Jaime >> A discussão se professor pode ou não comer a merenda da escola não se trata apenas de uma discussão da valorização do professor, existem tantas outras camadas.
William >> Na minha fase escolar raramente teve merenda e quando tinha nem eu que era um morto de fome comia com prazer.
Se tem essa discussão hoje, é sinal que as coisas melhoraram bastante ...😂
O professor (e outros funcionários) poderem consumir a merenda dada na escola depende do município, estado e tipo de escola (pública ou privada).
Na rede pública, a regra geral do Programa Nacional de Alimentação Escolar destina os recursos federais exclusivamente aos alunos.
Em muitos estados e municípios, a legislação local ou o regimento interno proíbem servidores de consumir a merenda.
Em algumas redes municipais ou estaduais, existem leis locais que autorizam o consumo, especialmente quando os professores acompanham os alunos na refeição pedagógica ou pagam uma taxa.
Comissão aprova garantia de merenda escolar gratuita para professores e servidores
O projeto de lei segue em análise na Câmara dos Deputados
Da Agência Câmara - 17/11/2025 - 14:09
A proposta prevê ainda que os estabelecimentos de ensino deverão garantir, sempre que possível, que a alimentação seja servida a estudantes e trabalhadores no mesmo espaço e horário, promovendo uma convivência saudável e maior integração.
O direito à alimentação não implicará redução ou acréscimos salariais, nem redução ou supressão de qualquer valor concedido a título de auxílio-alimentação.
Na justificativa de Evair Vieira de Melo, o aumento de despesas tende a ser pequeno quando comparado ao orçamento anual do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).
Perceberam a festa?
Quem for contra só pode ser alguém asqueroso que não valoriza os professores e a educação.😉
Para o politico é fácil propor esse tipo de coisa, o dinheiro não vai sair do salário dele.
O brasileiro médio acredita que há dinheiro para absolutamente tudo, o "Pai Governo" só não faz se não quiser.
Dar aulas é o emprego do professor.
Vamos dar refeição gratuita para o pessoal da educação?
E o pessoal da saúde?
Os pacientes internados comem grátis, todos os servidores dos hospitais devem comer também.
E o pessoal da segurança?
Os presos comem grátis, todos os servidores da área de segurança devem comer também.
Viram que NÃO pode ser a mesma comida servida aos alunos.
Tem que ser alimentação a parte de acordo com a idade do professor.
"Se possível" será servido no mesmo espaço e horário.
Quando colocam isso em uma lei é aquela brecha do "não é obrigado", esta ali só como uma sugestão;
Imagine a cena, o professor mesmo não sendo obrigado vai sentar junto com os alunos com aqueles papos e comportamentos interessantíssimos de crianças e adolescentes...
No prato do aluno tem macarronada meia boca, no prato do professor tem arroz, feijão, salada, um suculento bife ...
"Na justificativa de Evair Vieira de Melo, o aumento de despesas tende a ser pequeno quando comparado ao orçamento anual do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE)."
Excluindo as escolas privadas e considerando apenas a rede pública de São Paulo (estadual e municipal):
Escolas de Ensino Fundamental: Existem aproximadamente 10,5 mil a 11 mil escolas públicas que ofertam o Ensino Fundamental no estado (sendo cerca de 4,5 mil estaduais e 6,2 mil municipais).
Quantidade de Servidores: O total permanece em cerca de 450 mil servidores públicos atuando na educação básica pública paulista (aproximadamente 200 mil a 230 mil na rede estadual SEDUC-SP e mais de 250 mil distribuídos entre as redes municipais dos 645 municípios).
Gemini
Só em São Paulo, só nas escolas de ensino fundamental, são 450 mil refeições "diferenciadas" (mais caras) servidas "gratuitamente" (com o dinheiro dos impostos), mas o impacto "tende a ser pequeno" ... acredite quem quiser.
Depois muitos fingem que não entendem o porque dos rombos nas contas públicas.
Nota: Vai ter licitações maiores com tudo que isso implica. (superfaturamento e desvio de verba)
Existe vale alimentação, existe vale refeição, o servidor pode movimentar o comércio local, mas prefere movimentar o submundo do poder politico.
BRASIL, UM PAÍS DE TOLOS.
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Resumo:
1. Evolução da merenda como indicativo de melhoria: A existência desse debate hoje demonstra um avanço na qualidade do ambiente escolar em relação a décadas passadas, quando a merenda era rara e precária.
2. Direito e restrições legais atuais: Atualmente, a liberação do consumo da merenda por servidores depende das regras de cada estado ou município, pois a diretriz geral do PNAE destina os recursos federais de forma exclusiva aos alunos.
3. Crítica à demagogia e ao populismo político: A aprovação de propostas como essa gera apelo popular ao rotular a oposição como "anti-educação", ignorando que o impacto financeiro não sai do bolso dos políticos, mas do contribuinte.
4. Lógica de isonomia e perigo do efeito cascata: Se o argumento para a refeição gratuita for a prestação de serviço em local onde há fornecimento público, o mesmo critério teria de se aplicar aos servidores da saúde (onde pacientes comem) e da segurança (onde presos comem).
5. Incoerências pedagógicas e operacionais da lei: A exigência de refeições separadas e diferenciadas por faixa etária contrasta com a recomendação (não obrigatória) de convivência no mesmo espaço, podendo criar distorções e constrangimentos entre o prato do aluno e o do professor.
6. Subestimativa do impacto orçamentário: É irreal considerar pequeno o impacto financeiro ao multiplicá-lo pela enorme quantidade de servidores públicos, dado que apenas no ensino fundamental público de SP há cerca de 450 mil profissionais.
7. Origem do déficit público: A concessão de benefícios sem a devida dimensão dos custos reais reflete a ilusão do "Pai Governo" e contribui diretamente para os recorrentes rombos nas contas públicas do país.
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