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quarta-feira, 2 de setembro de 2026

Bono Vox e a Miséria

 




Bono Vox - 2022 >>"Eu achava que, se simplesmente redistribuíssemos os recursos, poderíamos resolver todos os problemas. 
 Agora sei que isso não é verdade. 
 Há um momento curioso em que você percebe, como ativista, que a saída da pobreza extrema é, argh, o comércio. 
 É o capitalismo empreendedor."


William >> Não concordo.
   A melhor medida para evitar a pobreza extrema é promover culturalmente a PATERNIDADE RESPONSAVEL.

   O Burundi é considerado o país mais pobre do mundo.   
   Registra uma média de aproximadamente 4,5 a 4,6 filhos por mulher.
   Melhorou, a ultima vez que pesquisei eram 6.
   Outros países entre os mais pobres, como o Sudão do Sul e a República Centro-Africana, apresentam médias que variam entre 3,6 e 5,7 filhos por mulher.       Em geral, os países com maior pobreza e menor taxa de urbanização concentram as maiores taxas de natalidade globais.

   Mas convenhamos, por mais pobre que uma pessoa seja é impossível depois de uma certa idade não saber como nascem os bebês.
   Não precisa nem ser alfabetizada ou morar na "cidade".

   A redução da natalidade inclusive nesses países mais pobres indica que sabem como evitar ter filhos.

   Pessoas iguais o Bono ficam convencendo esses povos que a pobreza deles é fruto de serem "roubados, explorados" por holandeses (só um exemplo).
   Não, holandeses tem uma boa cultura que os leva a se organizarem de maneira eficiente.
   O casal holandês se preocupa em dar boa qualidade para os filhos.
   A taxa de fecundidade na Holanda é de aproximadamente 1,4 a 1,43 filhos por mulher.
   Tudo mais é consequência.
   Duas pessoas adultas pobres cuidar, educar, criar uma ou duas crianças é possível dispor de muitos mais recursos que outro casal pobre que tenha 4 ou 5.

  Com menos tempo permanecendo gestante a mulher pode se dedicar mais a estudo e trabalho.

  O homem com menos bocas para sustentar, mesmo que sua renda seja baixa consegue se alimentar (evitar a pobreza extrema) de maneira mais constante e satisfatória.

  Indo além, pais responsáveis querem deixar uma nação melhor para filhos e netos.
  Participam de politica e fazem escolhas mais conscientes.
  Detestam corrupção pois prejudica a nação como um todo, principalmente a maioria pobre.
  A paternidade responsável vai construindo uma sociedade "classe média".


   Mas se olharmos para aqueles países do leste europeu (URSS) que optaram pela esquerda ...

  Excluindo a Ucrânia que esta em guerra, o país mais pobre da Europa é a Moldávia (medido pelo PIB per capita).
  A média de filhos por mulher na Moldávia é de aproximadamente 1,7 a 1,8 filhos por mulher.

  Vamos comparar o IDH (qualidade de vida) dos povos:

Moldávia   86ª posição 
Brasil        89ª posição
Burundi   187ª posição

  Perceberam?
  Mesmo optando pelo "esquerdismo" um casal da Moldávia cuida melhor dos filhos que o brasileiro 😂.
  (Calma gente, é uma visão geral.)
  Os de Burundi colocam criança no mundo e ela que se vire ... claro que não dá para evitar a miséria com esse tipo de cultura.

 Essa lógica entra em sua mente?


 "Quem ama cuida.
  Se não consegue amar todas a crianças do mundo ... tudo bem, respeito ao próximo é suficiente para uma sociedade mais civilizada.
  Se não consegue amar seu próprio filho ... NÃO TENHA FILHOS!
  A sociedade CIVILIZADA agradece."

  (William Robson)









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Resumo:

1. A Paternidade Responsável como pilar central: Em contraponto à tese de Bono Vox (que foca no capitalismo empreendedor e no comércio), você argumenta que a medida mais eficaz e primária para combater e evitar a pobreza extrema é a promoção cultural da paternidade responsável.

2. Relação direta entre alta natalidade e miséria: Você correlaciona os países mais pobres do mundo (como Burundi, Sudão do Sul e República Centro-Africana) com elevadas taxas de fecundidade, argumentando que a quantidade de filhos por casal inviabiliza a distribuição adequada de recursos no núcleo familiar.

3. Acesso ao conhecimento e planejamento funcional: Defende que a pobreza ou o analfabetismo não impedem a compreensão sobre a reprodução e o planejamento familiar; a recente queda nas taxas de natalidade nesses locais demonstra que as populações sabem como evitar ter filhos quando assim decidem.

4. Rejeição do discurso de vitimização histórica: Você discorda de visões que atribuem a pobreza extrema exclusivamente à exploração ou ao "saque" histórico por outras nações (como os europeus), argumentando que o diferencial de países como a Holanda está no planejamento familiar, na organização cultural e no foco em oferecer qualidade de vida às poucas crianças nascidas (1,4 filho por mulher).

5. Ganhos socioeconômicos do planejamento familiar:


o Para as mulheres: Menos tempo em gestação/maternidade contínua permite maior dedicação aos estudos e ao mercado de trabalho.

o Para os homens e o lar: Menos dependentes para sustentar garantem nutrição, constante e satisfatória, afastando a família da pobreza extrema.

6. Efeito cascata na cidadania e na governança: Casais com paternidade responsável desenvolvem maior preocupação com o futuro da nação, levando a escolhas políticas mais conscientes, rejeição ativa à corrupção e à gradual construção de uma sociedade de classe média.

7. A cultura de cuidado acima da ideologia política: Ao comparar os dados de IDH do Burundi (187ª posição) com os da Moldávia (86ª) e do Brasil (89ª), você defende que o compromisso do casal em cuidar bem dos filhos supera a influência de modelos políticos (como o histórico da Moldávia no bloco ex-soviético). A premissa final é que, se a pessoa não consegue exercer esse amor e cuidado, é melhor optar por não ter filhos.

 


  

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