Postagem no Face: "Alcolumbre trava PEC que acaba com a escala 6x1 e dá prioridade a proposta que mantém jornada de
44 horas e propõe salário por horas trabalhadas."
João: Congresso de direita inimigos do povo brasileiro.
No dia da votação vamos colocar essa quadrilha para fora do Congresso.😡
William: Não gosto dele, mas há duas propostas no Congresso e Alcolumbre pautou as duas.
Porque deveria ignorar uma delas!?
A da Hilton era a 4 por 3, vi um vídeo onde ela mesma não quis que pautasse, a hipocrisia de sempre.
Carlos: Essa questão é complicada.
Muitos trabalhadores não se importam em trabalhar no sábado o dia todo e muitos patrões precisam desses trabalhadores e para o trabalhador o que importa mesmo é o valor que será pago e o povo precisa dessas pessoas que trabalham no fim de semana.
É muito bom encontrar um comércio aberto nos feriados e poder comprar aquilo que precisa, desde o pão até um remédio ou um mecânico ou o borracheiro
Diogo: A jornada começa no primeiro ônibus lá no Parque Iguatemi ás 4 da madrugada com os filhos dormindo e termina as 9 da noite quando consegue se abrir a porta de casa, exausta e ver os filhos dormindo.
Depois, lavar roupa, louça para dormir 5 horas por noite.
William: Isso acontece com todo mundo ou você selecionou um exemplo extremo só para ter razão?
Todos tem filhos pequenos, incapazes de lavar a própria roupa ou louça!?
Sabe que já inventaram máquina de lavar roupas?
Toda mulher é mãe solo, sem marido para dar uma força.
Com quem essas criança ficam durante o dia?
Precisamos acionar o conselho tutelar?
Exageros a parte, o que tem me preocupado é pessoas serem proibidas de trabalhar.
Na minha fase de juntar algum dinheiro já entrei na fábrica ás 7 horas e saí ás 21 horas por livre e espontânea vontade.
(Quando estudava a noite não fazia isso evidente.)
Me ajudou comprar minha primeira moto, uma 125 cilindradas que me livrou de andar de ônibus.
O tempo passou, depois que quitei meu apartamento e o mobilhei satisfatoriamente comecei a pisar no freio.
Fugia de horas extras, só fazia em casos muito excepcionais.
Quando virei servidor publico passei a trabalhar seis horas por dia.
Se estivesse precisando muito (ou quisesse) juntar algum dinheiro poderia fazer algum bico ... mas não.
Chega de correria, prefiro me adaptar a minha renda.
Quero dizer que todos nós passamos por fases.
O Estado engessar demais as relações de trabalho, mesmo com a melhor das intenções, mais prejudica do que soluciona alguma coisa.
As 44, 42, 40, 30 horas semanais ... devem servir de base para quando começam as horas extras ou banco de horas.
Lembrando que quanto menos horas semanais, mais aumentam os custos e diminuem nossa competitividade internacional.
Isso interfere diretamente na geração de empregos.
Outro problema que surge.
Se a mão de obra humana fica muito cara, compensa cada vez mais investir em automação... a robótica esta em um estagio avançado.
O povo "trabalhador" que se agarrar em ideologias sindicalistas da década de 1960, fará por livre e espontânea vontade.
Boa sorte!
Vai precisar.
Nota: Se o custo Brasil fica impraticável, lembre-se que no mundo há outros 192 países.
Estamos longe de ser a última bolacha do pacote.
Temos recursos importantes, se queremos nos manter meros exportadores de comodities ... tudo bem, que seja feita a vontade do povo.
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Resumo:
1. Defesa da pluralidade no debate legislativo: Você aponta que o Congresso deve pautar e avaliar as diferentes propostas existentes sobre a jornada de trabalho, em vez de ignorar alternativas viáveis em prol de discursos que considera hipócritas.
2. Crítica ao uso de exemplos extremos: Diante de relatos sobre rotinas exaustivas, você questiona a generalização desses cenários como uma regra universal, argumentando que tais recortes (como a ausência de rede de apoio ou o não uso de tecnologias domésticas) são usados de forma exagerada para validar um ponto de vista.
3. Preocupação com a proibição e engessamento do trabalho: Você manifesta forte preocupação com a possibilidade de o Estado proibir as pessoas de trabalharem mais se assim desejarem, defendendo que a regulamentação excessiva das relações trabalhistas prejudica a autonomia individual mais do que ajuda.
4. Ciclos de vida e adaptação financeira: Utilizando sua própria trajetória como exemplo, você ilustra que a relação com o trabalho passa por fases: momentos de maior esforço e jornadas longas voluntárias para conquistar patrimônio (como a primeira moto ou imóvel) e fases posteriores de desaceleração e adequação à renda.
5. Impacto na competitividade e geração de empregos: Você argumenta que a redução compulsória das horas semanais eleva os custos de produção, o que reduz a competitividade internacional do Brasil e interfere negativamente na capacidade de geração de novos postos de trabalho.
6. Estímulo à automação tecnológica: Há o alerta de que o encarecimento excessivo da mão de obra humana funciona como um incentivo para que as empresas invistam aceleradamente em robótica e automação, substituindo trabalhadores.
7. Risco de isolamento econômico global ("Custo Brasil"): Você conclui alertando que o Brasil disputa capital e espaço com mais de 190 países. Se o custo de produção nacional se tornar impraticável por amarras ideológicas e sindicais defasadas, o país corre o risco de se desindustrializar e se limitar a ser um mero exportador de commodities.
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