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Lembrei desse dialogo:
Comentarista: De onde você tirou que o socialismo prega o estado como dono absoluto de tudo e de todos????
William: A humanidade começou a se organizar em “reinos”.
Daí vem o nome Rei ou vice versa
As terras (propriedade) e tudo que havia nelas pertenciam ao soberano que emprestava para seus súditos.
Os súditos pagavam tributos à coroa.
O Rei era o Estado com poder pleno sobre tudo.
É o que denominamos de Monarquia Absolutista.
O Socialismo que predominou na URSS e serviu de modelo para outras nações (na prática) não difere em nada de uma Monarquia Absolutista.
Lenin e depois Stalin eram "reis" com poderes absolutos.
Vejam o caso da China, qual cidadão comum pode contestar o poder de Xi Jinping?
Qual dificuldade ele teria para mandar matar um cidadão ou confiscar sua empresa?
E na Rússia?
O Estado é Putin, com plenos poderes.
Logo, o Socialismo empiricamente não difere da Monarquia Absolutista.
Vejam o caso de Nicolas Maduro, a Venezuela era dele.
Vamos falar de desigualdade social extrema.
O Capitalismo amenizou muito essa situação.
O que vemos nos filmes antigos é bem real.
O Rei e sua corte viviam nababescamente para os padrões da época, já os súditos … não tinham direito nem a propriedade.
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| Socialismo Absolutista - Link |
✧✧✧não arquivado
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Resumo:
1. Ceticismo inicial sobre a declaração do "Engenheiro Léo": Você expressa dúvida de que ele tenha defendido aborto especificamente para autistas, pois o autismo geralmente só é diagnosticado após o nascimento (e dificilmente antes), sugerindo que pode ter sido um lapso ou confusão com outra condição, como Síndrome de Down. Você pede prova (link gravado) antes de julgar.
2. Defesa pessoal do aborto seletivo em casos de grave deficiência: Você assume abertamente sua posição: se soubesse que uma filha nasceria com Síndrome de Down e o aborto fosse legal, tentaria convencer sua esposa a realizá-lo. Isso é apresentado como uma escolha individual do casal, não como obrigação.
3. Direito (não obrigação) do casal decidir: Você defende explicitamente o direito dos pais de interromper a gravidez quando a criança nasceria condenada a uma "vida muito limitada" devido a deficiências graves, enfatizando que é uma opção ética, não uma imposição.
4. Argumento em favor da criança (sofrimento inerente): O principal motivo é evitar o sofrimento da própria pessoa que nasceria. Você cita filósofos antigos com a ideia de **"A vida que não precisa ser vivida", argumentando que a existência já é complicada para pessoas saudáveis — para quem nasce com grave deficiência, seria ainda pior.
5. Experiência familiar como base empírica: Você traz o exemplo pessoal e doloroso do seu irmão que nasceu com hidrocefalia, descrevendo o sofrimento intenso vivido por ele (e pela família) em pouco mais de dois anos de "vida" nessas condições. Isso reforça o argumento de que tal existência é indigna.
6. Julgamento ético extremo sobre sofrimento: Frase forte e central: "Nem a pior das almas merecia pouco mais de dois anos de 'vida' naquelas condições". Isso sustenta a conclusão de que, em casos assim, melhor seria não ter nascido.
7. Conclusão antinatalista seletiva: O título e o fechamento sintetizam o argumento principal: em situações de deficiências graves que condenam a uma vida de extremo sofrimento (para o indivíduo e para a família), "Melhor seria não ter nascido"**. Isso se aplica especificamente a esses casos, não a todas as gestações.
Esses pontos capturam o cerne da sua argumentação: uma posição pró-escolha em casos extremos, fundamentada em compaixão pelo sofrimento evitável (da criança em primeiro lugar, depois da família), experiência pessoal e referências filosóficas antigas, sem ser um antinatalismo universal.
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Thomas Sowell nasceu em 1930 em uma família pobre em Gastonia, Carolina do Norte.
Seu pai morreu pouco antes de seu nascimento, deixando para trás a mãe de Sowell, uma empregada doméstica que já tinha quatro filhos.
Uma tia-avó e suas duas filhas adultas adotaram Sowell e o criaram.
