
Thomas Sowell >>"O fato de muitos políticos de
sucesso serem mentirosos não
e exclusivamente um reflexo da
classe política; e também um
reflexo do eleitorado.
Quando as pessoas querem
o impossível, somente os
mentirosos podem satisfaze-las."
William >> É bem o que acontece na França
(por exemplo), querem trabalhar pouco,
ganhar muito e permanecerem competitivos
diante de uma China ou Estados Unidos.
Elegem políticos que prometem isso para eles.
Gastar mais do que arrecada indefinidamente ... é
impossível.
Se não ajusta pela razão, vai ajustar pela aflição.
Leandro >> Por isso muita gente associa a palavra político com mentiroso.
Porque a maioria mente e mente muito.
William >> Por isso eu digo que não há povo inocente.
Decidir acreditar em mentiras ... já é uma decisão.
Foi prometido nessa eleição (2026) ônibus gratuito todo final de semana.
Possível é, mas a um custo altíssimo que inviabiliza muitas outras coisas ou aumenta nossa dívida com Bancos.
Os Bancos poderiam fazer isso, até eles mesmos ficarem inviáveis.
A verdade é que nenhum governo deveria gastar mais do que arrecada a não ser em situações emergenciais como o caso recente da Pandemia.
A verdade está de fácil entendimento a todos.
Mas o candidato que expor o óbvio não ganha votos suficientes.
Os políticos são reflexo da cultura vigente,
afinal eles são povo também.
Os políticos da Holanda (só um exemplo) não são mentirosos porque fazem parte de um povo que não gosta de mentiras.
A nação que acusa políticos eleitos de serem mentirosos, precisa entender que está sendo feita a vontade da maioria.
Síntese:
Muitas pessoas não entendem que os bancos vendem serviços e dinheiro, é um estabelecimento comercial.
Quando você pega um empréstimo está comprando dinheiro.
Quando você compra pamonhas (por exemplo) se pagar apenas o que o vendedor gastou para produzir, quem vende não tem como sobreviver.
O lucro, é o “salário”, “comissão” de quem vende.
Se o Banco te vende Mil Reais, algo a mais terá que cobrar para sobreviver, essa cobrança a mais são os juros.
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Se alguém gasta mais do que ganha, a culpa é do banco (mesmo que seja para uma emergência)!?
Culpar as instituições financeiras pelo endividamento individual faz tanto sentido quanto fechar lanchonetes porque algumas pessoas comem demais.
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O mesmo vale para os governos!
Quando o Estado gasta mais do que arrecada para bancar "direitos" sem sustentação financeira, o endividamento explode.
Direitos são ótimos, mas a palavra "direito" não faz o dinheiro brotar do nada.
O ALTO FATURAMENTO dos bancos não é a doença do “capitalismo” (no socialismo também há bancos), é apenas o sintoma.
A verdadeira raiz do problema é a ilusão de que existe almoço grátis e a falta de consciência eleitoral de quem vota em quem promete o impossível.
A solução nunca será o calote sistêmico, mas sim governantes que respeitam o orçamento e eleitores que cobram responsabilidade fiscal e, óbvio, apliquem em suas próprias vidas.
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Resumo:
1. Bancos como comércios comuns: Os bancos vendem serviços e dinheiro da mesma forma que qualquer outro comerciante vende seus produtos. O lucro deles não é o valor total pago, mas sim a margem (o juro cobrado pelo serviço), assim como o lucro de um vendedor de pamonha é o valor acrescentado sobre o custo de produção.
2. O empréstimo é uma mercadoria ofertada: Assim como a padaria expõe doces ou a loja expõe roupas, o banco disponibiliza empréstimos. A oferta está lá, mas a decisão de consumir é individual.
3. A responsabilidade individual pelo endividamento: O banco não tem culpa se o indivíduo é indisciplinado e gasta mais do que ganha. Culpar o banco por isso faz tanto sentido quanto fechar lanchonetes porque algumas pessoas comem mais do que deviam.
4. O paralelo com o endividamento dos Estados: O mesmo princípio se aplica aos governos: se o governante gasta consistentemente mais do que arrecada com impostos — muitas vezes motivado por pautas populares e "direitos" onerosos —, o resultado inevitável é o endividamento crônico.
5. A ilusão do "almoço grátis": Direitos sociais caros (como universidade gratuita para todos ou aposentadorias precoces) são bonitos no discurso, mas "direitos" não são palavras mágicas que fazem o dinheiro surgir do nada.
6. O calote generalizado é insustentável: Propor calotes em massa nos bancos é o equivalente a todos pararem de pagar a conta de luz: quebra o sistema fornecedor e prejudica a sociedade inteira. O lucro elevado dos bancos é apenas o sintoma, e não a doença.
7. A raiz do problema é cultural e eleitoral: A verdadeira doença é a crença generalizada de que existe "almoço grátis". A solução passa por governantes responsáveis que caibam no orçamento, o que exige eleitores conscientes que parem de votar em quem promete o impossível.
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