O que eu acho um tanto infantil é o catastrofismo. 😉
NÃO!
Fim da escala 6 por 1 não vai quebrar o Brasil.
Vai aumentar o custo, mas já vivemos nesse tipo de cenário há décadas.
Lembremos que quase metade das ocupações (nem vou falar empregos) são informais.
Dos empregos formais, a maioria já faz 5 por 2.
E houve grande crescimento dos PJ.
O triste para mim é proibir horas extras ou por um limite muito baixo.
De repente o jovem quer juntar grana para comprar uma moto elétrica (só um exemplo), a empresa que ele trabalha poderia disponibilizar horas extras, mas é proibida por lei.
Esse jovem depois do dia de trabalho vai precisar fazer um bico provavelmente informal.
Uma grana que poderia juntar de maneira mais tranquila, sem deslocamento, vai ter duplo desgaste ou não vai conseguir juntar dinheiro.
Quem não tem nenhuma ambição de melhorar financeiramente vai estar tudo bem.
Quem tem, vai ficar prejudicado, mais uma daquelas ações que mantém o pobre ... pobre com menos oportunidades de melhorar.
Silmara: Falavam em 1988 que a abolição da escravatura iria quebrar o Brasil.
William: Falamos que a pessoa está quebrada quando está cheia de dívidas e com grande dificuldade para quitar … por esse ponto de vista poucas vezes o Brasil não esteve quebrado.😉
Mas olhando só para sua provocação … por isso sou contra o catastrofismo.
O Brasil melhorou muito com a chegada dos estrangeiros europeus, uma cultura de melhor qualidade que a nossa.
Eles se fixaram mais no Sul, sorte nossa aqui do Sudeste.
Melhor ter por perto Santa Catarina e Paraná do que Maranhão e Bahia...
Nota: Maranhenses e baianos ao invés de se sentirem ofendidos que tal meditarem sobre suas ações e votos?
✧✧✧
Resumo:
1. Crítica ao catastrofismo: Você argumenta que a visão catastrofista sobre o fim da escala 6x1 é "infantil" e que a mudança não causará a quebra da economia do país.
2. Histórico de adaptação a custos: Embora reconheça que o fim da escala 6x1 aumentará o custo para as empresas, você pontua que o Brasil já convive com cenários de aumento de custos há décadas.
3. Realidade do mercado de trabalho atual: Você ressalta que quase metade das ocupações no país são informais, que a maioria dos empregos formais já adota o modelo 5x2 e que houve um crescimento expressivo de contratações como PJ (Pessoa Jurídica).
4. Prejuízo à ambição financeira dos jovens: O ponto mais negativo e "triste", na sua visão, é a proibição ou imposição de limites muito baixos para horas extras, o que impede jovens trabalhadores de buscarem uma renda extra de forma regular dentro da própria empresa para alcançar objetivos pessoais (como comprar uma moto).
5. Estímulo à informalidade e desgaste: Você defende que o trabalhador que deseja melhorar financeiramente será obrigado a buscar "bicos" informais após o expediente, gerando um duplo desgaste físico e logístico que poderia ser evitado.
6. Manutenção da pobreza por falta de oportunidade: Você argumenta que leis restritivas de jornada e horas extras acabam prejudicando quem tem ambição, funcionando como ações que mantêm o indivíduo de baixa renda sem oportunidades de ascensão econômica.
7. Visão histórica sobre endividamento e cultura regional: Ao definir o conceito de "estar quebrado", você aponta que o Brasil historicamente sempre esteve em dificuldades financeiras e expressa sua visão de que a imigração europeia trouxe uma cultura que favoreceu o desenvolvimento do Sul e do Sudeste em comparação com o Norte e o Nordeste, sugerindo uma reflexão sobre as escolhas políticas e votos nessas regiões.
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