Andrei: Os jogadores do tetra são fãs de Neymar.
Os jogadores do penta são fãs de Neymar.
Alguns dos maiores craques da França, da Inglaterra, da Holanda, da Alemanha etc etc etc são fãs de Neymar.
Mas a imprensa esportiva brasileira e 18% dos brasileiros odeia Neymar como se fosse o maior criminoso que esse país já teve.
Eu não acompanho futebol fora da Copa, mas vocês não acham que há algo de errado com essa situação?
William: Na verdade acho normal.
O QI médio aqui é muito baixo. 😏
Estão também culpando o técnico, mas ele levou o que tinha para levar.
Quem “fabuloso” deveria ter ido no lugar de Neymar!?
Queriam tanto que colocasse o Endrick, ele foi colocado, e em partida decisiva.
O que observo é que o mundo evoluiu muito em questão de futebol.
Não tem mais barbada para ninguém.
Veja o caso da Argentina, o Messi realmente não temos o que falar.
Tem algum outro argentino do nível dele chegando?
Se não tiver, vai ficar bem parecida com o Brasil.
A espera de um novo craque...
Andrei: Mas o técnico seria considerado um deus se o Brasil vencesse.
Ele pode e deve ser criticado por montar um esquema que transformou o Brasil numa seleção que teve 34% de posse de bola, menos do que o Iraque enfrentando a mesma Noruega; e por colocar como batedor de pênaltis o cara que só bateu pênaltis três vezes em jogos.
William: As pessoas valorizam muito esse tipo de coisa.
“Posse da bola”.
O que define a partida é o gol.
Sempre gostei dos ataques rápidos.
A Argentina em 3 ataques rápidos marcou 3 gols.
Messi perdeu um pênalti hoje. (7/07/26)
Andrei: Cara, você não entendeu. 34% não é “preferir gol a posse de bola”.
34% é não ter atitude para sequer disputar a bola, para ter o ataque rápido.
William: Eu observo que a posse de bola na maior parte do tempo é ficar com aquelas jogadas improdutivas no meio de campo ou ficar retornando a bola para o goleiro.
Puxando para algo mais útil para nossas vidas …😉
São como aquelas reuniões super improdutivas na empresa.
O encarregado poderia falar diretamente com quem ele está descontente, mas reúne toda equipe e deixa a coisa no ar … 😉.
Por favor, não sejamos radicais, não estou falando para atacar sem nenhum planejamento.
Eu valorizo mais ataques efetivos que posse de bola.
Daí a importância “pra mim” de pontas velozes e craque matador.
Na minha fase de encarregado sempre fui mais objetivo.
Menos reunião com a equipe e mais troca de ideias direta em busca de solução.
Andrei: Por exemplo: se a estratégia de ter 34% de posse de bola é para roubar a bola e fazer ataque rápido, então, o Brasil roubou a bola um monte de vezes, né?
Não.
A Noruega roubou a bola duas vezes mais do que o Brasil.
Cadê o ataque rápido se não tem nem posse nem tomada da bola?
William: "Se" gosta de números ... quantas saídas pela lateral, escanteios e tiro de meta tiveram?
Eu não faço ideia, tenho coisa mais importante para fazer na vida 😉, mas já joguei muito futebol e de certo recuperar a bola vem mais dessas situações que de "roubadas".
"Se" o pênalti tivesse sido convertido em gol, a Noruega "poderia" ter se exposto mais e levado mais gols e nossa percepção do time seria outra.
Veja que "entra em campo" uma porção de "se", "poderia".
Vimos times super combativos como Paraguai e Costa do Marfim (entre outros) também serem eliminados.
São 48 seleções e das que eu vi, todas foram de bom e ótimo nível.
Lembremos que elas não estão ali por sorteio aleatório.
Houve competição para decidir quem ia, me surpreendi em não ver a Itália entre as 48!!
Enfim...
Gostei muito dessa "Copa Democrática" no sentido de reunir tantas nações.
Apreciei também a tecnologia diminuindo as injustiças.
Não tem mais favoritos.
Criticamos muito o Brasil contra Marrocos, mas estamos vendo que é uma seleção que "se" for campeã não da pra falar que foi por "pura sorte".
Os caras estão jogando muito.
Fico por aqui, fui!
✧✧✧
Resumo:
1. Defesa do elenco e do técnico: Você argumenta que as críticas ao treinador e às convocações são exageradas, pois ele "levou o que tinha para levar" e deu chances a jogadores pedidos pelo público, como o Endrick, em partidas decisivas.
2. Evolução do futebol mundial: Você aponta que o nível técnico global subiu e "não tem mais barbada para ninguém". Usa o exemplo de grandes seleções que foram eliminadas ou que nem se classificaram (como a Itália) para mostrar que todas as 48 equipes ali têm mérito.
3. Crítica à supervalorização da "posse de bola": Para você, reter a bola muitas vezes se traduz em jogadas improdutivas no meio de campo ou passes recuados para o goleiro. O foco principal deve ser a eficiência e o gol.
4. Preferência por ataques rápidos e objetivos: Você defende que ataques rápidos e verticais são mais perigosos e eficientes, destacando a importância de ter pontas velozes e um "craque matador" para decidir o jogo em poucos lances.
5. Paralelo com o ambiente corporativo: Você faz uma analogia entre a posse de bola improdutiva e reuniões de trabalho ineficazes. Argumenta que, tanto no futebol quanto na sua experiência como encarregado, a objetividade e a resolução direta de problemas trazem melhores resultados do que a burocracia.
6. Relativização de estatísticas através de hipóteses ("Se"): Você argumenta que o futebol é dinâmico e imprevisível, e que números isolados como "roubadas de bola" não contam a história toda, pois o resultado de uma partida pode mudar completamente a percepção do público caso um único lance (como um pênalti) tivesse sido convertido.
7. Visão positiva da Copa e da tecnologia: Apesar das críticas à seleção, você elogia o formato da "Copa Democrática" por reunir tantas nações e aprova o uso da tecnologia para diminuir as injustiças esportivas, reconhecendo também o mérito de seleções outrora vistas como zebras (ex: Marrocos).
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