sábado, 31 de janeiro de 2026

Animais Domésticos

 

Animais Abandonados - Link



Marisa: "Ensinem as crianças a tratar os animais
como eles gostam de ser tratados, observando seu comportamento, hábitos, alimentação e comunicação.
  Isso ajudará a criança a desenvolver habilidades essenciais para a humanidade, baseadas no respeito e empatia pela natureza."

William: Ensinei minhas filhas a respeitarem os animais, mas preferirem computadores e bons eletrodomésticos.
  Animais de estimação em casa é para quem gosta muito.
   Utilidade prática não tem nenhuma, é só trabalho.

Caio: "Utilidade prática"??!!! vc não está falando de objetos e sim de um ser vivo que tem sentimentos, que sente dor, sente medo, sente alegria, sente tristeza, sente fome, se sente abandonado e chora.
  Quanta insensibilidade nesse seu comentário. 
  Cadê o pessoal do seu grupo que não fala nada??? será que concordam com vc???

William:   "não está falando de objetos e sim de um ser vivo que tem sentimentos, que sente dor, sente medo, sente alegria, sente tristeza, sente fome, se sente abandonado e chora."
  😂😂😂
  Quem quer ter o trabalho de lidar com tudo isso!?
  Eu não.
  Conviver com seres da minha espécie em casa é útil.
  Nós nos ajudamos, somos seres sociais, casamos, temos filhos, a utilidade está na perpetuação da nossa espécie.
   Um gato, peixe, cão ... nada contra quem gosta, se eu gostasse teria, mas eu NÃO GOSTO (para conviver na minha casa).


✧✧✧

 

Resumo:

 

1. Ensino de respeito aos animais é válido, mas secundário: Você ensinou suas filhas a respeitarem os animais, mas prioriza que elas deem valor maior a coisas úteis como computadores e bons eletrodomésticos — o foco educacional deve ser em itens de utilidade prática humana.

 

2. Animais de estimação não têm utilidade prática:   Manter animais domésticos em casa não traz nenhum benefício prático real; é apenas trabalho extra, sem vantagens concretas comparáveis a objetos ou ferramentas úteis.

 

3. A posse de animais é opcional e para quem gosta muito: Ter bichos de estimação é algo exclusivo para quem tem grande afinidade e disposição; não é uma obrigação moral nem algo universalmente recomendável.

 

4. Crítica à ênfase excessiva nos sentimentos animais: Em resposta à acusação de insensibilidade (de Caio), você ridiculariza a lista de emoções e sofrimentos dos animais (dor, medo, fome, abandono etc.) ao perguntar: "Quem quer ter o trabalho de lidar com tudo isso!?" — argumentando que isso reforça a ideia de que é um ônus, não um motivo para adotar.

 

5. Utilidade da convivência está na própria espécie humana: Conviver com seres humanos em casa é útil e valioso (socialização, casamento, filhos, perpetuação da espécie); já animais (gato, peixe, cão) não oferecem essa mesma reciprocidade prática ou biológica.

 

6. Ausência de gosto pessoal justifica não ter animais: Você deixa claro que não gosta de ter animais em casa (mesmo reconhecendo que "nada contra quem gosta"); se gostasse, teria — mas a preferência pessoal prevalece, sem isso significar falta de sensibilidade ou crueldade.

 

7. Contraste com a visão de Marisa: Indiretamente contrapõe a sugestão dela de ensinar crianças a observar e respeitar hábitos/comunicação animal para desenvolver empatia pela natureza, priorizando em vez disso uma educação voltada à utilidade prática e à interação humana.

 

  Esses pontos capturam o cerne da sua posição: uma visão pragmática, centrada na utilidade humana e na liberdade de escolha pessoal, sem negar respeito básico aos animais, mas rejeitando qualquer obrigatoriedade moral ou sentimentalismo em relação à posse deles.

 


  


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quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

Abuso

 

 


  “Um levantamento aponta que um caso de es**pro coletivo acontece no Rio a cada 36 horas, em média.


  Ao todo, os 102 estupros coletivos registrados no Rio este ano envolvem 243 agressores e 117 vítimas, já que, em alguns casos, mais de um alvo é atacado pelo grupo simultaneamente.


  Três em cada quatro vítimas são menores de idade.


  Dentro desse recorte, mais da metade é composta por abusados de no máximo 11 anos, com 45 crianças violadas por mais de uma pessoa ao mesmo tempo antes de chegar à adolescência.”

