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quinta-feira, 1 de outubro de 2026

Comunismo e o Brasileiro



  
  

Comentarista: No vídeo analiso por que propostas sociais e trabalhistas benéficas geram rejeição na classe trabalhadora.
  Defendo que o trabalhador reproduz o discurso econômico da elite contra medidas como transporte gratuito e seguro-desemprego.
  Argumento que o medo de que o "Brasil quebre" é uma narrativa histórica falsa, usada antes contra o 13º, as férias e a CLT ...

                                            

 

William >>Transporte gratuito:
  Carro (usado) ficou acessível mesmo para famílias pobres.
  Poucos desconhecem o custo de manutenção.
  Imagine a manutenção de um ônibus rodando o dia inteiro.
  Não tem como ser grátis.
  Tá, suponhamos que o povo decidiu que quer que o governo pague essa conta.
  O governo vai pagar com o dinheiro dos impostos, no final todos pagamos.
  Nossa carga tributária já está em mais de 30%.
  Perguntei quanto ele sugere que chegue?
  (Ainda não recebi a resposta)



 
  Em um trecho do vídeo o comentarista diz não entender o trabalhador que defende o fim do SUS.

  Navego bastante pela Internet e ainda não encontrei alguém pedindo o fim do SUS.
  O sujeito reclama, pede reformas.
  Propõe  atendimento diferenciado para quem contribui de fato diretamente (não só por tabela).
  Mas pedir o fim…

  Não  estou dizendo que não exista, apenas acho que é  menos do que os que defendem que a Terra é plana.🙂
  Meu ponto é que o comentarista pega um caso (algum pobre que defende o fim do  SUS) e fala como se representasse uma parte significativa da população. 
  Cria um sofisma.

  Em determinado ponto o comentarista exemplifica que se a "elite dominante" não gostar de lápis (só um exemplo ilustrativo) essa elite convence o trabalhador a detestar o lápis...e cita Gramsci.
  (Criando uma ilação de que a elite não quer o SUS e manipula o pobre para não querer também.)

  Um dos problemas de pensadores como Antônio Gramsci, é esse de acreditar que só ele e alguns poucos (incluindo a elite dominante) tem inteligência de fato.
  Basta ser pobre para ser incrivelmente burro e portanto manipulável.
  Ou seja absolutamente nenhum pobre (ou a grande maioria) consegue pensar por conta própria e decidir o que é melhor ou menos ruim para vida dele.
  Se o pobre não concorda 100% com Antônio e seus pares é porquê esse pobre esta dominado por uma subjetiva elite dominante.
  Não tem meio termo... não cabe ponderações.
  Todo e qualquer pobre tem que ser de esquerda, se for centro ou direita é mais burro que todos os outros pobres

  Sou pobre, convivo com pobres e não vejo essa burrice tão extrema a ponto de não ter o mínimo de vontade própria.



   No caso do Brasil já falei em inúmeros textos.
   Mesmo a pessoa sendo inteligente ela tem que ter informações para formar opiniões, tomar as melhores decisões.
   A elite "supostamente" pensante do Brasil (acadêmicos) optou  por Antônio Gramsci.
  Empresários, jornalistas, artistas ... tiveram esse tipo de base escolar a "Pedagogia do Oprimido".
  Logo a elite econômica também optou por pensamentos mais a esquerda.
  O pobre cresce nesse meio esquerdista com pouca ou nenhuma informação sobre o pensamento de direita.

   O resultado é essa nação centro esquerda com  resultados pífios diante do território que tem.
  Eu mesmo conheci melhor Adam Smith e Benjamin Franklin por conta própria nas idas a biblioteca.

  Agora felizmente a internet possibilita aos nascidos a partir de 2000 mais acesso as informações.
  O 4G chegou em 2014 essa pessoa já tinha 14 anos, com certeza de posse de um celular com mais acesso ao pensamento de direita do que tiveram seus pais.
  Claro que há inteligência entre o pobres, torço para que façam as melhores escolhas.

   Isso quer dizer que todo pobre vai abraçar o pensamento de Direita?


✧✧✧ 



Resumo:


1. Ilusão comunista como fase superada: O comunismo é comparado a uma promessa adolescente de um "paraíso na Terra"; com o tempo e o realismo, a maioria percebe que eram propostas inexequíveis e trata isso como uma fase de imaturidade.

2. A ilusão da gratuidade e a alta carga tributária: A ideia de transporte e serviços totalmente "gratuitos" é uma falácia, pois o governo paga com impostos e a conta recai sobre todos; questiona-se como viabilizar isso com uma carga tributária que já supera 30%.

3. Falso retrato sobre o fim do SUS: O argumento de que trabalhadores pobres defendem o "fim do SUS" é um sofisma, pois a maioria apenas cobra reformas, melhorias ou atendimento diferenciado para contribuintes, sendo raríssimo alguém pedir sua extinção.

4. Crítica ao elitismo de Gramsci: O pensamento gramsciano peca ao subestimar a autonomia intelectual das classes populares, tratando o pobre como um ser acrítico, incapaz de pensar por si mesmo e suscetível de ser totalmente manipulado pela elite caso não adote a esquerda.

5. Defesa da inteligência e vontade própria do trabalhador: Vivendo na prática e convivendo com pessoas de baixa renda, rejeita-se a premissa de que a pobreza signifique extrema ignorância ou ausência absoluta de discernimento próprio.

6. Monopólio ideológico da esquerda na educação e cultura: A elite acadêmica, artística, jornalística e empresarial brasileira foi moldada sob bases de esquerda e pela "Pedagogia do Oprimido", deixando o cidadão sem acesso equânime a correntes liberais ou de direita.

7. Superioridade prática da centro-direita: Historicamente, os modelos políticos e econômicos alinhados à centro-direita têm gerado melhores resultados práticos no mundo, com a internet atual ajudando a democratizar o acesso a essas outras perspectivas.




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