Laerte>> O feminismo é atacado pelos setores mais conservadores da sociedade porque é percebido como prejudicial ao capitalismo quando se reivindica salários maiores.
William >> Pelo “seu” ponto de vista o feminismo foi maravilhoso para o capitalismo.
Metade da população é feminina, a mulher trabalhando aumentou bastante a oferta de mão de obra.
O homem recebia um salário que mantinha a família, digamos só para efeito didático que fosse 5 mil.
Com a mulher no mercado o salário do homem baixou para 2500, e a mulher passou a ganhar 2500.
Pelo seu ponto de vista o “Capitalismo” conseguiu dois funcionários pelo preço de um...
Laerte >> Nada do que você disse pode ser extraído do meu texto.
William >> "O que eu extraio disso é que o feminismo causa danos aos capitalistas".(Laerte)
Pelo contrário, deu um lucro danado, alguma perda é aceitável o custo beneficio compensa, ainda mais agora que o feminismo convenceu as mulheres a não procriar, nem licença maternidade precisa mais.😉
E quando acontece nossa taxa de natalidade esta em menos de 2 filhos por mulher.
A mulher fica muitos mais tempo disponível como mão de obra.
Atenção: Não que eu concorde com o ponto de vista do comentarista, apenas segui o fluxo da proposta do ponto de vista dele.
Por vezes ao invés de se opor a uma narrativa é melhor caminhar com o autor dela na esperança que ele perceba os desdobramentos.
Nesse caso, se ele defende que o movimento feminista é prejudicial ao capitalismo eu gostaria de saber como esse aumento expressivo da mão de obra e do consumo foi ruim para a indústria e comércio.
Se alguém quiser me responder fique a vontade.
Evidente que nem tudo são flores, mas o beneficio para o "capitalismo" supera em muito qualquer "inconveniência".
O movimento feminista alcançou seus objetivos fundamentais até meados do século passado (1950).
Hoje, a Geração Z feminina tem os mesmos direitos que os homens.
O problema é que o movimento não parou, passou a avançar sobre direitos masculinos, como vemos na erosão da presunção de inocência e nas cotas políticas que anulam o peso real do voto masculino.
Apoiar o movimento feminista em 1900 era lógico; insistir em dogmas dos anos 60 em pleno 2026 é apenas criar privilégios e desequilíbrios.
É hora de falar sobre os antiexcessos ! - Link
✧✧✧
Resumo:
Aumento massivo da oferta de mão de obra: A entrada da mulher no mercado de trabalho dobrou a base de trabalhadores disponíveis para a economia.
Impacto no custo salarial e lucro do capital: Com o casal trabalhando, o valor individual dos salários foi reajustado para baixo, permitindo que o sistema capitalista contratasse dois funcionários pelo custo histórico de um único salário familiar.
Redução de custos trabalhistas indiretos: A queda na taxa de natalidade (abaixo de 2 filhos por mulher), em parte influenciada pelo movimento, reduziu os gastos e os impactos operacionais das licenças-maternidade.
Estratégia dialética (Condução à exaustão da narrativa): Em vez de rechaçar de imediato a premissa de Laerte, a estratégia foi seguir o fluxo lógico do opositor para evidenciar os reais desdobramentos econômicos favoráveis ao capitalismo.
Cumprimento histórico e esgotamento do objetivo original: Os objetivos fundamentais do feminismo foram alcançados até meados do século XX (década de 1950), garantindo igualdade de direitos para as gerações atuais.
Inversão e avanço sobre direitos masculinos: O movimento contemporâneo ultrapassou a busca por igualdade e passou a corroer garantias fundamentais, gerando desequilíbrios como a erosão da presunção de inocência e cotas que desvalorizam o voto masculino.
Necessidade de sobriedade e antiexcessos: Apoiar o feminismo no início do século XX fazia sentido lógico, mas insistir em dogmas obsoletos em plena atualidade serve apenas para criar privilégios, sendo urgente defender uma postura de "antiexcessos".
.

Nenhum comentário:
Postar um comentário