 

  Correio Braziliense - Link

 

 

William: Uma comentarista mais à esquerda e feminista me mandou esses dados, por uns comentários que fiz e ela considerou "machista".

 Sugeriu que eu estava "defendendo abusadores".


  Mulhericídio - Link


  Da minha parte eu gostaria de entender o que pessoas iguais a ela estão pedindo exatamente, mas serve até "aproximadamente".

  Quem sabe algum leitor possa me ajudar.


  Vou usar a palavra "abuso" não para diminuir a gravidade da ocorrência, mas para tentar não ser censurado.


  Querem que o abuso seja transformado em crime?


  Já é desde o Brasil Colônia. 

  As penas eram brandas na maioria dos casos ou inexistentes no caso das "escravizadas".

   Mas poderia chegar a pena de morte se fosse uma "fidalga".

   As leis foram endurecendo e:

  Lei nº 12.015/2009

  Est**ro passou a ser crime contra a dignidade sexual.

  Homens e mulheres podem ser vítimas.

  Incluiu outros atos libidinosos, não apenas conjunção carnal.

  Pena: 6 a 10 anos de reclusão.


  Agravantes

  Vítima menor de 14 anos → est**ro de vulnerável

  Pena: 8 a 15 anos.


  Est**ro coletivo ou corretivo (Lei nº 13.718/2018)

  Pena aumentada (até 20 anos, conforme o caso).


  Lesão grave ou morte → penas ainda maiores.



 Hoje, no Brasil:

 Est**ro é crime hediondo.

 Não há distinção moral da vítima.

 Sexo forçado (mesmo no casamento) é crime.

 A lei reconhece a violência sexual como violação de direitos humanos.


  Querem aumento das penas?


  Podemos fazer isso.

  Então que essas pessoas digam exatamente que tipo de pena querem.

  Cientes que isso não tem como "eliminar" a ocorrência de crimes.

  Países como a China tem pena de morte e crimes não deixam de acontecer.


  Prisão perpétua e pena de morte não estão previstas em nossa Constituição, teríamos que fazer outra.


  Querem ação preventiva eficaz?


  Caraca, os próprios estudos passados apontam que a maioria das ocorrências acontecem em ambiente particular, longe do público.

  Todos os pais e familiares tem que ficar atentos ... quando eles mesmos não são os abusadores.


  Crianças podem ser questionadas nas escolas sobre como esta seu ambiente familiar, mas não vejo como alguma orientadora pode obrigar uma criança a falar tudo que se passa.

  A não ser que haja sinais visíveis de violência ou testemunho preocupante, não dá para iniciar uma ação efetiva.

  Afinal, a grande maioria dos lares é o ambiente mais seguro que uma criança pode estar.

  Senão criaríamos leis e colocaríamos todas em orfanatos....


   Enfim.


  Meu ponto é que o problema sabemos, eu e a maioria estamos abertos a sugestões eficientes.

  Mas alguns grupos insistem no "puxão de orelhas social generalizado".


  "Todo homem é um abusador em potencial", dizem.

   Tá, vamos prender preventivamente todos os homens!?

   Eu tenho que me sentir culpado pelas ações de outro homem!?


   O "engraçado" é que a direita apoia penas duras, sabe que só dialogo não basta, é preciso prender criminosos.

  A esquerda diz que tudo é devido a “desigualdade social” e a “concentração de renda”.

  Se fosse assim não teria criminosos da classe média pra cima.


   Essa lógica entra em sua mente?


   Escola do Crime - Link




Nota:  Há tantos problemas que a maioria de nós gostaria de eliminar na sociedade.

  Eu vejo essas guerras insanas por mais territórios provocando tanto sofrimento ou o vicio em drogas ou a miséria de muitos...

  Que bom se existisse uma lâmpada mágica e pudéssemos pedir o fim de algumas coisas para um super gênio.

  Mas não tem.

  Temos que usar o bom senso, o "pragmatismo" para resolver nossos problemas humanos.




✧✧✧


 

 

 Resumo:


1. Contextualização do dado estatístico: você apresenta o levantamento sobre estupros coletivos no Rio de Janeiro como ponto de partida da reflexão, incluindo números e algumas características das vítimas e agressores. 

 

2. Reação a críticas de leitores: menciona que uma comentarista considerou seus comentários “machistas” ou como se você defendesse abusadores, contrapondo isso ao fato de a própria ter enviado os dados para você. 

 

3. Uso intencional da palavra “abuso”: você diz que escolhe esse termo não para reduzir a gravidade, mas para evitar censura e manter a discussão aberta. 


