Rodrigo >> Estamos começando a ver os resultados de uma geração alienada, que tem preguiça de ler, que não tem apreço por cultura, arte, filosofia, história e sociologia, tem 90h de telas e se mostra extremamente manipulável, defendendo ideias retrógradas que nem entendem o que são.
William >> Pelo contrário, é uma geração que aprende em debates da atualidade.
Não com acadêmicos que prenderam suas mentes na década de 1960
Adilson >> debates estes de copy paste já feitos.
William >> Se você tem algo "original" a acrescentar ... acrescente.
Estudar para concursos públicos não exige superinteligência, mas memória e capacidade de memorizar conteúdos solicitados.
Trazendo essa lógica para o meio acadêmico, vejo que as universidades de hoje funcionam como os antigos sofistas criticados por Sócrates.
Comerciam saberes, incham currículos com matérias de utilidade prática questionável e priorizam o lucro ou o poder em vez da busca pela verdade.
As instituições multiplicaram cursos voltados a problematizações e subjetividades, promovendo um relativismo moral com critérios seletivos, repudiando certas opressões (Israel) ou invasões geopolíticas enquanto ignoram outras semelhantes (Hamas).
Por serem mais objetivas e pragmáticas, as mentes com visão de direita se afastaram e passaram a evitar o ambiente universitário, permitindo que a esquerda o ocupasse com suas utopias.
Nas ciências exatas e biológicas, a realidade se impõe naturalmente, mas o futuro dos cursos de humanas é preocupante se continuarem dissociados do mundo real.
Mantenho distância de quem rejeita argumentos sem analisá-los, por não considera-los "acadêmicos".
Se o argumento não vem de alguém com mestrado ou doutorado nem merece ser analisado!?
Se os reitores (diretores das Universidades) insistirem em manter as Universidades alienadas da realidade (espero que não) o futuro desse tipo de instituição será preocupante.
O esvaziamento é certo essencialmente na área de Humanas.
✧✧✧não arquivado
.

Nenhum comentário:
Postar um comentário