Frank Hosaka: A sutileza do jornalismo
Hoje lembrei de uma fofoca, influenciadores defendendo o Banco Master nas redes em troca de dinheiro.
Perguntei ao Copilot se achava algum no Facebook; ele disse que não havia nada.
Indagado sobre a origem da notícia, citou o Estadão.
O jornalista reproduziu o que os influenciadores "disseram", sem verificar se era verdade.
Outro problema, números de "seguidores".
Meu perfil mostra 73 amigos, mas ninguém me segue de fato.
O de William Robson diz 2.100 amigos, certeza de que também ninguém o segue; ele só republica crônicas antigas de 1977-1979 em 2026.
Enfim, quanto será que pagam aos jornalistas para afirmar que redes sociais são importantes?
William: Eu não tenho amigos.
A amizade exige um nível de comprometimento além da minha capacidade.
Adiciono pessoas aleatoriamente, gosto da diversidade de ideias, não gosto de me prender a um nicho (bolha).
Escrevo sobre variados assuntos, a pessoa gosta intensamente de um texto, me adiciona.
Acontece que ela pode detestar ainda com mais intensidade outro texto, daí me bloqueia ou mantem, mas não a ponto de seguir.
De qualquer forma, minha prioridade é escrever o que quero, expondo os argumentos que consigo defender.
Filosofar "eu" preciso, ter seguidores ... seria agradável, porém sou ciente do meu grau de rejeição...
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Eu não tenho amigos.
A amizade exige uma nível de comprometimento além da minha capacidade.
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https://williamrobsonfilosofia.blogspot.com/2026/01/filosofar-eu-preciso.html
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