo para o capital político: Argumenta que apoiar Tarcísio à Presidência traria um enorme capital político à direita. Se vitorioso, isso facilitaria medidas (como a lei da dosimetria) e abriria caminhos para que a família Bolsonaro pudesse se reorganizar politicamente para o futuro.
5. Risco de enfraquecimento do Bolsonarismo: Alerta que uma eventual derrota de Flávio Bolsonaro na corrida presidencial pode levar o movimento bolsonarista ao declínio, comparando esse risco ao fim do PSDB no cenário nacional.
6. Decisão de voto prática (Realpolitik): Apesar de suas ressalvas sobre o cenário atual, decide adotar uma postura realista: votar em Romeu Zema no 1º turno (por considerar a opção mais lógica) e, num eventual 2º turno, apoiar Flávio Bolsonaro ("tapar o nariz e votar").
7. Sua autoavaliação política: Reconhece que sua lógica é guiada pelo pragmatismo e pela razão — características que você mesmo considera uma exceção no comportamento eleitoral brasileiro médio.
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1. Crítica à tese do "doutrinado inanimado": A ideia de que a religião transforma o indivíduo em um ser sem vontade própria, subalterno e incapaz de questionar é exagerada e falsa.
2. Religiões não impedem o surgimento de novas: Apesar do Hinduísmo ser a mais antiga com doutrina organizada, surgiram diversas outras (Budismo, Judaísmo, Cristianismo, Islamismo), muitas vezes em regiões dominadas por religiões anteriores, demonstrando vitalidade e capacidade de questionamento.
3. Ramificações religiosas comprovam pensamento ativo: As diversas correntes (dentro do Hinduísmo, Cristianismo, Islamismo etc.) mostram que os religiosos não são fantoches, mas criam, interpretam e divergem.
4. Fanatismo não é exclusivo da religião: Fanatismo pode ocorrer em qualquer ideologia, vício (apostas, drogas) ou visão de mundo, incluindo o ateísmo fanático.
5. O ateu fanático como problema: Ele combate obsessivamente a religião, trata crentes como idiotas, e tenta invalidar até o agnóstico (“agnóstico é ateu no armário”), revelando o mesmo dogmatismo que critica.
6. O agnóstico é mais sensato: Representa uma postura equilibrada, ao contrário do ateu militante que transforma a não-crença em uma ideologia combativa e superior.
7. Evidência histórica: Empiricamente, a história mostra que religiosos pensam, criam ramificações e não seguem cegamente uma única doutrina, refutando o estereótipo de doutrinação total.
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1. **Autoidentificação política moderada** — Você se define como Centro-Direita, mantendo cerca de 80% de concordância com Adam Smith, reconhecendo que os tempos mudaram (e que talvez concordasse mais, 95%, se vivesse na época dele).
2. **Você rejeita discordar "só por discordar" ou tentar "reinventar a roda" apenas para parecer original ou inovador.
3. **Defesa do equilíbrio fiscal** — Você afirma acreditar que "não existe almoço grátis", reforçando uma postura de responsabilidade econômica.
4. **O conceito central do "Estado Suficiente"** — Seu argumento-chave: não defende o fim do Estado, mas também rejeita o Estado mínimo radical ou sua extinção (posição anarquista). O Estado deve ser forte o bastante para regular, mas não pesado a ponto de sufocar a economia e a liberdade individual.
5. **Economia como parte da cultura** — Em resposta a Peter, você argumenta que economia e cultura não são esferas separadas, mas interligadas.
6. **Crítica ao "sentimento" cultural independente do conhecimento teórico** — Você sustenta que não é necessário conhecer formalmente um conceito (como "Marxismo" ou "sadismo") para agir/pensar conforme sua lógica — ou seja, uma cultura de vitimização e ressentimento contra empresas pode ser de inspiração esquerdista mesmo sem consciência teórica disso.
7. **Questionamento sobre responsabilidade individual vs. Estado** — Você levanta a pergunta retórica sobre qual linha de pensamento atribui ao Estado (e não ao cidadão) a responsabilidade principal pela vida das pessoas, sugerindo que essa crença é um marcador ideológico.
**Nota final incluída por você**: nenhum modelo de governo é eficiente se o povo elege corruptos — um comentário que conecta seu argumento filosófico ao dado do Índice de Percepção da Corrupção (Brasil, 107º lugar, 35 pontos) mencionado no texto.
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