4. Histórico legal do est**ro no Brasil:** aponta que o est**ro já era considerado crime desde o Brasil Colônia, mas as penas eram brandas ou inexistentes em muitos casos; e que, com o tempo, as leis foram endurecidas, culminando em definições modernas como crime contra a dignidade sexual com penas mais severas. 

 

5. Discussão sobre penalidades e eficácia legal: você questiona se apenas aumentar as penas faria diferença, lembrando que a pena de morte e prisão perpétua não são previstas pela Constituição brasileira e que países com penas mais duras (como a China) ainda registram crimes. 

 

6. Enfoque em prevenção e vigilância familiar: destaca que a maioria dos abusos ocorre em ambiente familiar ou particular, sugerindo que a prevenção envolve atenção dos próprios pais e familiares, e reconhecendo limites operacionais de medidas como questionar crianças sem sinais evidentes de violência. 

 

7. Crítica às generalizações ideológicas: você contrapõe duas visões ideológicas — de que todos os homens seriam potenciais abusadores (associada à esquerda/feminismo) — e defende que nem toda crítica ou preocupação deve ser interpretada como culpa coletiva ou demonização de um grupo. 


  

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segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

QI Brasil

 

Comentarista:  Nós pensamos que as pessoas com alto QI nasceram privilegiadas. 
  Mas… será?
  Você acha que é possível que o nosso QI não esteja sendo sistematicamente prejudicado por um currículo escolar que prioriza a memorização, ao invés do pensamento lógico?

William: Minha aposta é que algumas mentes são naturalmente melhores que outras.
  Essa é uma dedução lógica.
  Alguns pulmões são mais eficientes que outros, o mesmo acontece com olhos, ouvidos, resistência muscular...
  Não sei por que o cérebro seria exceção.

  Sim, um pulmão eficiente pode ser melhorado com exercícios físicos ou prejudicado com uma vida sedentária, mas ele tem características particulares desde nascença.

  "Pra mim" o que mais prejudica os que nascem com QI alto em nossa cultura é o "igualitarismo" na sala de aula.
  Nosso método de ensino limita o avanço da classe ao cérebro menos eficiente.
  Nos últimos tempos piorou com a "inclusão forçada".
  Nas primeiras séries já deveria ocorrer uma triagem.
  Aqueles alunos com QI alto deveriam ter salas mais adaptadas a eles, mas até pensar isso é proibido...

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sábado, 24 de janeiro de 2026

Muro de Berlim, Oxfam

 

Comentarista: O estudo aponta que os super-ricos não apenas influenciam políticas públicas, mas passam a integrar diretamente governos e espaços decisórios, moldando regras em benefício próprio.
  Exemplos incluem a presença de bilionários em negociações climáticas da ONU e o controle de grandes conglomerados de mídia e plataformas digitais por um grupo restrito de indivíduos.
  Para a Oxfam, essa captura dos Estados por interesses oligárquicos aprofunda retrocessos democráticos, amplia a repressão a protestos e enfraquece direitos sociais.


William: Percebem a contradição?
  O Estado tem nos "traído" e a solução para isso é mais Estado!?
  O Oxfam esta dizendo basicamente que elegemos governantes corruptos.
  O voto do rico ou super-rico vale tanto quanto o voto do pobre ou super-pobre e há muito mais pobres.
  Logo, em regimes democráticos, os parlamentares são eleitos majoritariamente por pobres, no máximo classe média.

  Fora a lógica, o bom senso, que argumento um super rico pode usar para influenciar um politico que não seja dinheiro, corrupção!?

  Qualquer um minimamente "sábio" percebe que o grande mal é persistirmos em eleger corruptos.
  Evidente que não somos adivinhos.
  A pessoa tem um discurso legal, coerente, votamos nela.
  Se durante o mandato vemos fortes indícios de corrupção ou falta de ética ... NÃO votamos mais nesse politico (a).
  Em caso de corrupção comprovada CADEIA.

  O Oxfam sugere simplesmente acabar com Bilionários, é isso!?
  Se a fortuna pessoal do cidadão chegar a 1 bilhão todo o excedente é tornado propriedade do Estado!?

  Ou seja vamos na pratica estatizar todas as empresas como acontece na China?

   A China é nosso modelo a ser seguido?
   Chega de democracia, devemos querer governos autoritários, chega de pobre (ou rico) votar.
   Lá não tem nem corrupção ... acredite quem quiser...

