Total de visualizações de páginas

quinta-feira, 24 de setembro de 2026

Medo do Flávio

 


Post no Face: "Eu realmente tô com medo do Flávio
Bolsonaro ganhar, o Brasil deixar de ser laico e perder meus direitos como mulher, sem brincadeira."


William >> Eu realmente gostaria que você estivesse
brincando.
  É muita viagem na maionese ...😉

Soraia >> Sendo você, homem...... 🤷🏽‍♀️ viagem na maionese é equivalente à : não me afeta em nada.

William >> Sendo você mulher é equivalente a imaginar coisas que diante dos fatos é muito sem noção.

   A “direita” defende o Estado laico, comunistas defendem o Estado ateu.
   Nações mais a direita são as que possibilitam mais direitos as mulheres.
  Basta olhar a história...



  A Alemanha Oriental nunca teve uma mulher que governasse o país ou estivesse perto
disso.
  Durante quase toda sua historia (1949-1989), a Alemanha Oriental foi um regime SOCIALISTA de partido único.
  O poder político real não estava na presidência ou no parlamento, mas no cargo de Secretário-geral do Comitê Central do Partido Socialista Unificado, uma função que sempre foi ocupada por homens.
  Na CAPITALISTA Inglaterra tivemos a empoderada Margaret Thatcher.
  Na Alemanha Reunificada (Capitalista) tivemos a empoderada Ângela Merkel.
  Quem conhece história, seja homem ou mulher, e faz análise RACIONAL, fica sem argumentos para defender o Socialismo.




✧✧✧



Resumo:

1. Defesa do Estado Laico pela Direita: Você argumenta que a "direita" política defende genuinamente o Estado laico, contrapondo-a aos comunistas, aos quais atribui a defesa do Estado ateu.

2. Correlação entre Direita e Direitos das Mulheres: Sustenta que as nações com governos e orientações mais à direita são justamente as que proporcionam mais direitos às mulheres.

3. Exemplo Histórico do Socialismo e a Ausência de Liderança Feminina: Utiliza o caso da Alemanha Oriental (1949–1989) — um regime socialista de partido único — para ilustrar que o poder político real (como a secretaria-geral do partido) sempre foi ocupado exclusivamente por homens, sem que houvesse mulheres governando o país.

4. Contraponto com Líderes Mulheres no Capitalismo: Aponta exemplos de nações capitalistas que foram lideradas por mulheres fortes e empoderadas, citando Margaret Thatcher na Inglaterra e Angela Merkel na Alemanha reunificada.

5. Apelo à Análise Racional baseada na História: Defende que o conhecimento histórico afasta qualquer argumento racional favorável ao socialismo, tanto para homens quanto para mulheres.

6. Crítica ao Temor Infundado sobre Perda de Direitos: Considera "viagem na maionese" e um receio sem noção — desconectado dos fatos históricos — o medo manifestado de que uma eventual vitória da direita (ou de Flávio Bolsonaro) acabe com o Estado laico e retire direitos das mulheres.

7. Refutação do Argumento de Gênero: Responde à objeção de que sua visão seria limitada por ser homem, argumentando que a preocupação alheia é que estaria baseada em imaginações sem respaldo na realidade factual.


 


  

.


Nenhum comentário:

Postar um comentário