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segunda-feira, 2 de novembro de 2026

Feminismo e Capitalismo

  



 Laerte>> O feminismo é atacado pelos setores mais conservadores da sociedade porque é percebido como prejudicial ao capitalismo quando se reivindica salários maiores.
  
William >> Pelo “seu” ponto de vista o feminismo foi maravilhoso para o capitalismo.
  Metade da população é feminina, a mulher trabalhando aumentou bastante a oferta de mão de obra.
  O homem recebia um salário que mantinha a família, digamos só para efeito didático que fosse 5 mil.
   Com a mulher no mercado o salário do homem baixou para 2500, e a mulher passou a ganhar 2500.
  Pelo seu ponto de vista o “Capitalismo” conseguiu dois funcionários pelo preço de um...

Laerte >> Nada do que você disse pode ser extraído do meu texto.

William >>  "O que eu extraio disso é que o feminismo causa danos aos capitalistas".(Laerte)

  Pelo contrário, deu um lucro danado, alguma perda é aceitável o custo beneficio compensa, ainda mais agora que o feminismo convenceu as mulheres a não procriar, nem licença maternidade precisa mais.😉
  E quando acontece nossa taxa de natalidade esta em menos de 2 filhos por mulher.
  A mulher fica muitos mais tempo disponível como mão de obra.

Atenção: Não que eu concorde com o ponto de vista do comentarista, apenas segui o fluxo da proposta do ponto de vista dele.
  Por vezes ao invés de se opor a uma narrativa é melhor caminhar com o autor dela na esperança que ele perceba os desdobramentos.
  Nesse caso, se ele defende que o movimento feminista é prejudicial ao capitalismo eu gostaria de saber como esse aumento expressivo da mão de obra e do consumo foi ruim para a indústria e comércio.
  Se alguém quiser me responder fique a vontade.
  Evidente que nem tudo são flores, mas o beneficio para o "capitalismo" supera em muito qualquer "inconveniência".


    

    O movimento feminista alcançou seus objetivos fundamentais até meados do século passado (1950). 
   Hoje, a Geração Z feminina tem os mesmos direitos que os homens.
   O problema é que o movimento não parou,  passou a avançar sobre direitos masculinos, como vemos na erosão da presunção de inocência e nas cotas políticas que anulam o peso real do voto masculino. 
  Apoiar o movimento feminista em 1900 era lógico; insistir em dogmas dos anos 60 em pleno 2026 é apenas criar privilégios e desequilíbrios. 

   É hora de falar sobre os antiexcessos ! - Link



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Resumo:

 Aumento massivo da oferta de mão de obra: A entrada da mulher no mercado de trabalho dobrou a base de trabalhadores disponíveis para a economia.

Impacto no custo salarial e lucro do capital: Com o casal trabalhando, o valor individual dos salários foi reajustado para baixo, permitindo que o sistema capitalista contratasse dois funcionários pelo custo histórico de um único salário familiar.

Redução de custos trabalhistas indiretos: A queda na taxa de natalidade (abaixo de 2 filhos por mulher), em parte influenciada pelo movimento, reduziu os gastos e os impactos operacionais das licenças-maternidade.

Estratégia dialética (Condução à exaustão da narrativa): Em vez de rechaçar de imediato a premissa de Laerte, a estratégia foi seguir o fluxo lógico do opositor para evidenciar os reais desdobramentos econômicos favoráveis ao capitalismo.

Cumprimento histórico e esgotamento do objetivo original: Os objetivos fundamentais do feminismo foram alcançados até meados do século XX (década de 1950), garantindo igualdade de direitos para as gerações atuais.

Inversão e avanço sobre direitos masculinos: O movimento contemporâneo ultrapassou a busca por igualdade e passou a corroer garantias fundamentais, gerando desequilíbrios como a erosão da presunção de inocência e cotas que desvalorizam o voto masculino.

Necessidade de sobriedade e antiexcessos: Apoiar o feminismo no início do século XX fazia sentido lógico, mas insistir em dogmas obsoletos em plena atualidade serve apenas para criar privilégios, sendo urgente defender uma postura de "antiexcessos".


  

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