Sua mãe morreu alguns anos depois devido a complicações durante o parto de outro filho.
Ele se lembra de que suas primeiras memórias são de quando morava em uma pequena casa de madeira em Charlotte , que, segundo ele, era típica da maioria dos bairros negros.
Ela ficava em uma rua sem pavimentação e não tinha eletricidade nem água encanada. Quando Sowell tinha nove anos, ele se mudou com sua família extensa da Carolina do Norte para o Harlem, na cidade de Nova York.
Ele e sua tia foram obrigados a ficar em apartamentos de outras pessoas, devido a frequentes brigas familiares.
Atenção: Faço análises lógicas, reduzindo o sentimentalismo ao mínimo possível.
Se tiver problema com isso, esse Blog não é para você.
NÃO LEIA!
"Ele se lembra de que suas primeiras memórias são de quando morava em uma pequena casa de madeira em Charlotte , que, segundo ele, era típica da maioria dos bairros negros.
Ela ficava em uma rua sem pavimentação e não tinha eletricidade nem água encanada."
Resumo:
1. Crítica ao Determinismo Histórico e Social: Você argumenta que fatos biográficos de Sowell (como a falta de eletricidade ou casas de madeira) são frequentemente interpretados como "discriminação social" por falta de um **ajuste temporal**. Para você, o que hoje parece precário era o padrão tecnológico da época para a maioria da população, e não necessariamente um recorte racial ou de classe.
2. Responsabilidade Individual e Planejamento Familiar: Um dos seus argumentos centrais é que a pobreza é perpetuada pela falta de controle de natalidade. Você questiona a continuidade da procriação em contextos de miséria (citando o caso da mãe de Sowell e o exemplo atual do Burundi), defendendo que o acesso a métodos contraceptivos e ao aborto são decisões que cabem ao indivíduo.
3. Primazia da Estrutura Familiar sobre o Sistema Econômico: Você sustenta que problemas como "brigas familiares" e instabilidade doméstica não podem ser creditados ao capitalismo ou a sistemas opressores, pois ocorrem independentemente da ideologia política. Para você, "tudo começa na família".
4. Rejeição ao Assistencialismo Internacional: O texto questiona a expectativa de que nações estrangeiras ou o dinheiro de impostos de terceiros devam garantir qualidade de vida a populações que, na sua visão, não exercem a responsabilidade de organizar seu próprio crescimento demográfico.
5. O Exemplo Cultural como Modelo de Sucesso: Você utiliza a cultura judaica como contraponto positivo, argumentando que o foco na **educação, disciplina financeira e cuidado com a próxima geração** é o que permite superar perseguições e discriminações, sugerindo que esse comportamento é replicável por qualquer grupo, inclusive no continente africano.
6. Análise Lógica vs. Sentimentalismo: Você estabelece como premissa que sua análise é desprovida de sentimentalismo. Seu argumento foca na eficiência e na lógica dos resultados, ignorando narrativas de vitimização que costumam acompanhar biografias de figuras que vieram de contextos pobres.
7. Acessibilidade do Sucesso via Comportamento: Por fim, você defende que a melhora na qualidade de vida é uma questão de poucas gerações, desde que haja uma mudança de comportamento cultural (organização familiar e foco educacional), afirmando que esses pilares são acessíveis a qualquer pessoa, independentemente da origem.
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“Pouco mais é necessário para levar um Estado do mais baixo grau de barbárie ao mais alto grau de opulência senão a PAZ, IMPOSTOS FÁCEIS e uma administração tolerável da JUSTIÇA.”
(Adam Smith)
Nota: Não vou ficar pesquisando a vida de mais de 500 parlamentares, mas vejam um caso que me veio a memória automaticamente e que não é isolado.
Renan Calheiros não era “empresário” nem fazendeiro.
(Fazendeiro é empresário, vou manter a separação em função da postagem original).
Entrou para política, ganhou rios de dinheiro, daí adquiriu empresas.
O Inácio é outro exemplo, não era empresário e “oficialmente” continua não sendo, mas ... foi ele chegar na Presidência para seu filho virar um “Ronaldinho Gaúcho” dos negócios.
