sábado, 24 de janeiro de 2026

Muro de Berlim, Oxfam

 

Comentarista: O estudo aponta que os super-ricos não apenas influenciam políticas públicas, mas passam a integrar diretamente governos e espaços decisórios, moldando regras em benefício próprio.
  Exemplos incluem a presença de bilionários em negociações climáticas da ONU e o controle de grandes conglomerados de mídia e plataformas digitais por um grupo restrito de indivíduos.
  Para a Oxfam, essa captura dos Estados por interesses oligárquicos aprofunda retrocessos democráticos, amplia a repressão a protestos e enfraquece direitos sociais.


William: Percebem a contradição?
  O Estado tem nos "traído" e a solução para isso é mais Estado!?
  O Oxfam esta dizendo basicamente que elegemos governantes corruptos.
  O voto do rico ou super-rico vale tanto quanto o voto do pobre ou super-pobre e há muito mais pobres.
  Logo, em regimes democráticos, os parlamentares são eleitos majoritariamente por pobres, no máximo classe média.

  Fora a lógica, o bom senso, que argumento um super rico pode usar para influenciar um politico que não seja dinheiro, corrupção!?

  Qualquer um minimamente "sábio" percebe que o grande mal é persistirmos em eleger corruptos.
  Evidente que não somos adivinhos.
  A pessoa tem um discurso legal, coerente, votamos nela.
  Se durante o mandato vemos fortes indícios de corrupção ou falta de ética ... NÃO votamos mais nesse politico (a).
  Em caso de corrupção comprovada CADEIA.

  O Oxfam sugere simplesmente acabar com Bilionários, é isso!?
  Se a fortuna pessoal do cidadão chegar a 1 bilhão todo o excedente é tornado propriedade do Estado!?

  Ou seja vamos na pratica estatizar todas as empresas como acontece na China?

   A China é nosso modelo a ser seguido?
   Chega de democracia, devemos querer governos autoritários, chega de pobre (ou rico) votar.
   Lá não tem nem corrupção ... acredite quem quiser...

  "Pra mim", nosso maior problema é tantos humanos ainda em 2026 preitearem o "Estado Paizão".
  Um pensamento que deveria ter caído junto com o "Muro de Berlim" em 1989, mas infelizmente continua com adoradores fanáticos.

 

  

Comentarista: O Marxismo não tem predominado na nossa cultura, visto que grande parte dos cidadãos nem sabe o que é Comunismo.

  Eu sei disso porque já fiz pesquisa de campo quando estava na escola.

  Cara, você tem uma crítica política, e ok, não acredito que esteja totalmente errado, entretanto, a culpa (do nosso atraso) não é da "cultura esquerdista".

 

William: A pessoa não precisa saber o significado de "sádico" (só um exemplo) para agir como tal.

  A cultura de se sentir "sempre" explorado, oprimido, e ter raiva de empresas é característica do pensamento de esquerda ou direita?

 

  O indivíduo acreditar que o Estado é o principal responsável pela vida dele e não o próprio cidadão é característica de qual linha de pensamento?

 

 



 

  

Orquidéia: A OXFAM sugere acabar com os bilionários?

  Não estou sabendo, não foi assim que entendi.

  Não falei nada disso, fui bem cuidadosa no assunto.

  O caso é evitar a expansão numérica dos super-ricos.

 

William: Visivelmente a Oxfam faz coro aos que defendem que super ricos não deveriam existir.

  Se quem tem 1 bilhão (dólares) não se encaixa na categoria de super rico ... então não sei mais de nada!

  Se não pode ter gente com mais de 1 bilhão, tudo que exceder a isso a pessoa tem que doar voluntariamente ou ser confiscado pelo Estado.

  Outro problema recorrente é esse de pessoas do seu tipo.

  Ouvem uma ideia “poética”, acham bonita e saem repetindo feito papagaio.

  A ideia entra no ouvido, chega no “coração”, sai pela boca e ... passa longe do cérebro.




 


 

 




 

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  O OXFAM sugere simplesmente acabar com Bilionários, é isso!?
  Se a fortuna pessoal do cidadão chegar a 1 bilhão todo o excedente é tornado propriedade do Estado!?
  Ou seja, vamos na prática estatizar todas as empresas como acontece na China?
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https://williamrobsonfilosofia.blogspot.com/2026/01/muro-de-berlim-oxfam.html

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 Resumo:

 

1. Contradição da Solução Estatal: Você questiona a lógica de buscar "mais Estado" como solução para problemas que o próprio Estado (e os governantes eleitos) não resolveu ou ajudou a criar, apontando uma falha na premissa de que o fortalecimento governamental corrigiria a influência dos super-ricos.


2. Responsabilidade do Eleitorado: Argumenta que, em regimes democráticos, a maioria dos eleitores é composta por pobres ou pela classe média.

  Portanto, a eleição de parlamentares corruptos ou ineficientes é uma responsabilidade coletiva do voto, e não apenas uma imposição de uma minoria bilionária.


3. Natureza da Influência Política: Você defende que a única forma de um super-rico influenciar um político fora da lógica do bom senso é por meio da corrupção, reforçando que o problema central não é a riqueza em si, mas a falta de ética e integridade nas instituições.


4. Crítica à "Estatização" de Fortunas: Questiona a sugestão implícita de confiscar fortunas bilionárias, comparando essa prática a modelos autoritários como o da China e sugerindo que isso levaria, na prática, à estatização de empresas privadas e ao fim da liberdade econômica.


5. Rejeição ao "Estado Paizão": Você identifica como um dos maiores problemas atuais a persistência da mentalidade de dependência do Estado. 

  Para você, esse desejo por um "Estado Paizão" é um pensamento obsoleto que deveria ter desaparecido com a queda do Muro de Berlim em 1989.


6. Cultura de Exploração e Ressentimento:    

  Argumenta que a cultura de se sentir permanentemente explorado e nutrir raiva contra empresas é uma característica do pensamento de esquerda, que molda o comportamento social mesmo quando as pessoas não conhecem formalmente os conceitos de marxismo ou comunismo.


7. Autoresponsabilidade vs. Tutela Estatal: Finaliza defendendo que a crença de que o Estado é o principal responsável pela vida do indivíduo retira  dele maior cuidado com as próprias ações, inclusive do ato de votar em corruptos.


  

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