  "Pra mim", nosso maior problema é tantos humanos ainda em 2026 preitearem o "Estado Paizão".
  Um pensamento que deveria ter caído junto com o "Muro de Berlim" em 1989, mas infelizmente continua com adoradores fanáticos.

 

  

Comentarista: O Marxismo não tem predominado na nossa cultura, visto que grande parte dos cidadãos nem sabe o que é Comunismo.

  Eu sei disso porque já fiz pesquisa de campo quando estava na escola.

  Cara, você tem uma crítica política, e ok, não acredito que esteja totalmente errado, entretanto, a culpa (do nosso atraso) não é da "cultura esquerdista".

 

William: A pessoa não precisa saber o significado de "sádico" (só um exemplo) para agir como tal.

  A cultura de se sentir "sempre" explorado, oprimido, e ter raiva de empresas é característica do pensamento de esquerda ou direita?

 

  O indivíduo acreditar que o Estado é o principal responsável pela vida dele e não o próprio cidadão é característica de qual linha de pensamento?

 

 



 

  

Orquidéia: A OXFAM sugere acabar com os bilionários?

  Não estou sabendo, não foi assim que entendi.

  Não falei nada disso, fui bem cuidadosa no assunto.

  O caso é evitar a expansão numérica dos super-ricos.

 

William: Visivelmente a Oxfam faz coro aos que defendem que super ricos não deveriam existir.

  Se quem tem 1 bilhão (dólares) não se encaixa na categoria de super rico ... então não sei mais de nada!

  Se não pode ter gente com mais de 1 bilhão, tudo que exceder a isso a pessoa tem que doar voluntariamente ou ser confiscado pelo Estado.

  Outro problema recorrente é esse de pessoas do seu tipo.

  Ouvem uma ideia “poética”, acham bonita e saem repetindo feito papagaio.

  A ideia entra no ouvido, chega no “coração”, sai pela boca e ... passa longe do cérebro.




 


 

 




 

✧✧✧
  O OXFAM sugere simplesmente acabar com Bilionários, é isso!?
  Se a fortuna pessoal do cidadão chegar a 1 bilhão todo o excedente é tornado propriedade do Estado!?
  Ou seja, vamos na prática estatizar todas as empresas como acontece na China?
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https://williamrobsonfilosofia.blogspot.com/2026/01/muro-de-berlim-oxfam.html

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 Resumo:

 

1. Contradição da Solução Estatal: Você questiona a lógica de buscar "mais Estado" como solução para problemas que o próprio Estado (e os governantes eleitos) não resolveu ou ajudou a criar, apontando uma falha na premissa de que o fortalecimento governamental corrigiria a influência dos super-ricos.


2. Responsabilidade do Eleitorado: Argumenta que, em regimes democráticos, a maioria dos eleitores é composta por pobres ou pela classe média.

  Portanto, a eleição de parlamentares corruptos ou ineficientes é uma responsabilidade coletiva do voto, e não apenas uma imposição de uma minoria bilionária.


3. Natureza da Influência Política: Você defende que a única forma de um super-rico influenciar um político fora da lógica do bom senso é por meio da corrupção, reforçando que o problema central não é a riqueza em si, mas a falta de ética e integridade nas instituições.


4. Crítica à "Estatização" de Fortunas: Questiona a sugestão implícita de confiscar fortunas bilionárias, comparando essa prática a modelos autoritários como o da China e sugerindo que isso levaria, na prática, à estatização de empresas privadas e ao fim da liberdade econômica.


5. Rejeição ao "Estado Paizão": Você identifica como um dos maiores problemas atuais a persistência da mentalidade de dependência do Estado. 

  Para você, esse desejo por um "Estado Paizão" é um pensamento obsoleto que deveria ter desaparecido com a queda do Muro de Berlim em 1989.


6. Cultura de Exploração e Ressentimento:    

  Argumenta que a cultura de se sentir permanentemente explorado e nutrir raiva contra empresas é uma característica do pensamento de esquerda, que molda o comportamento social mesmo quando as pessoas não conhecem formalmente os conceitos de marxismo ou comunismo.


7. Autoresponsabilidade vs. Tutela Estatal: Finaliza defendendo que a crença de que o Estado é o principal responsável pela vida do indivíduo retira  dele maior cuidado com as próprias ações, inclusive do ato de votar em corruptos.


  

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quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

Porta Giratória




  A história citada é mito, não tem fato comprovado.