A Gamecorp, fundada em 2003 com sócios como filhos de Jacó Bittar (fundador do PT) e Lulinha, recebeu aportes significativos da Telemar (Oi), como R$ 5,2 milhões em 2005 e mais R$ 10 milhões em 2008, além de contratos com a Rede Bandeirantes para o canal PlayTV.
Minha pergunta é: O parlamentar foi eleito porque era empresário ou virou empresário porque ganhou rios de dinheiro na política?
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Resumo:
1. A legitimidade do voto popular no Congresso: Você argumenta que, se o povo elegeu o Presidente, também é o responsável direto pela composição do Congresso. Portanto, a presença de empresários e fazendeiros no Legislativo é um reflexo das escolhas do eleitor, e não uma usurpação do poder.
2. Crítica à falta de legitimidade democrática do STF: Diferente do Executivo e do Legislativo, você aponta que o verdadeiro problema de representatividade reside no STF, cujos membros não são eleitos pelo povo, mas exercem grande influência política.
3. Distinção entre "Ter Capital" e ser "Capitalista" (Ideológico): Você contesta a simplificação de que ser empresário ou rico automaticamente torna alguém "capitalista" no sentido político. Para você, o capitalismo defensável é uma postura ideológica de direita (livre mercado) e não apenas o acúmulo de bens ou a posse de uma empresa.
4. Incoerência na classificação por patrimônio: Você utiliza exemplos (como Gleisi Hoffmann ou Guilherme Boulos) para demonstrar que, se o critério para ser "capitalista" fosse apenas ter dinheiro ou uma empresa, figuras icônicas da esquerda seriam classificadas como direitistas, o que revela a fragilidade do argumento de seus interlocutores.
5. A Hostilidade ao Livre Mercado por Grandes Corporações: Um dos seus pontos centrais é que grandes instituições, como o Itaú, não defendem necessariamente o livre mercado. Pelo contrário, você sugere que elas preferem financiar o Governo em troca de um ambiente de negócios hostil a novos concorrentes, agindo mais como corporativistas do que como capitalistas liberais.
6. O paradoxo da Liberdade Econômica no Brasil: Você questiona a afirmação de que a política brasileira é dominada por "capitalistas" apontando o dado concreto de que o Brasil não está nem entre as 100 nações com maior liberdade econômica. Se os políticos fossem realmente capitalistas (liberais), o ambiente de negócios seria mais livre e menos burocrático.
7. Defesa do Estado Forte, mas não Sufocante: Alinhado a Adam Smith, você defende que o Estado deve ser forte, porém não autoritário ou sufocante. Além disso, reafirma que a condição financeira (ser pobre) não impede ninguém de se identificar e defender ideias de Centro-Direita e o livre mercado.
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| Viver Depressa - Link |
Daniel: Mas eu me referia ao Banco Mundial e um monte de outras organizações internacionais publicando coisas oficiais dizendo que o gasto energético do bitcoin destruiria a natureza, para tentar convencer os investidores a não investir ou os governos a proibir ou a comunidade migrar de prova de trabalho para os mecanismos flexíveis e facilmente manipuláveis da prova de participação.
Sobre as IAs, as reclamações são outras.
William: Nesse caso minhas observações são ainda mais pertinentes.
Não consigo imaginar esse “grande investidor” ouvir apenas o Banco Mundial e ignorar tudo que acontece a sua volta.
Tanto que o Bitcoin se firmou apesar de muitas Instituições “oficiais” serem contra.
Resumo:
1. O alarmismo ("piti") sobre o consumo energético da IA já existe há tempo, e você o observa frequentemente nas redes sociais — não é verdade que "ninguém começou a dar piti", como sugeriu Daniel; o drama já rola solto.
2. Os humanos tendem a ser excessivamente dramáticos em relação a novas tecnologias, optando por exageros e vitimismo em vez de uma visão equilibrada — você questiona por que tanta gente escolhe esse caminho.
3. Exemplo histórico das TVs antigas: na sua geração ("geração TV"), ouvia-se horrores sobre o consumo elevado das televisões a válvulas (comparáveis a lâmpadas incandescentes), mas as TVs modernas consomem muito menos energia e entregam qualidade superior — prova de que o consumo inicial alto não é permanente.
