sábado, 31 de janeiro de 2026

Animais Domésticos

 

Animais Abandonados - Link



Marisa: "Ensinem as crianças a tratar os animais
como eles gostam de ser tratados, observando seu comportamento, hábitos, alimentação e comunicação.
  Isso ajudará a criança a desenvolver habilidades essenciais para a humanidade, baseadas no respeito e empatia pela natureza."

William: Ensinei minhas filhas a respeitarem os animais, mas preferirem computadores e bons eletrodomésticos.
  Animais de estimação em casa é para quem gosta muito.
   Utilidade prática não tem nenhuma, é só trabalho.

Caio: "Utilidade prática"??!!! vc não está falando de objetos e sim de um ser vivo que tem sentimentos, que sente dor, sente medo, sente alegria, sente tristeza, sente fome, se sente abandonado e chora.
  Quanta insensibilidade nesse seu comentário. 
  Cadê o pessoal do seu grupo que não fala nada??? será que concordam com vc???

William:   "não está falando de objetos e sim de um ser vivo que tem sentimentos, que sente dor, sente medo, sente alegria, sente tristeza, sente fome, se sente abandonado e chora."
  😂😂😂
  Quem quer ter o trabalho de lidar com tudo isso!?
  Eu não.
  Conviver com seres da minha espécie em casa é útil.
  Nós nos ajudamos, somos seres sociais, casamos, temos filhos, a utilidade está na perpetuação da nossa espécie.
   Um gato, peixe, cão ... nada contra quem gosta, se eu gostasse teria, mas eu NÃO GOSTO (para conviver na minha casa).


✧✧✧

 

Resumo:

 

1. Ensino de respeito aos animais é válido, mas secundário: Você ensinou suas filhas a respeitarem os animais, mas prioriza que elas deem valor maior a coisas úteis como computadores e bons eletrodomésticos — o foco educacional deve ser em itens de utilidade prática humana.

 

2. Animais de estimação não têm utilidade prática:   Manter animais domésticos em casa não traz nenhum benefício prático real; é apenas trabalho extra, sem vantagens concretas comparáveis a objetos ou ferramentas úteis.

 

3. A posse de animais é opcional e para quem gosta muito: Ter bichos de estimação é algo exclusivo para quem tem grande afinidade e disposição; não é uma obrigação moral nem algo universalmente recomendável.

 

4. Crítica à ênfase excessiva nos sentimentos animais: Em resposta à acusação de insensibilidade (de Caio), você ridiculariza a lista de emoções e sofrimentos dos animais (dor, medo, fome, abandono etc.) ao perguntar: "Quem quer ter o trabalho de lidar com tudo isso!?" — argumentando que isso reforça a ideia de que é um ônus, não um motivo para adotar.

 

5. Utilidade da convivência está na própria espécie humana: Conviver com seres humanos em casa é útil e valioso (socialização, casamento, filhos, perpetuação da espécie); já animais (gato, peixe, cão) não oferecem essa mesma reciprocidade prática ou biológica.

 

6. Ausência de gosto pessoal justifica não ter animais: Você deixa claro que não gosta de ter animais em casa (mesmo reconhecendo que "nada contra quem gosta"); se gostasse, teria — mas a preferência pessoal prevalece, sem isso significar falta de sensibilidade ou crueldade.

 

7. Contraste com a visão de Marisa: Indiretamente contrapõe a sugestão dela de ensinar crianças a observar e respeitar hábitos/comunicação animal para desenvolver empatia pela natureza, priorizando em vez disso uma educação voltada à utilidade prática e à interação humana.

 

  Esses pontos capturam o cerne da sua posição: uma visão pragmática, centrada na utilidade humana e na liberdade de escolha pessoal, sem negar respeito básico aos animais, mas rejeitando qualquer obrigatoriedade moral ou sentimentalismo em relação à posse deles.

 


  


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