Comentarista: Defendo que a guerra não é inevitável, mas sim o produto do ego humano e de sua busca por superioridade.
Argumento que os conflitos, explicados como disputas econômicas ou territoriais, ocultam o delírio de grandeza de líderes protegidos em gabinetes.
Destaco que essa máquina bélica trata vidas como dados técnicos descartáveis, citando as catástrofes humanitárias e as milhares de mortes na Ucrânia e em Gaza.
Por fim, critico o financiamento bilionário de potências como os EUA, evidenciando que a guerra é mantida pela vaidade de poucos e pela recusa do ego em aceitar limites.
“A guerra e o ego operam em dependência mútua: um fornece a motivação, o outro executa a destruição.
Não há fatalidade biológica nisso; há uma decisão política fundamentada na vaidade de poucos e no sacrifício de muitos.”
Não há fatalidade biológica nisso; há uma decisão política fundamentada na vaidade de poucos e no sacrifício de muitos.”
Eu acompanhei tanto quanto possível a guerra na Ucrânia e subjugá-la era sim vontade da maioria dos russos.
Putin ficou muito popular com sua invasão.
Agora alguns russos são contra a guerra porque estão sendo duramente atingidos.
Pensaram que a vitória viria fácil como quando invadiram a região da Criméia em 2014, mas dessa vez ucranianos estavam melhor preparados.
Putin e tantos outros não estão no poder por terem poderes mágicos sobre o povo.
Veja o caso do Brasil.
Lula não tem poderes mágicos de hipnose sobre o povo.
Apesar de toda corrupção nos seus governos ele tem uma base sólida de eleitores.
O “ego” dele é alimentado por milhões de cidadãos.
Não tem povo inocente.
O confronto surge porque um Hitler sempre encontra um Winston Churchill pelo caminho.
Daí cada um se posiciona do lado de quem achar que deve, entendendo que NÃO EXISTEM SANTOS.
Putin e tantos outros não estão no poder por terem poderes mágicos sobre o povo.
Veja o caso do Brasil.
Lula não tem poderes mágicos de hipnose sobre o povo.
Apesar de toda corrupção nos seus governos ele tem uma base sólida de eleitores.
O “ego” dele é alimentado por milhões de cidadãos.
Não tem povo inocente.
O confronto surge porque um Hitler sempre encontra um Winston Churchill pelo caminho.
Daí cada um se posiciona do lado de quem achar que deve, entendendo que NÃO EXISTEM SANTOS.
Ego: É a nossa autoimagem, a identidade e o senso de importância própria que, em excesso, associamos à vaidade.
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Resumo:
1. A guerra como fatalidade biológica parcial: O ego é uma característica intrínseca da natureza humana, o que torna os conflitos e suas consequências, em parte, uma inevitabilidade biológica, e não apenas uma escolha isolada de líderes.
2. O apoio popular às invasões: Conflitos como a guerra na Ucrânia refletem o desejo de grande parte da população (neste caso, a maioria dos russos em subjugar o país vizinho), evidenciando que a validação da guerra também parte da base da sociedade.
3. Popularidade e poder dos líderes: Líderes autoritários, como Vladimir Putin, ganham popularidade real através de ações expansionistas; eles não governam ou manipulam as massas por meio de "poderes mágicos" ou hipnose.
4. Mudança de postura por conveniência: A oposição interna de alguns cidadãos à guerra (como na Rússia atual) muitas vezes só surge quando eles são duramente afetados pelo conflito, e não por uma rejeição moral prévia, especialmente após experiências de conquistas fáceis no passado (como a Crimeia em 2014).
5. Alimentação mútua entre líder e seguidores: O ego e o poder de figuras políticas proeminentes — utilizando o exemplo de Lula no Brasil — são sustentados e alimentados por bases sólidas de milhões de eleitores, que permanecem fiéis apesar de históricos de corrupção.
6. Corresponsabilidade da população ("Não há povo inocente"): A sociedade civil não é uma vítima passiva ou inocente; os cidadãos validam, dão suporte e sustentam o ego e as decisões de seus governantes.
7. Ausência de salvadores e a dinâmica dos opostos: O confronto histórico inevitavelmente ganha escala porque líderes expansionistas (como Hitler) sempre encontram resistência à altura (como Churchill). Diante disso, os indivíduos escolhem lados cientes de que, na geopolítica, não existem "santos".

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