4. Padrão histórico recorrente: tecnologias em geral começam "gastonas" (altíssimo consumo de energia/recursos) e, ao longo do tempo, os custos são drasticamente reduzidos — isso se repete por séculos em diversas inovações, não sendo algo exclusivo da IA ou do Bitcoin.
5. Analogia poderosa com a eletricidade: se a humanidade tivesse abandonado a eletricidade na primeira eletrocussão fatal, nunca teríamos progredido — rejeitar tecnologias por riscos ou custos iniciais impede o avanço humano.
6. O drama atual é entediante e repetitivo ("conversa mole"), similar ao pânico passado com o Bitcoin que não destruiu o planeta — você se cansa desse vitimismo recorrente, mas sente a necessidade de contrapor porque poucos outros o fazem.
7. Visão otimista e entusiástica da IA: "VIVA AS IAs!" — para você, é a tecnologia mais interessante que se popularizou nos últimos 5 anos, com a expectativa de que ela traga mais LÓGICA à humanidade, ajudando a reduzir o drama, o vitimismo e a tendência a exageros emocionais.
Seu texto é uma defesa clara e bem-humorada do progresso tecnológico, usando história e exemplos concretos para desmontar o alarmismo energético, e termina com um tom positivo e provocador sobre o potencial transformador da IA.
Jairo: Ele (Nikolas) só não falou que o programa que atendia 5 milhões agora vai atender 15 milhões
William: Ano eleitoral né ... para bom entendedor ...
Mas o fato não muda, com 5, 15 ou 20 milhões de beneficiados, usar o depósito financeiro é mais eficiente.
João: O Bolsonaro no governo dele poderia ter tomado essa ideia do FHC e colocado em prática no governo dele.
Afinal de contas boas ideias são para serem copiadas.
Foi isso que exatamente o Lula fez.
Já o Bolsonaro...😂😂😂
William: Foi exatamente o que Bolsonaro fez, aumentou o Bolsa Brasil para 600 reais em dinheiro.
Não lembro bem, mas estava em 400 reais.
Os 200 reais a mais “em dinheiro” pagava bem mais que o botijão de gás da época.
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Resumo:
1. Crítica central ao modelo atual de "Vale Gás" (distribuição física do botijão): Substituir o depósito em dinheiro pela retirada obrigatória do botijão em revendas credenciadas retira a autonomia e a liberdade de escolha da família pobre, que deixa de decidir onde comprar e como usar o recurso.
2. Defesa do modelo anterior (depósito em dinheiro): Você apoia explicitamente o formato anterior ("Gás dos Brasileiros") e o defendido por Nikolas, considerando-o mais eficiente, exatamente como foi feito no Bolsa Escola de Fernando Henrique Cardoso.
3. Referência histórica positiva a FHC e Ruth Cardoso: Políticas como o Bolsa Escola (condicionado à matrícula e frequência escolar) e o Comunidade Solidária (coordenado por Ruth Cardoso) são exemplos bem-sucedidos de combate à pobreza e exclusão social, com resultados concretos como a redução da mortalidade infantil no Nordeste.
4. Risco de "máfias" e corrupção no modelo de distribuição física: Entregar o produto em si facilita superfaturamento, licitações questionáveis e formação de esquemas corruptos, ao contrário do dinheiro na conta, que dispersa o poder de compra.
5. Vantagem econômica e de eficiência com dinheiro na conta: O beneficiário pobre busca naturalmente o fornecedor mais barato na região, gerando competição real no mercado e redução de custos, sem favorecimentos artificiais.
6. Preservação da dignidade e autonomia: Dar dinheiro direto mantém a liberdade de escolha e evita constrangimentos logísticos (como ter que ir a pontos específicos), o que pode dificultar o acesso e até encarecer o produto indiretamente.
7. Crítica ao Estado brasileiro por preferir complicar: O governo poderia (e deveria) usar cruzamento de dados para cancelar benefícios indevidos automaticamente se o recurso for mal utilizado, mas opta por sistemas ineficientes e complicados, perpetuando dependência e facilitando desvios.
Esses pontos capturam o cerne da sua argumentação: preferência por mecanismos que preservem autonomia, incentivem eficiência de mercado, combatam corrupção e sigam exemplos históricos bem-sucedidos de políticas sociais condicionadas e baseadas em transferência direta de renda.
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