 Theophilus Van Kannel foi um inventor americano que recebeu a patente, em 7 de agosto de 1888, por um tipo de porta giratória (chamada em inglês de “storm-door structure”), que se tornou o que hoje conhecemos como porta giratória.
  (Wikipedia)

  Não há registros confiáveis de que ele inventou a porta giratória porque estava “cansado de segurar portas para mulheres” ou por rejeitar a etiqueta social.
  Essa versão costuma aparecer em textos humorísticos ou lendas urbanas recentes, mas pesquisa histórica e checagens de fatos mostram que não há evidências de que esse fosse o motivo real.

  Van Kannel estava interessado em resolver problemas práticos com portas convencionais, como correntes de ar, entrada de vento, ruído e sujeira, além de permitir que as pessoas entrassem e saíssem simultaneamente sem bater a porta. 
  Em prédios altos, a diferença de pressão de ar dificultava a abertura de portas pesadas.

   Enfim:

   Ele de fato inventou a porta giratória e patenteou o dispositivo em 1888.
  A história de que  fez isso para evitar a etiqueta de segurar portas para mulheres é lenda urbana sem base em documentos da época ou na biografia do próprio Van Kannel.

  Na parte "humorística" tem sua graça.

  Ligar a invenção da porta giratória a "misoginia" é só a narrativa de grupos que gostam de estimular "conflitos sociais" ... isso é uma desgraça ...😢


✧✧✧

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segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

Patrimônio Cultural

 

Janjapalooza - Link (Outros gastos)


Gabriel: Oi gente, boa noite.
  O site do senado tá com uma ideia legislativa para tornar línguas indígenas cooficiais no Brasil.
  Por favor, apoiem!!! Se puder, compartilhem também.

William: Qual seria a utilidade disso!?

Marcela: Preservar o patrimônio cultural 👍🏽

William: O latim quase não é mais falado.
  Que falta te faz?
  Patrimônio Cultural é “supervalorizado”.
  Deixemos em arquivos digitais e museus.

Marcela: Você tinha realmente dúvida do porquê, está explicado o motivo . 
  O resto é uma questão muito particular sua. 
  Não existe imposição pra aprender o idioma 😊

William: Ainda hoje escrevi sobre isso.
  Gastamos caro com parlamentares para criarem leis que não fariam falta, por vezes só diminuem nossa liberdade econômica. 
  (Não é o caso dessa)
  Mas o problema é o Mercado Financeiro 😉 ... acredite quem quiser...

   (E coisas relacionadas)


Nota: A Constituição Federal (art. 216) considera patrimônio cultural os bens materiais e imateriais que expressem a identidade e a memória do povo brasileiro — o que inclui as artes audiovisuais, como o cinema.
  *GPT*


  

  Custo Total do Parlamento (em dólares)

  O Brasil gasta, sozinho, quase o mesmo que as três maiores economias da Europa somadas em seus legislativos.


 *Gemini*


 


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  Resumo:

 

1. Questionamento sobre a Utilidade Prática:

    Você inicia o debate questionando a utilidade real de tornar línguas indígenas cooficiais, sugerindo que o foco deveria estar na funcionalidade e não apenas no simbolismo.


2. Supervalorização do Patrimônio Cultural:

   Você defende abertamente que o conceito de "patrimônio cultural" é supervalorizado pela sociedade contemporânea, desafiando a percepção comum de que tudo deve ser preservado a qualquer custo.


3. Preservação via Digitalização e Museus:

   Seu argumento propõe que a preservação de itens ou línguas que perderam o uso prático (como o latim) deve ser feita em arquivos digitais e museus, e não através de imposições legais ou estruturas estatais.


4. Crítica ao Ativismo Legislativo Desnecessário:

   Você aponta que se gasta muito com parlamentares para que eles criem leis que, na sua visão, "não fariam falta" se não existissem, servindo apenas para inflar a máquina pública.


5. Impacto na Liberdade Econômica:

  Um ponto central do seu argumento é que o excesso de legislação e a burocratização em torno de causas culturais podem, muitas vezes, atuar como redutores da liberdade econômica.


6. Contraste entre Custo e Relevância:

  Através do compartilhamento de dados sobre o custo do Congresso Nacional, você faz uma provocação implícita: o valor astronômico gasto com a manutenção da estrutura legislativa não condiz com a relevância de muitas das pautas discutidas (como a questão das línguas cooficiais).


7. Ceticismo quanto ao "Mercado Financeiro" como Vilão:

   Você encerra com uma nota irônica sobre como o "Mercado Financeiro" é frequentemente usado como bode expiatório para problemas estruturais e de gastos, sugerindo que o problema real reside na gestão e nas prioridades legislativas.


