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quarta-feira, 28 de outubro de 2026

França 1968

 


Sandro >>  "Crise migratória", disse o meu colega metido a cientista político sobre os protestos da franceses.
    Já o outro, que depois que bebi duas latinhas de cerveja, falou que crise na França, são as 
13 famílias de Roma e as  13 famílias judaicas.
   Meu colega,  crente com cara de Didi e Dedé dos trapalhões  já vem com essa, que a crise na França começou com o Holocausto...  que trocaram 10 milhões de judeus, 6 milhões mortos por 20 milhões de muçulmanos... bla ,bla, bla.
   Eu só ali, depois pensando:
   Será que eu falo, que não há economia dá França sem a África.
   Todos os problemas que a França está passando, tem uma única origem a Aliança dos Estados do Sahel ( Burkina Faso, Mali e Níger). 
    Agora Macron não tem como sustentar a guerra, a economia, a pensão social... 
    Se não cederem a guerra, vão colapsar mais rápido ainda, porque de um jeito ou de outro eles vão "cair".
   Estão posicionando sempre errado neste jogo de xadrez ( geopolítica internacional).
    Porém confesso,  a galera lá  sabe se organizar heim rs
   C est drôle
   Só sei ,que aqui no meu Brasil,  estava lindo as manifestações de apoiou ao nosso Presidente Lula. 
  Bom dia!
  Bora lá Ver menos"

William >> Humm ...   

  "As manifestações de maio de 1968 na França começaram como um protesto estudantil liderado pela Universidade de Nanterre contra a opressão acadêmica e a Guerra do Vietnã. 
   A repressão policial inflamou o movimento, culminando na "Noite das Barricadas" em Paris. 
  A rebelião se espalhou para os trabalhadores, gerando uma greve geral com cerca de 10 milhões de grevistas que paralisou o país. 
  Embora o governo de Charles de Gaulle tenha sufocado as paralisações com os Acordos de Grenelle e novas eleições, o movimento provocou profundas transformações sociais, culturais e comportamentais na sociedade francesa."
  (Gemini)

  Franceses são os esquerdista da Europa, acham que podem gastar mais do que arrecadam indefinidamente, mas a conta sempre chega.
  Vejam que estamos falando de 1968, a influência francesa nos "Estados do Sahel" estava forte.



   O Protesto de Maio de 1968 na França foi um movimento sociocultural e político liderado por estudantes e trabalhadores contra o conservadorismo, a guerra e o autoritarismo.
 
  A expressão "3 M" refere-se aos três grandes pensadores intelectuais que inspiraram a ideologia e os slogans das revoltas estudantis:
 
Karl Marx: Crítica ao capitalismo e luta de classes.
Mao Tsé-Tung:   Ação revolucionária e o maoísmo.
Herbert Marcuse: Crítica à sociedade industrial e libertação individual.

*Gemini*



   Só o tempo mostra o resultado das ideias.

  Karl Marx   - Em 1968 a URSS estava no auge, em 1957 os russos colocaram o primeiro satélite em órbita e todas, as notícias que vinham dessa nação socialista eram maravilhosas, o paraíso na terra.
  Caminhavam a passos largos para implantar o comunismo teorizado por Marx... 1989 ruiu tudo ...

  Mao Tsé-Tung   - A China comunista era uma desgraça só, não sei o que franceses viam de bom ali.
  Pode ser pela dificuldade de comunicação, mas em 1968, tirando a Internet, os demais meios de comunicação eram satisfatoriamente eficientes.
  A França não era uma nação no meio do nada.
  De certo seu meio acadêmico tinha acesso ao que se passava na china pelo menos para não fantasiar que era uma nação melhor que a França para viver.

  
  Para geração Z:
  Não pense na China potência de hoje.
  Mao Tsé-Tung morreu em 1976, quem assumiu imediatamente como Chefe do Partido Comunista e do Governo foi Hua Guofeng.
  No entanto, a partir de 1978, Deng Xiaoping emergiu como o verdadeiro líder de fato da China.
  Deng promoveu as reformas econômicas, a abertura de mercado e a modernização do país, afastando a liderança radical maoísta.

 

  Herbert Marcuse     - Filósofo da Escola de Frankfurt, integrou o marxismo à psicanálise de Freud para criticar a sociedade industrial.
  Pregava que o capitalismo moderno impõe uma "repressão adicional" ao desejo humano para manter o trabalho alienado.
  Na sociedade de consumo e alta tecnologia, o indivíduo perde a capacidade crítica, assimilando os valores do sistema e tornando-se dócil.
  Acreditava que a classe trabalhadora fora integrada ao sistema, transferindo o potencial revolucionário para estudantes, minorias e marginais.

   Perceberam?
   Marx e Mao apostavam na revolução feita por "trabalhadores" ... como se empresariar uma empresa não fosse trabalho ... políticos criarem ambiente totalitário ... isso é trabalho regiamente recompensado.

   Marcuse foi mais para o lado de Antônio Gramsci
"transferindo o potencial revolucionário para estudantes, minorias e marginais."

  Vou ficando por aqui, é o que já escrevi varias vezes.
  NÃO TEM POVO INOCENTE.
  Em 1968 já havia informações suficiente disponíveis, principalmente para os que se dizem "intelectuais".

  Simone de Beauvoir participou ativamente das
 manifestações de 1968 na França.
   A França teve os piores “pensadores” (e pensadoras) do século passado.




   Hoje então (2026) dispensa comentários.
   O cidadão francês escolhe de livre e espontânea vontade ignorar a história.
   Não me perguntem porque, esta além do meu entendimento.
   (É você SATANÁS? 😉)

   Não invento a realidade, apenas a observo.


✧✧✧



Resumo:

1. Ilusão com o modelo soviético (Marx): Em 1968, embalados por feitos como o Sputnik (1957) e pela propaganda socialista, os intelectuais franceses viam a URSS como um paraíso em marcha rumo ao comunismo.
   (URSS faliu em 1989)

2. Cegueira acadêmica sobre a China (Mao): A China maoísta vivia uma realidade trágica, mas o meio acadêmico francês fantasiou o modelo comunista chinês, mesmo dispondo de meios de comunicação suficientes na época para saber a verdade.

3. Mudança de eixo revolucionário (Marcuse): Enquanto Marx e Mao apostavam nos trabalhadores, Marcuse (na linha de Gramsci) deslocou o potencial revolucionário para estudantes, minorias e marginais, ao notar que a classe trabalhadora havia sido integrada ao consumo.

4. Desconexão do conceito de "trabalho": Há uma visão equivocada que exclui o esforço de empreender da categoria de trabalho, enquanto o ambiente totalitário criado por políticos é um "trabalho" regiamente recompensado.

5. Responsabilidade do povo e dos intelectuais: "Não tem povo inocente." Já em 1968 havia informação de sobra disponível; a adesão a essas ideologias por parte de figuras celebradas (como Simone de Beauvoir) reflete escolhas, não ignorância.

6. Legado de maus pensadores: A França reuniu alguns dos piores pensadores e pensadoras do século XX, cujas ideias utópicas e gastadoras continuam cobrando o seu preço na economia e na sociedade.

7. Recusa consciente da história hoje: O cidadão francês atual escolhe, de livre e espontânea vontade, ignorar as lições da história e insistir em gastar mais do que arrecada.



  

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