Americanos optaram por assumir mais responsabilidades individuais. (Direita)
(Evidente que uma coisa não anula a outra,
e só uma questão de prioridades.)
André >> Você põe o espectro povo no topo... eu sempre vejo o inverso.
Voltando ao espectro colonizar.
Quem coloniza é um topo.
Voltando ao hereditário meio, os colonizados pelos ingleses, penderam pra direita, centro direita?
Os colonizados pelos espanhóis e portugueses, se hereditários pra esquerda...
Então, a cultura mãe não é Adam Smith, nem Marx...
A tese dos dois, já seriam resultado subsequente!
Ou então não?
William >> Me parece um enigma mais profundo.
Karl Marx nasceu na Alemanha, Adam Smith na Escócia, Europa e Europa.
A diferença que observo é entre Latinos e Anglo Saxões.
(Para não complicar vamos deixar outras "culturas" fora da meditação; asiáticos, árabes, persas, africanos.)
Já escrevi sobre isso:
Falar em opressor e oprimido com base em recortes geográficos simplistas ignora a história real.
Todos os grandes povos e civilizações da Antiguidade e da Idade Média, seja no Ocidente, na Ásia, na África ou nas Américas, expandiram seus territórios pelo conflito e pela conquista quando tiveram oportunidade.
Todos os grandes povos e civilizações da Antiguidade e da Idade Média, seja no Ocidente, na Ásia, na África ou nas Américas, expandiram seus territórios pelo conflito e pela conquista quando tiveram oportunidade.
A humanidade precisa parar de gastar energia remoendo o passado em busca de "reparações históricas" que alimentam o vitimismo.
A barbárie esteve presente em todas as origens; o foco agora deve ser a responsabilidade pelo futuro.
A barbárie esteve presente em todas as origens; o foco agora deve ser a responsabilidade pelo futuro.
O verdadeiro avanço civilizatório se sustenta em quatro pilares práticos: paternidade responsável, responsabilidade fiscal, responsabilidade ambiental e combate ao vitimismo.
Menos idolatria a "salvadores da pátria", herança de séculos de monarquia, e mais maturidade individual e social.
Menos idolatria a "salvadores da pátria", herança de séculos de monarquia, e mais maturidade individual e social.
A Europa, mais especificamente a Zona do Euro, é um bom exemplo de uma região que não assimilou as lições do passado em relação ao intervencionismo estatal.
Defendo que as medições de Liberdade Econômica na Zona do Euro precisam ser revistas urgentemente.
A região sofre com um peso excessivo de regulamentação, que se manifesta em uma dupla camada burocrática, a burocracia imposta por cada Estado-membro e as “megas burocracias” emanadas de Bruxelas (as instituições da União Europeia).
O modelo de Estado altamente interventor, conforme defendido pela esquerda, tem como consequência inevitável a ineficiência já amplamente conhecida no campo econômico.
Não é de se espantar que a Europa está ficando atrás em tudo, está virando um “Brasil”.
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Resumo:
Modelos de Estado e Responsabilidade: O modelo brasileiro tendeu à escolha de um Estado paternalista ("Estado Paizão"), enquanto o modelo norte-americano priorizou a responsabilidade individual e a autonomia do cidadão.
A Divisão Cultural entre Latinos e Saxões: A diferença estrutural nos modelos de sociedade e controle fiscal é mais bem explicada pela matriz cultural (Latinos vs. Anglo-Saxões) do que apenas pelos teóricos econômicos — visto que tanto Karl Marx quanto Adam Smith surgiram no mesmo continente europeu.
Tendência Latina ao Descontrole Fiscal: O contraste entre nações vizinhas como Alemanha (influência saxã, dívida em ~63% do PIB) e França (matriz latina, dívida em ~120% do PIB) ilustra uma postura cultural distinta em relação à gestão orçamentária.
Rejeição ao Vitimismo Histórico: O avanço civilizatório exige superar narrativas de "reparações históricas" e focar na responsabilidade presente, fundamentando-se em responsabilidade fiscal, ambiental, paternidade responsável e superação do vitimismo.
A "Latinização" do Mundo e do Ocidente: Há uma expansão preocupante da mentalidade intervencionista e dependente do Estado, inclusive em regiões centrais do Ocidente.
O Excesso Burocrático na Zona do Euro: A União Europeia enfrenta uma asfixia econômica decorrente de uma dupla camada burocrática: as regulações nacionais somadas ao gigantismo regulatório de Bruxelas.
Decadência do Estatismo Interventor: A insistência no modelo de Estado interventor gera ineficiência crônica e estagnação econômica, correndo o risco de transformar o bloco europeu em um ambiente travado pelas mesmas amarras encontradas no Brasil.
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