  

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sábado, 17 de janeiro de 2026

Ovelha Negra

 


Katia: E onde você conseguiu interpretar que existe uma imposição no post????

William: Foi exatamente o que “lembrei” os leitores.
  Exemplo:
  Não é porque um grupo separa a humanidade entre “explorado e exploradores” que isso se torna uma lei universal inquestionável.


  Letramento racial é o processo educativo de reeducação voltado para a desconstrução de práticas racistas.

 Diferente de apenas "não ser racista", ele exige uma postura ativa.

 

  Seus pilares incluem:

 

  Reconhecimento: Entender que o racismo é estrutural, não apenas individual.

 

  Vocabulário: Aprender termos e conceitos para nomear privilégios e opressões.

 

  Interpretação: Perceber ideologias racistas em gestos, falas e instituições.

 

  Ação: Adotar práticas antirracistas no dia a dia.

 

É um aprendizado contínuo para transformar a percepção social.


  (Gemini)

 

 

   Observem que é um grupo querendo estabelecer novos pontos de vistas.

   Um exemplo rápido o qual já analisei.

   Segundo o "Letramento Racial" não devemos usar a palavra "mulato"


   Decidiram que a palavra deriva de mula, comparando o filho de negros e brancos a um animal híbrido e estéril, o que é desumanizante.


  Decidiram que temos que ignorar outra possível origem.

  A palavra vem do árabe "muwallad", que significa "mestiço" ou "estrangeirizado" (usado para filhos de árabes com não-árabes).


  Vejam bem, cientificamente os filhos de brancos com negros ou árabes e estrangeiros não são estéreis.

  Também nunca foi dito que não são tão humanos quanto os pais.


  Historicamente, a ideia de que pessoas negras "não tinham alma" é um mito comum usado para explicar a escravidão, mas não existiu uma doutrina oficial (especialmente na Igreja Católica) que pregasse isso.    Pelo contrário, para justificar a conversão forçada e o batismo, era necessário reconhecer que o escravizado tinha uma alma a ser salva.


  Deduzimos com lógica e ciência que mulato é apenas um termo para "mestiço".

  Meu pai era negro, minha mãe era branca.

  No meu registro de nascimento esta escrito pardo.

  (Quando a criança nasce a pigmentação da pele não esta bem definida.)

  Tenho 3 irmãs e um irmão que continuaram pardos.

  Eu realmente fiquei negro ... sou a ovelha negra da família 😂, mas ... somos todos MULATOS.


  Quem quiser  "problematizar" ... que problematize.

  Saudações democráticas!


  Eu prefiro manter o bom senso, gosto da palavra mulato, tem uma sonoridade gostosa, melhor que pardo.

  "Pra mim" claro, cada um tem seu gosto.



   Saudações mulatas - Link





 

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  Resumo:

 

1. Questionamento da Imposição Ideológica:

  Você argumenta que divisões sociais (como "explorados vs. exploradores") não são leis universais e questiona a tentativa de grupos de estabelecerem novos pontos de vista como verdades inquestionáveis.


2. Origem Etimológica Alternativa: Você defende que a palavra "mulato" possui uma raiz árabe (*muwallad*), significando "mestiço" ou "estrangeirizado", contrapondo-se à tese de que derivaria apenas de "mula".


3. Argumento da Lógica e Ciência: Você utiliza a biologia para refutar a comparação com animais híbridos, lembrando que filhos de brancos e negros não são estéreis e sempre foram reconhecidos como plenamente humanos.


4. Desmistificação do "Negro sem Alma": Você aponta que a ideia de que a Igreja negava alma aos negros é um mito, pois o próprio processo de batismo e conversão forçada pressupunha o reconhecimento de uma alma a ser salva.


5. A Identidade como Vivência Pessoal: Ao compartilhar sua história familiar (filho de pai negro e mãe branca, registrado como pardo, mas identificado como negro), você reivindica o termo "mulato" como uma descrição legítima de sua própria realidade.


6. Crítica à "Problematização": Você demonstra resistência ao que chama de "problematização" linguística, preferindo manter o que considera bom senso e o direito individual de gostar ou usar certas palavras.


7. Defesa da Estética e do Gosto Individual: Você argumenta que a escolha de termos também passa pela sonoridade e pelo gosto pessoal, afirmando preferir "mulato" a "pardo" por uma questão de percepção subjetiva.

 

  O texto encerra reafirmando sua autonomia de pensamento com as "Saudações mulatas".


  

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