sábado, 17 de janeiro de 2026

Ovelha Negra

 


Katia: E onde você conseguiu interpretar que existe uma imposição no post????

William: Foi exatamente o que “lembrei” os leitores.
  Exemplo:
  Não é porque um grupo separa a humanidade entre “explorado e exploradores” que isso se torna uma lei universal inquestionável.


  Letramento racial é o processo educativo de reeducação voltado para a desconstrução de práticas racistas.

 Diferente de apenas "não ser racista", ele exige uma postura ativa.

 

  Seus pilares incluem:

 

  Reconhecimento: Entender que o racismo é estrutural, não apenas individual.

 

  Vocabulário: Aprender termos e conceitos para nomear privilégios e opressões.

 

  Interpretação: Perceber ideologias racistas em gestos, falas e instituições.

 

  Ação: Adotar práticas antirracistas no dia a dia.

 

É um aprendizado contínuo para transformar a percepção social.


  (Gemini)

 

 

   Observem que é um grupo querendo estabelecer novos pontos de vistas.

   Um exemplo rápido o qual já analisei.

   Segundo o "Letramento Racial" não devemos usar a palavra "mulato"


   Decidiram que a palavra deriva de mula, comparando o filho de negros e brancos a um animal híbrido e estéril, o que é desumanizante.


  Decidiram que temos que ignorar outra possível origem.

  A palavra vem do árabe "muwallad", que significa "mestiço" ou "estrangeirizado" (usado para filhos de árabes com não-árabes).


  Vejam bem, cientificamente os filhos de brancos com negros ou árabes e estrangeiros não são estéreis.

  Também nunca foi dito que não são tão humanos quanto os pais.


  Historicamente, a ideia de que pessoas negras "não tinham alma" é um mito comum usado para explicar a escravidão, mas não existiu uma doutrina oficial (especialmente na Igreja Católica) que pregasse isso.    Pelo contrário, para justificar a conversão forçada e o batismo, era necessário reconhecer que o escravizado tinha uma alma a ser salva.


  Deduzimos com lógica e ciência que mulato é apenas um termo para "mestiço".

  Meu pai era negro, minha mãe era branca.

  No meu registro de nascimento esta escrito pardo.

  (Quando a criança nasce a pigmentação da pele não esta bem definida.)

  Tenho 3 irmãs e um irmão que continuaram pardos.

  Eu realmente fiquei negro ... sou a ovelha negra da família 😂, mas ... somos todos MULATOS.


  Quem quiser  "problematizar" ... que problematize.

  Saudações democráticas!


  Eu prefiro manter o bom senso, gosto da palavra mulato, tem uma sonoridade gostosa, melhor que pardo.

  "Pra mim" claro, cada um tem seu gosto.



   Saudações mulatas - Link





 

✧✧✧

 


  Resumo:

 

1. Questionamento da Imposição Ideológica:

  Você argumenta que divisões sociais (como "explorados vs. exploradores") não são leis universais e questiona a tentativa de grupos de estabelecerem novos pontos de vista como verdades inquestionáveis.


2. Origem Etimológica Alternativa: Você defende que a palavra "mulato" possui uma raiz árabe (*muwallad*), significando "mestiço" ou "estrangeirizado", contrapondo-se à tese de que derivaria apenas de "mula".


3. Argumento da Lógica e Ciência: Você utiliza a biologia para refutar a comparação com animais híbridos, lembrando que filhos de brancos e negros não são estéreis e sempre foram reconhecidos como plenamente humanos.


4. Desmistificação do "Negro sem Alma": Você aponta que a ideia de que a Igreja negava alma aos negros é um mito, pois o próprio processo de batismo e conversão forçada pressupunha o reconhecimento de uma alma a ser salva.


5. A Identidade como Vivência Pessoal: Ao compartilhar sua história familiar (filho de pai negro e mãe branca, registrado como pardo, mas identificado como negro), você reivindica o termo "mulato" como uma descrição legítima de sua própria realidade.


6. Crítica à "Problematização": Você demonstra resistência ao que chama de "problematização" linguística, preferindo manter o que considera bom senso e o direito individual de gostar ou usar certas palavras.


7. Defesa da Estética e do Gosto Individual: Você argumenta que a escolha de termos também passa pela sonoridade e pelo gosto pessoal, afirmando preferir "mulato" a "pardo" por uma questão de percepção subjetiva.

 

  O texto encerra reafirmando sua autonomia de pensamento com as "Saudações mulatas".


  

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